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Jules Mazarin

Jules Mazarin, nascido Giulio Raimondo Mazzarino, Mazarino, Mazarini, ou Mazzarini e conhecido como Cardeal Mazarino, foi um estadista italiano radicado na França que serviu como primeiro-ministro da França de 1642 até à data da sua morte. Mazarino sucedeu a seu mentor, o Cardeal de Richelieu. Ele era um notável coletor de arte e joias, particularmente diamantes, e deixou, por herança, os "diamantes Mazarino" a Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem até hoje na coleção do museu do Louvre em Paris. Foi irmão do Cardeal Miguel Mazzarino.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/07/2026
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Biografia

Nasceu em Pescina, no reino de Nápoles em 1602, oriundo de modesta família siciliana. Foi educado por jesuítas em Roma. Estudou direito canônico na Universidade de Alcalá, na Espanha. Voltou a Roma e prestou serviço militar para o Papa. Em 1628, tornou-se diplomata papal aos 26 anos de idade. Como missão crucial, assumiu, em 1630 as negociações de paz com o cardeal de Richelieu durante a Guerra da Sucessão de Mântua, e evitou que os exércitos da França e da Espanha se confrontassem em Casale Monferrato. Foi nomeado, pela Santa Sé, vice-legado do Papa Urbano VII em Avinhão. Foi, por algum tempo, núncio extraordinário em Paris até que o cardeal Richelieu o convocou para o serviço junto ao rei Luís XIII. Gozando então de grande prestígio por parte de Richelieu e Luís XIII, ganhou, em 1639, a nacionalidade francesa e foi nomeado cardeal em 1641, sem nunca ter sido ordenado padre. Foi nomeado sucessor do cardeal Richelieu, após a morte desse e, após a morte de Luís XIII em 1643, tornou-se primeiro-ministro pela regente da França, Ana de Áustria.

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Na literatura

Mazarino foi um dos personagens principais do romance de Alexandre Dumas, Vingt Ans Après, continuação da célebre romance Os Três Mosqueteiros. Nesse livro é apresentado como um ser odiado pelos franceses.

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Fontes consultadas

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