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Cerâmica da Grécia Antiga

A cerâmica grega entre o artesanato artístico deixado pelos Gregos, a cerâmica é a que tem um maior destaque, pois era uma mercadoria de primeira necessidade pelas múltiplas funções que possuía .O seu estudo é, entre o de todas as outras artes gregas, aquele que melhor documenta a evolução da plástica grega e também a evolução social, cultural e política da História da Grécia.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/08/2026
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Estudo dos vasos

Os vasos gregos antigos começaram a se tornar conhecidos na Itália em 1550 d.C., embora nesta fase inicial tenham sido confundidos com vasos etruscos ao invés de gregos. Provavelmente as primeiras coleções de vasos gregos antigos começaram a ser formadas só na metade do século XVII d.C. No século XVIII houve uma grande descoberta de vasos e os estudiosos começaram a tomar interesse pelo tema porque os vasos poderiam oferecer interpretações acerca da Antiguidade. A primeira instituição a exibir os vasos gregos foi o Museu Britânico. Foi somente em 1740 que a primeira proposição sobre uma origem grega para essas peças foi pautada por Johann Joachim Winckelmann em seu estudo pioneiro sobre arte antiga publicado em 1744. A confirmação veio através da descoberta de que a linguagem utilizada nas inscrições contidas nos vasos era o grego. No século XIX, através dos estudos do Instituto Arqueológico Alemão, houve a descoberta da distinção entre as técnicas das figuras negras vermelhas e também sobre as diferenças regionais entre os vasos gregos. Estas descobertas foram feitas por Eduard Gerhard, estudando os achados recentes no sítio de Vulci. Os estudantes alemães Wilhelm Klein, Paul Hartwig, Adolf Furtwängler e Karl Reichhold publicaram um estudo ilustrado e com descrições das pinturas nos vasos gregos.

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Usos e formatos

Os vasos em cerâmica eram produzidos em ampla gama de formas e tamanhos e possuíam funções básicas que se complementavam: nos simpósios, por exemplo, mais de doze diferentes formas de vasos podiam ser empregadas para servir e consumir vinho. A estrutura de uma peça geralmente está ligada à anatomia humana: boca, pescoço, ombros, corpo ou pança, e pé – as alças eram chamadas de orelhas pelos gregos. Os nomes que usamos para as suas formas são muitas vezes mais uma questão de convenção do que de factibilidade histórica. Enquanto alguns ilustram seu próprio uso, são rotulados com seus nomes originais, outros são o resultado de tentativas de primeiros arqueólogos de reconciliar o objeto físico com um termo conhecido da literatura grega – nem sempre com sucesso. Em ordem alfabética, são eles: alabastro, ânfora (de pescoço, panatenaica, Nolan, tipos A, B e C), aríbalo (inicial e de figuras vermelhas), asco, cálpis, cântaro, cíato, cílice (tipos A, B e C), cratera (de cálica, de coluna, de voluta e de sino), dino, enócoa, escifo, exaliptro, hidría, lebes nupcial, lecánide, lécito, lip cup, lutróforo, olpe, pátera, pélica, pito, píxide, psíctere, ritão e estamno. Para entender a relação entre forma e função, esses vasos podem ser divididos em quatro grandes categorias:

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Decoração

Normalmente a cerâmica grega era decorada com pinturas com temas do dia-a-dia, mitológicos ou eróticos; mas esses vasos tinham outras funções. Essas pinturas poderiam ser em figuras negras, figuras vermelhas, toda em preto (com ou sem detalhes brancos), entre outros. Os gregos eram povos que se pareciam conosco, se parar para pensar hoje usamos vasos decorados para beber água, colocar vinho e etc

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Importância arqueológica

Sua importância se deve principalmente às cenas pintadas nos mesmos, que são excelentes fontes históricas pois normalmente representam cenas do cotidiano ou da mitologia, contando-nos os hábitos e as crenças dessa sociedade. Às vezes as cenas mostram para que os vasos eram usados. Também mostram-nos a grande habilidade dos artesãos da Grécia Antiga.

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