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Carlos Avilez

Carlos Vítor Machado, de seu nome artístico Carlos Avilez ComIH, foi um encenador e ator português.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 29/08/2026
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Carreira

Avilez iniciou-se no teatro como actor, ingressando em 1956 na Companhia Amélia Rey Colaço - Robles Monteiro, onde permaneceu até 1963. Durante esse período também escreve e dirige peças na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul e no Centro Espanhol. A conselho de Amélia Rey Colaço, orienta a sua vida para a encenação. Em 1963 apresenta A Castro, de António Ferreira na Guilherme Cossoul, numa encenação arrojada que causa alguma agitação no meio artístico lisboeta. Depressa ganha o estatuto de "enfant terrible" do teatro português. Estreia-se profissionalmente no Teatro Experimental do Porto (TEP) na peça Carta Perdida, de Caraggiale. Em 1964 dirige o Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC), onde encena uma peça de Federico García Lorca. É um dos fundadores, em 1965, do Teatro Experimental de Cascais (TEC), companhia que traça um plano inovador no teatro. Trabalhou em França com Peter Brook e Jerzi Grotowsky na Polónia. Paralelamente à sua actividade no TEC dirigiu Raúl Solnado no Teatro Villaret. Em 1970 é director artístico e responsável pelo dia consagrado a Portugal na Expo '70, em Osaka, no Japão. Dirige para o ACARTE Hamlet, de Shakespeare e Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente, de Natália Correia. Em 1979 é nomeado, juntamente com Amélia Rey Colaço, director da Companhia Nacional de Teatro I - Teatro Popular, então sediada no Teatro São Luiz.

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