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Campo de beisebol

Um campo de beisebol, também chamado de ball field ou diamante de beisebol, é um campo no qual o jogo de beisebol é jogado. O termo também pode ser usado como metonímia para um estádio de beisebol.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 06/11/2026
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Especificações

Imagem: Laura Lessa · BY-NC-SA · Openverse

O ponto inicial da maior parte da ação em campo é o home plate, que é uma laje com cinco lados de borracha branca, um quadrado de 17 polegadas (43,2 cm) com dois dos cantos removidos, fazendo com que uma borda tenha 17 polegadas (43,2 cm), dois lados adjacentes tem 8,5 polegadas (21,6 cm) e os dois lados restantes tem 12 polegadas (30,5 cm) em um ângulo que fazem uma ponta. Adjacente aos lados do home plate existem dois quadrados com 8.5-polegadas (21,6 cm), chamados de batter's box (ou caixa do rebatedor). Os outros três cantos do quadrado, no sentido anti-horário a partir do home plate, são chamados de primeira base, segunda base e terceira base. Três bolsas de lona de 15 polegadas (38 cm) marcam as três bases. Estas três bolsas juntamente com o home plate formam os quatro pontos nos cantos do infield. Todas as bases, incluindo o home plate, encontram-se inteiramente dentro do território válido. Portanto, qualquer bola rebatida que toque estas bases estão necessariamente em território válido. Enquanto as bolsas da primeira e da terceira bases estão posicionadas de modo que estejam dentro do quadrado de 90 pés (27,5 metros) formado pelas bases, a bolsa da segunda base é colocada de modo que seu centro (diferente da primeira, terceira e home plate) coincida exatamente com o "ponto" do quadrado do infield de 90 pés (27,5 m). Assim, embora os "pontos" das bases tenham 90 pés (27,5 m) de distância, a distância física entre cada par sucessivo de marcadores de base é mais próxima de 88 pés (26,8 m).

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Campo interno

Imagem: ER's Eyes - Our planet is beautiful. · BY-NC-SA · Openverse

O campo interno de beisebol é a área dentro das quatro linhas de base de 90 pés (60 pés para jovens de 12 anos de idade ou menos) junto com suas respectivas bases.

Primeira base

A primeira base é a primeira das quatro bases que devem ser tocadas por um jogador da equipe de ataque a fim de anotar uma corrida. Diferentemente de quando um jogador ofensivo alcança a segunda ou terceira bases, é permitido que o rebatedor-corredor passe correndo pela primeira base (tocando-a) sem ser eliminado. Após o contato feito com a primeira base, o batedor-corredor pode desacelerar e retornar a primeira base, com tanto que ele não faça nenhum movimento ou tentativa de avançar a segunda base. O corredor não pode pode sofrer tag se estiver tocando a base com qualquer parte do corpo. O homem de primeira base é o jogador defensivo responsável pela área próxima a primeira base. Normalmente o profissional da primeira base é um jogador alto e lento ao correr. Um primeira base alto representa um alvo maior onde os campistas possam arremessar, e sua altura lhe dá um alcance maior em bolas arremessadas erroneamente. Jogadores que são canhotos são preferíveis para a primeira base pelas seguintes razões: é mais fácil para um canhoto apanhar um arremesso de pick-off vindo do arremessador e fazer o tag no corredor; e é mais fácil para um canhoto conseguir arremessar para a segunda base para uma eliminação dupla dos tipos 3-6-3, 3-6-4 ou 3-6-1. Além disso, um primeira base destro, quando se prepara para receber um arremesso de um defensor interno, executa um meio-pivô próximo a base; este é um movimento que um canhoto não precisa fazer. Existem três posições de campo interno que podem efetivamente ser ocupada por jogadores destros: 2ª base, 3ª base e shortstop. Isto por causa do tempo que leva para fazer o pivô e lançar a bola. Um jogador canhoto leva mais tempo para fazer este pivô e em um jogo de alto nível das grandes ligas, o tempo é crítico. Como resultado, existem menos posições em que um jogador canhoto pode ocupar, e se este jogador não é rápido, o campo externo pode não ser uma boa escolha.

Segunda base

A segunda base é a segunda das quatro estações de um diamante de beisebol que deve ser tocada para que um corredor anote corrida. A segunda base ié normalmente defendida pela homem de segunda base e o shortstop. A segunda base é também conhecida como keystone sack. Um corredor na segunda base é tido como estando em "posição de anotar corrida", devido à alta probabilidade de chegar ao home plate e marcar uma corrida vindo da segunda base na maioria das rebatidas. Sendo a segunda base a mais distante do home plate, é um alvo comum do roubo de base. O corredor não pode ser eliminado por tag se ele está tocando a base com qualquer parte do corpo.

Terceira base

A terceira base é a terceira das quatros bases em que o corredor deve tocar em sentido anti-horário para anotar uma corrida. Muitas bolas rebatidas que resultam na eliminação do rebatedor (como o fly de sacrifício) pode, no entanto, permitir que um corredor chegue ao home plate e anote uma corrida vindo da de terceira base, desde que ele alcance o home plate antes que um terceiro jogador seja eliminado. Um corredor na terceira base é portanto particularmente valioso para a equipe que está no bastão quando menos que dois jogadores já tenham sido eliminados. O corredor não pode ser eliminado por tag se ele está tocando a base com qualquer parte do corpo.

Home plate

O home plate, formalmente designado home base nas regras, é a base final que um jogador deve tocar para anotar uma corrida. Ao contrário das outras bases que são quadradas, o home plate é uma laje de borracha branca com cinco lados que é colocada no nível do campo. O uso de borracha foi desenvolvido por Robert Keating, que arremessou em um jogo pelo Baltimore Orioles em 1887. Antes de se adotar a borracha o plate era perigosamente feito de pedra, ferro ou madeira. As dimensões do home plate são: 17 polegadas (43,2 cm) na frente, 8,5 polegadas (21,6 cm) de cada lado, com um fundo triangular de dois lados com 12 polegadas (30,5 cm). As bordas traseiras estão em ângulo de 45 graus, fazendo uma ponta na parte de trás. A placa é branca e rodeada por uma faixa preta de 3/4 polegadas (1,9 cm) de largura. O plate está inteiramente em território "válido", com as duas bordas traseiras alinhadas com as foul lines do campo direito e esquerdo. Os requisitos de comprimento e ângulo para o home plate exigem que não seja um pentágono regular; é um retângulo com 17 polegadas por 8.5 polegadas (43,2 x 21,6 cm) com um triângulo isósceles com base de 17 polegadas (43,2 cm) e lados iguais de 12 polegadas (30,5 cm) anexada às costas.

Caixa do rebatedor e caixa do receptor

A caixa do rebatedor (em inglês batter's box) é o local onde o rebatedor fica quando está pronto para receber o arremesso do pitcher. Normalmente é desenhado com giz na terra que rodeia o home plate, e os lados internos das caixas são molhadas antes de cada partida. As linhas desenhadas em giz que delimitam as duas foul lines sõ raramente estendidas até os batter's boxes. Entretanto, estas linhas conceitualmente com o propósito de facilitar os umpires julgar se uma bola rebatida é válida ou foul. Além disso, as bordas dos batter's boxes muitas vezes não são colocadas com giz. De maneira similar, embora não marcada, estas linhas continuam a existir para a finalidade das regras relativas aos batter's box e a posição do rebatedor em relação a ela.

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Postes de falta

Imagem: allanpatrick · BY-SA · Openverse

O postes de falta (em inglês foul poles) se presentes, ajudam os umpires julgar se uma bola voadora rebatida sobre a linha da cerca é foul (não em jogo) ou válida (um home run). Os postes são extensões verticais das foul lines na borda do campo de jogo. A borda externa das linhas de falta e foul poles definem o território foul. Ambas linhas e postes estão em território válido, em contraste com o futebol americano e basquetebol, onde as linhas que marcam os limites estão fora dos limites. Antes de 1920, as foul lines se estendiam indefinidamente; um rebatedor era recompensado com um home run apenas se uma bola voadora fora de campo era válida onde aterrizasse, ou "quando vista pela última vez" pelo umpire. Agora, uma bola rebatida que deixe o campo em voo é julgada válida ou foul no ponto onde deixou o campo. Portanto, uma bola voadora que passa no lado válido de um foul pole, ou atingir um foul pole, é um home run, independentemente de onde a bola vá depois.

Montinho do arremessador

Mais ou menos no meio do quadrado, equidistante entre a primeira e terceira bases, e um pouco mais perto do home plate do que da segunda base, está um pequeno monte artificial chamado de montinho (ou pitcher's mound no original). Ali é onde o arremessador fica quando arremessa a bola. No topo do montinho está uma laje de borracha branca, chamada pitcher's plate ou pitcher's rubber. Ele mede 6 polegadas (15 cm) de frente para trás e 2 pés (61 cm) em toda extensão, à frente da qual está exatamente 60 pés e 6 polegadas (18,44 metros) da borda traseira do home plate. Esta distância peculiar foi estabelecida pelos criadores da regra em 1893, não devido a um erro clerical ou topográfico como o mito popular diz, mas intencionalmente (mais detalhes na seção História).

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Linha de base

Imagem: Allan Patrick from Natal, Brasil · BY-SA · Openverse

Uma linha de base é uma linha direta entre duas bases adjacentes. As linhas de base não são desenhadas no campo, embora as foul lines sirvam para marcar as linhas de base entre o home plate e a primeira base e entre a terceira base e o home plate.

Linha de corrida

Geralmente o corredor não precisa seguir a linha de base. Um corredor procurando avançar mais do que uma base, tipicamente faz uma curva, seguindo um caminho mais circular. Entretanto, este movimento do corredor é limitado quando a defesa tenta fazer o tag nele. No momento em que a defesa começa esta tentativa, o corredor deve seguir em linha reta de sua posição atual para a base que ele está tentando alcançar. Um corredor que se afasta a mais de três pés (90 cm.) da linha de base para evitar o tag, está eliminado.

Faixa de corrida

No meio do caminho entre o home plate e a primeira base, e terminando na primeira base, há uma segunda linha desenhada em giz à direita da foul line. Esta segunda linha e parte da foul line correm em parelelo para formar a faixa de corrida que define o caminho em que rebatedor deve correr enquanto avança para a primeira base. A Regra 6.05(k) da Official Baseball Rules afirma que, se um rebatedor correndo para a primeira base corre fora da linha de corrida, e "fazendo isso" interfere o arremesso para o primeira base, então o rebatedor está automaticamente eliminado. A própria primeira base não está localizada na faixa de corrida, mas a Regra 6.05 permite que o corredor deixe a faixa de corrida "por meio de um passo ou deslize na vizinhança imediata da primeira base" para pisar a primeira base.

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Linha de grama

A linha de grama, onde a terra do campo interno termina e a grama do campo externo começa, não tem significado especial para as regras do jogo, mas pode influenciar no resultado de uma partida. As faixas de terra para corrida entre as bases (e ainda em alguns estádios, entre o arremessador e o catcher) existem desde o início do esporte, embora não sejam mencionadas nos livros de regras até por volta de 1950, e suas especificações são flexíveis. Além de fornecer um caminho para a corrida, as linhas de grama agem como ajuda visual aos jogadores, umpires e fãs que podem julgar melhor a distância do centro do diamante. Ocasionalmente a bola pode quicar erraticamente na área de terra ou na borda entre a terra e a grama. Muitos campeonatos de World Series (incluindo 1924, 1960 e 1986) foram decididos ou fortemente influenciados por pulos erráticos de bolas rasteiras. Em estádios com grama sintética, a área de terra do campo interno era originalmente colocada apenas em volta das bases e em volta das áreas do arremessador e do rebatedor, e eram referidas como "sliding pits". Nesta configuração, a "linha de grama" é normalmente designada com um arco branco. Entre os estádios da Major League Baseball, o Rogers Centre foi o último estádio a manter este tipo de configuração e foi reconfigurado em 2016 com um campo interno todo coberto de terra.

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Campo externo

O campo externo ou outfield é coberto com uma grama mais grossa ou grama sintética. É onde os defensores externos jogam. As posições de jogo no outfield são campista direito, campista central e campista esquerdo (nomeados em relação à posição do rebatedor; portanto o campo esquerdo é atrás da terceira base e o campo direito é atrás da primeira base). Os outfields variam de tamanho e formato dependendo do tamanho total e formato do campo de jogo. O outfield se estende do campo interno até a parede do campo externo e inclui o warning track. Os outfields variam especialmente quando se compara os campos das ligas menores com os das grandes ligas. Os campos das ligas menores são menores em tamanho e tipicamente são cobertos com grama enquanto a maioria dos campos das grandes ligas são cobertos com grama sintética. Isto vale para os outfields do campos de colégio e universidades. Com o outfield sendo principalmente grama, as chuvas são mais propensas a ocorrer do que em campos onde o outfield é sintético.

Faixa de aviso

A faixa de aviso (em inglês warning track) é a faixa de terra que beira o campo de beisebol (especialmente em frente às cercas de home run e ao longo do lado direito e esquerdo do campo). Como a cor da warning track diferente do campo de grama, o campista externo pode permanecer focado em uma bola voadora próximo a parede e medir sua proximidade da cerca enquanto tenta apanhar a bola com segurança. A largura do warning track não é especificada nas regras. É geralmente desenhada para dar por volta de três passos de aviso aos jogadores de alto nível usando o campo. As larguras típicas variam de seis pés (1,82 m.) nos campos de ligas menores até por volta de 10–15 pés (3 - 4,5 m) para universidades ou jogos de nível profissional. Um warning track tão amplo permite que os mantenedores do gramado evitem dirigir veículos de manutenção na grama.

Parede do campo externo

A parede do outfield ou cerca do outfield é a parede ou cerca que marca o limite externo do campo. Uma bola que passe por cima do muro em território foul é uma bola morta; se ela passa por sobre o muro em território válido enquanto em voo, é um home run. As regras oficiais não especificam o formato, altura ou composição do muro, ou ainda a distância obrigatória do home plate (embora a Major League Baseball exija uma distância mínima de 250 pés (76 metros) e recomende uma distância mínima de 320 pés (98 metros) dos foul poles e 400 pés (120 metros) do campo central. Como resultado, os campos de beisebol podem variar grandemente. O muro tem números afixados ou pintados que denotam a distância em pés daquele ponto do muro até o home plate. Nos estádios mais modernos, o muro é feito de algum material duro (e.g., concreto) com acolchoamento do lado do campo para proteção dos jogadores que possam colidir com o muro em alta velocidade enquanto tentam fazer uma jogada. Cercas de arame podem ser também incorporados ao muro em áreas onde o muro precise ser transparente, e.g., um bullpen no outfield, uma área de espectadores atrás do muro, ou para proteger o placar incorporado ao muro. Muitos estádios apresentam uma linha amarela marcando o topo do muro facilitando o julgamento dos umpires se a bola passou sobre o muro ou se uma bola é válida ou foul.

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Locais de preparação

Bullpen

O bullpen (algumas vezes chamado simplesmente de "the pen") é a área onde os arremessadores se aquecem antes de entrar no jogo. Dependendo do estádio, pode estar situado em território foul junto as linhas de base ou atrás da cerca do campo externo. Um reliever normalmente aguarda no bullpen quando ainda jogará em uma partida, ao invés de ficar no dugout com o resto do time. O arremessador titular da rotação também faz seu aquecimento pré-jogo no bullpen. Treinador podem chamar seus assistentes no bullpen através de telefones internos diretamente do dugout para pedir que determinado arremessador comece a se aquecer. O "bullpen" é também usado para descrever um conjunto de arremessadores reservas.

Círculos on-deck

Existem dois círculos on-deck no campo, um para cada equipe, posicionados em território foul entre o home plate e o banco de reservas dos respectivos times. Eles são tecnicamente conhecidos como next-batter's boxes (caixas dos próximos rebatedores) . O círculo on-deck é onde o próximo rebatedor da ordem ou rebatedor "on-deck", se aquece enquanto espero pelo jogador que está ao bastão encerrar sua vez. O círculo on-deck é composto de terra, um círculo pintado em grama sintética ou ainda, especialmente no nível profissional, um tapete feito de material artificial, com o logotipo da equipe ou da liga pintado sobre ele.

Caixa dos técnicos

As caixa do técnico (em inglês coach's boxes), localizada atrás da primeira e terceira bases, é onde os técnicos daquelas bases ficam, embora normalmente fiquem fora destas caixas. Isto é permitido contanto que o técnico não interfira na jogada e a equipe adversária não se oponha (nesse caso, o umpire deve garantir que todos os técnicos em ambas as equipes devam respeitar os limites das coach's boxes). As coach's boxes são marcadas com giz ou tinta. No princípio do beisebol, o termo "coacher's box" era usado, pois "coach" era usado como verbo. Como o termo "coach" evoluiu como um pronome, o nome da caixa também mudou.

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História

O layout básico do diamante mudou muito pouco desde as Regras Knickerbocker dos anos 1840. A distância entre as bases já estavam estabelecidas em 90 pés (27,5 m), que permanece ainda hoje. Com tentativa e erro, 90 pés (27,5 m) se estabeleceu como a distância ideal. 100 pés (30,5 m) daria muita vantagem à defesa e 80 pés (24 metros) muita vantagem para o ataque. As Regras Knickerbocker originais não espeficavam a distância do arremesso explicitamente. Por volta do início das grandes ligas nos anos 1870, o arremessador era compelido a arremessar de uma "caixa" cuja borda frontal ficava a 45 pés (13,7 m) do "ponto" do home plate. Embora ele tivesse que soltar a bola antes de cruzar a linha, assim como os jogadores de críquete, ele também tinha que iniciar a soltura da bola de dentro da caixa; ele não poderia correr como os jogadores de críquete fazem. Além disso, o arremessador tinha que arremessar de baixo para cima (underhand). Por volta dos anos 1880, os arremessador tinham dominado o arremesso de baixo para cima—de fato, em 1880, houve dois jogos perfeitos em uma semana.

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Fontes consultadas

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