Carlos Henrique Schroder
Carlos Henrique Schroder é um jornalista brasileiro. Atuou como diretor geral da Rede Globo de 2013 a 2019.
Descendente de alemães formado em Direito e Comunicação, iniciou sua carreira no jornalismo em 1981, como repórter da Folha da Tarde, em Porto Alegre.[carece de fontes?] É torcedor do Internacional.[carece de fontes?] No ano seguinte, transferiu-se para a TV Educativa, onde começou como editor do jornal da noite. Em seis meses, tornou-se diretor de jornalismo da emissora.[carece de fontes?]
RBS
Ainda em 1982, quando a RBS TV, afiliada da Rede Globo no RS e SC, lançou o Bom Dia Rio Grande, tornou-se editor do telejornal, acumulando as funções nas duas emissoras gaúchas.[carece de fontes?] Ainda na RBS, Carlos Henrique Schroder foi editor do Jornal da RBS, telejornal local exibido logo após o Jornal da Globo.[carece de fontes?] Em 1984, tornou-se coordenador de rede, dentro de uma nova organização implementada na Globo para o recebimento de matérias das afiliadas pela Central Globo de Jornalismo (CGJ), no Rio de Janeiro. No novo esquema, o jornalismo de cada estado designava profissionais responsáveis pela interlocução com a TV Globo.[carece de fontes?]
Globo
No final de 1984, Carlos Henrique Schroder foi convidado a assumir a produção do Jornal Hoje, então baseada no Rio de Janeiro. Nessa época, participou do Centro de Produção de Notícia (CPN), onde editores, produtores e repórteres da TV Globo definiam como seriam as coberturas da emissora.[carece de fontes?] Foi editor-chefe do Jornal Hoje, depois produtor e editor dos assuntos nacionais do Jornal Nacional, entre 1988 e 1989.[carece de fontes?] Acompanhou inúmeros acontecimentos jornalísticos importantes, como a doença e morte do presidente Tancredo Neves (1985) e a Guerra do Golfo (1991). Um momento dramático foi a morte do piloto Ayrton Senna, em maio de 1994. A cobertura imediata do acidente possibilitou que o Fantástico do mesmo dia fosse quase todo dedicado ao fato, alcançando aproximadamente 80% de audiência. Carlos Henrique Schroder acumulava então as funções de diretor de produção e diretor editorial da CGJ.[carece de fontes?]
Carlos Henrique Schroder ganhou duas vezes o prêmio Comunique-se de Jornalismo e Comunicação, em 2004 e 2006, na categoria de melhor executivo de veículo de comunicação. Em 2018, foi vencedor do Prêmio Caboré, considerado a maior premiação da propaganda brasileira, na categoria Empresário ou Dirigente da Indústria da Comunicação.


