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Correio do Minho

O Correio do Minho é um jornal bracarense, de âmbito regional (Minho) e com periodicidade diária, tendo como diretor, desde 2007, Paulo Monteiro. A sede do jornal situa-se na Praceta do Magistério, na freguesia de Maximinos, no concelho de Braga.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 27/06/2026
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Antecedentes

Imagem: Pedro Ribeiro Simões from Lisboa, Portugal · BY · Openverse

“O título Correio do Minho, que iniciou a sua publicação em 1926, não é um título inédito, uma vez que, entre 1902 e 1907, tinha existido um jornal, em Braga, exatamente com o mesmo título. O primeiro número surgiu a 3 de janeiro de 1902, sob a égide de Rodrigues Carvalho, um bracarense que se destacou no plano político, tendo ocupado cargos como o de Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente da Câmara dos Pares do Reino e Presidente da Assembleia Geral do Banco do Minho. O Correio do Minho que existiu nesse período, foi o sucessor do jornal O Progressista (que existiu em Braga entre 1892 e 1900) e foi o antecessor do jornal Correio do Norte, que substituiu o Correio do Minho e que foi publicado entre 1907 e 1911”.

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História

O jornal Correio do Minho foi fundado no dia 6 de Julho de 1926 por um grupo de jornalistas, tendo como primeiro Diretor Álvaro Pipa. O seu aniversário teve duas datas distintas, uma vez que, de 1926 a 1933, era comemorado no dia da sua fundação mas, entre 1934 a 1973, anos em que passou a ser propriedade da União Nacional, a data começou a ser assinalada a 3 de Abril, dia correspondente à primeira edição do jornal nesta sua nova fase. A história, de sucessos e insucessos, deste jornal ficou marcada por três majestosos momentos: de 1926 a 1934, ano em que ficou sob a égide da União Nacional do distrito de Braga, deixando de ser propriedade privada; desde 1934 a 1974, época em que teve de servir os interesses do Estado Novo e, por último, de 1974 até agora, período da democracia. A partir de 1974 (salvo os primeiros meses de 1974 e 1975), viu a sua actividade condicionada ora pelo Governo Civil, ora pela Câmara Municipal de Braga. Em 1999, conquistou uma total liberdade editorial através da sua privatização. Deste modo, a história da região minhota e do país cruza-se com a do Correio do Minho.

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Fontes consultadas

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