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Criptomoedas no Brasil

O mercado de criptomoedas no Brasil está em análise para a ser mais fiscalizado. A Receita Federal planeja a primeira medida para regulamentar as moedas virtuais no país, em um esforço para cobrar impostos de quem negocia criptomoedas como o Bitcoin e fazendo as corretoras (exchanges) a prestar informações sobre todas as transações de compra e venda, assim tentando conter o uso da tecnologia para lavagem de dinheiro. Já ocorreram fraudes financeiras vultosas no país, envolvendo criptomoedas falsas como a Kriptacoin.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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BRZ

Imagem: Senado Federal · BY · Openverse

Em setembro de 2020, a criptomoeda brasileira BRZ atingiu um marco importante ao ser considerada a stablecoin com o maior volume de negociação do mercado. Entre julho e agosto de 2020, a stablecoin brasileira movimentou R$ 620 milhões em negociações de balcão. No final de 2020, a Transfero Swiss, emissora da BRZ, divulgou o primeiro relatório de auditoria das reservas em moeda fiduciária mantidas como colateral da stablecoin. O relatório foi assinado pelos escritórios CMT Law e FMC Law, atestando uma reserva total de R$ 47,653 milhões, equivalente a 106% do total de 45 milhões de BRZ existentes. No início de 2021, a stablecoin expandiu sua atuação, anunciando integração com a blockchain Solana, que é considerada mais veloz e econômica do que o Ethereum, que é mais robusto mas sofre com problemas de escalabilidade.

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Stablecoin Alliance e criptomoeda brasileira

Imagem: Senado Federal · BY · Openverse

A Stablecoin Alliance, uma organização sem fins lucrativos, foi criada por cinco países que se uniram para acelerar a adoção de stablecoins em todo o mundo. A aliança é formada pela Indonésia, Canadá, Turquia, Europa e Brasil. O Brasil está sendo representado pela criptomoeda brasileira BRZ, a Turquia pela BiLira, Europa pela EURS, Indonésia com Rupiah Token e Canadá com Stablecorp.

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ABCripto e autorregulação

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A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) foi criada em 2017 e reúne empresas do setor que atuam no Brasil, como Foxbit, Novadax e Mercado Bitcoin. Em 2020, a entidade lançou um código voltado à autorregulação do setor, seguindo modelos de outros países.

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Regulação pelo Banco Central

Imagem: wagnertamanaha · BY-SA · Openverse

Após a aprovação da Lei nº 14.478/2022, o Banco Central do Brasil passou a atuar como órgão responsável pela regulação dos prestadores de serviços de ativos virtuais. Em 2025, o Banco Central publicou normas específicas que regulamentam a autorização, funcionamento e supervisão dessas entidades, consolidando o quadro regulatório do setor no país.

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Moeda digital do Banco Central (Drex)

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O Drex é a iniciativa de moeda digital do banco central brasileiro, desenvolvida pelo Banco Central do Brasil como parte de um projeto de infraestrutura financeira digital baseada em tecnologia de registros distribuídos. O projeto tem como objetivo ampliar a eficiência do sistema financeiro, facilitar a tokenização de ativos e permitir novos modelos de negócios baseados em contratos inteligentes.

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Portais de notícias

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Com o advento do uso e popularização das criptomoedas no Brasil, diversos portais nacionais de notícias especializados surgiram, como o Livecoins, Portal do Bitcoin e CriptoFácil.

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