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Câncer ovariano

Cancro do ovário (português europeu) ou câncer ovariano (português brasileiro) é o cancro que se forma nos ovários. Caracteriza-se pela presença de células anormais que têm a capacidade de invadir ou de se espalhar para outras partes do corpo. Na fase inicial da doença podem não se manifestar sintomas ou os sintomas serem vagos e imperceptíveis. À medida que a doença avança, os sintomas vão-se tornando mais percetíveis. Entre os sintomas estão a sensação de distensão abdominal, dores na região pélvica, inchaço abdominal e perda de apetite, entre outros. Entre as regiões mais comuns para onde o cancro se espalha estão o revestimento do abdómen, o revestimento do intestino e da bexiga, gânglios linfáticos, pulmões e fígado.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/07/2026
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Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas do câncer de ovário são frequentemente sutis ou imperceptíveis, mas podem incluir: Na maioria dos casos, esses sintomas persistem durante vários meses, antes de serem reconhecidos e diagnosticados, podendo ser confundidos com uma condição tal como síndrome do cólon irritável.

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Fatores de risco

A maioria dos fatores de risco para câncer de ovário são de natureza hormonal. Não ter filhos (nuliparidade) é um fator de risco para o câncer de ovário, provavelmente porque a ovulação não foi suprimida durante a gravidez e mais ovulação significa menos óvulos mais rápido. Outros fatores de risco para seu desenvolvimento incluem: São consideradas pacientes de risco as mulheres portadoras de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, cuja chance de desenvolver câncer pode chegar a mais de 50%, sendo por isso recomendada a retirada dos ovários e das tubas uterinas depois de terem a quantidade de filhos que desejam ter ou no pré-menopausa(entre os 35 e 50 anos). Até muito recentemente, o único fator de risco conhecido era o número de ovulações: quanto maior, maior era o risco de câncer de ovário; isto motivou uma única medida preventiva: a diminuição no número de ovulações, com o uso de pílulas anticoncepcionais. Porém existem fortes evidências de que os únicos tumores realmente originados nos ovários sejam os tumores das células germinativas. Já os tumores epiteliais são, na sua grande maioria, originados em outros sítios e implantados precocemente nos ovários.

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Diagnóstico

O diagnóstico do câncer de ovário começa com um exame físico (incluindo um exame pélvico), um exame de sangue (para CA-125 e às vezes outros marcadores) e ultrassonografia transvaginal.

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Tratamento

Os principais tratamentos para o câncer de ovário são:

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Pesquisa

Em 2014, pesquisadores criaram, em um rato, o primeiro modelo do carcinoma de células claras de ovário, usando dados do atlas do genoma do câncer humano. Eles mostraram que, quando os genes PIK2CA e ARID1A são mutados de modo específico, o resultado é câncer do ovário em 100 por cento das vezes. Também mostraram que uma droga conhecida pode suprimir o crescimento dos tumores

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