Coletor menstrual
Coletor menstrual é um dispositivo de barreira, desenvolvido para coletar o fluxo menstrual internamente. Ao contrário dos absorventes externos ou internos (tampões), coleta o fluxo ao invés de absorvê-lo.
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O mais comum possui a forma de um sino ou taça, feito em silicone médico, elastômero termoplástico ou látex. É reutilizável e possui vida útil estimada entre 5 e 10 anos.
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Segundo informações do The Museum of Menstruation and Women’s Health, o coletor menstrual é produzido industrialmente desde a década de 1930 (há registros de coletores rudimentares circulando desde 1867). O primeiro coletor patenteado era assinado por Leona Chalmers e foi concebido nos Estados Unidos com o nome de Tass-ette; a ideia era fabricá-lo em borracha vulcanizada. Houve uma venda e divulgação significativa do coletor nesta década, e se seguiu um longo silêncio acerca do assunto. Na década de 1950, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial foram fabricados copos menstruais nos Estados Unidos; a fabricação foi interrompida sem lucros anos depois, em 1963, por carência de látex, e por não ter se tornado muito popular, devido à opinião das mulheres: o achavam muito grande, rígido e pesado, além da questão cultural que envolve a manipulação da genitália e das secreções vaginais. O coletor reapareceu em 1970, agora com o nome de Tassaway. Desta vez, ressurgiu como um coletor descartável. A fábrica acabou sendo fechada em poucos anos.
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São várias as razões para a escolha de um copo menstrual ao invés de absorventes tradicionais. Algumas delas:
Embora a maior parte das usuárias não possua reclamações sérias acerca do uso do coletor, algumas dificuldades podem ser encontradas: Este tipo de dificuldade costuma ser solucionado com o passar do tempo e com o aumento da experiência da usuária. Caso haja qualquer problema incomum ou de difícil resolução, o correto é procurar ajuda médica.
As diversas marcas de coletores disponíveis possuem tamanhos muito variados à venda. Apesar de ser uma escolha muito pessoal, alguns critérios devem ser levados em conta, tais como a compleição física, a ocorrência ou não de gravidez e parto (independente da via de nascimento) e a intensidade do fluxo. Cada marca define o critério para escolha de tamanho de acordo com a forma do coletor produzido. A forma também é importante, já que cada mulher é diferente em sua fisiologia; cada uma deve procurar um formato que julgue mais adequado para si. Em termos de fluxo, é necessário que cada mulher conheça o seu, tendo sido recomendados os coletores de tamanho maior para aquelas que possuem fluxo mais intenso; de qualquer forma, mesmo os menores coletores possuem capacidade muito maior do que a maioria dos tampões convencionais.


