Campanha do Egito
A Campanha do Egito foi uma campanha militar realizada durante a Revolução Francesa e, por isso, deverá ser analisada no âmbito das Guerras da Revolução Francesa. Nesta campanha, os Franceses pretenderam ocupar o Egito para utilizarem este território como plataforma a partir de onde avançariam para a Índia, onde, com o apoio de forças locais, atacariam o domínio britânico daquela região. Nos dois primeiros anos, as forças militares francesas foram comandadas por Napoleão Bonaparte, que tinha defendido a realização desta expedição. Entre a França e o Egito fica a ilha de Malta, que foi conquistada pelos Franceses durante o trajeto. A campanha militar foi acompanhada de uma campanha científica, na qual participaram numerosos nomes dos meios académicos franceses, que foi um sucesso. A Pedra de Roseta foi encontrada durante esta campanha, permitindo, mais tarde, a decifração do Egípcio Hieroglífico por Jean-François Champollion. No entanto, em termos militares, "a campanha foi um desastre. Foi um desperdício de vidas, de dinheiro e de materiais. Não teve influência na balança do poder internacional ou na posição da marinha francesa no Mediterrâneo". No entanto, a Batalha das Pirâmides, o único sucesso francês na campanha, contribuiu para a reputação de Napoleão Bonaparte, contribuindo para a sua ascensão política.
Depois da assinatura do Tratado de Campoformio, que punha fim à Guerra da Primeira Coligação, o exército de Itália francês ficou a guarnecer a linha de postos avançados na nova fronteira com a Áustria, ao longo do Rio Ádige[nota 1] e a ocupar os territórios que tinham sido anexados pela França (Piemonte), bem como os da República Cisalpina, formação política criada por Napoleão e controlada pelos Franceses. O Imperador Francisco I da Áustria tinha aceite a paz com a França e, assim, o estado de guerra continuava apenas contra o Reino da Grã-Bretanha. No dia 27 de outubro de 1797, Napoleão Bonaparte foi nomeado comandante do Exército de Inglaterra. Este exército, criado por decisão do Diretório, a 26 de outubro, teria por objetivo a invasão do Reino da Grã-Bretanha. Napoleão chegou a Paris (vindo de Itália) no dia 5 de dezembro e começou de imediato a tomar providências relativas à organização do seu novo exército. No entanto, depressa constatou que uma operação desta envergadura, que envolvia meios terrestres e navais, para ter possibilidades de êxito, necessitava de ser realizada com domínio do mar, o que não acontecia, pois o poder naval era claramente favorável à Inglaterra. No dia 23 de fevereiro de 1798, Napoleão enviou um relatório ao Diretório, a explicar porque não considerava possível a invasão da Grã-Bretanha pelas tropas francesas.
As ações militares desenvolvidas por esta expedição realizaram-se em Malta, no Egito e na Síria. «Em fins do século XVIII, os boatos, as descrições que acerca das riquezas naturais do Egito e da Síria corriam, eram abundantes e sedutoras, pelo que o pensamento geral era fundar ali colónias e feitorias».
Malta
Malta é uma ilha do Mar Mediterrâneo situada a sul da Sicília. É a maior ilha de um arquipélago de vinte e uma, em que apenas três são habitadas. As restantes, pela sua dimensão, não reúnem condições para isso e algumas não são mais que ilhéus. A sua costa possui inúmeras baías e pontos favoráveis ao desembarque de tropas. Valeta (a capital) possuía então o melhor porto do Mediterrâneo. A posse de Malta permite controlar o estreito da Sicília e, por isso, é importante do ponto de vista estratégico. Em 1798, a ilha estava sob domínio da Ordem dos Hospitalários (desde 1530). Embora a maior parte dos Cavaleiros fosse de origem francesa, eram profundamente hostis à Revolução e, em 1797, o governo francês tomou conhecimento, com algum alarme, de que a Rússia e a Áustria consideravam a possibilidade de se apoderarem desta ilha para usufruírem da sua posição estratégica e para impedirem a França revolucionária de o fazer. A ilha é rochosa e fortemente fortificada. Valeta, um bom porto de abrigo, estava protegida por muralhas e vários fortes.
Egito
O Egito é um país árido. Basicamente, é um deserto atravessado, na direção Sul-Norte, pelo rio Nilo, o seu único rio. No território do Egito podem distinguir-se duas regiões distintas: o Baixo Egito, que compreende o delta do Nilo (normalmente designado apenas por “Delta”), e o Alto Egito, que compreende o vale do Nilo, desde o Delta até à fronteira com o Sudão. Fora do vale do Nilo, a maior parte do território egípcio é composto por desertos, em grande parte rochosos. A maior parte do Egito tem um clima desértico, isto é, moderado ou quente durante o dia e frio durante a noite. A maior parte da precipitação verifica-se nas regiões costeiras. Para o interior, no deserto, as temperaturas podem atingir mais de 40 ºC. Trata-se, portanto, de um território onde não é fácil sobreviver longe do Nilo. Sendo este o seu único rio, é ao longo das suas margens e no Delta que encontramos a maior parte da vegetação e dos aglomerados urbanos. Por esta razão, é no Delta e ao longo do Nilo que se realizam a maior parte das operações militares destinadas a conquistar o Egito. O Nilo é um rio navegável em grande parte da sua extensão. Para quem parte da foz, encontra o primeiro obstáculo em Assuão, na Primeira Catarata, onde hoje se situa a antiga barragem de Assuão. Atendendo a que as forças francesas estavam dependentes do apoio que lhes chegava nas embarcações que circulavam no Nilo, compreende-se que as operações não se tenham estendido para sul de Assuão.
Síria
O território da Síria que foi percorrido pelas tropas francesas correspondia aos atuais territórios da Síria, Líbano, Israel, Faixa de Gaza, Cisjordânia e faixa costeira norte da Península do Sinai. É uma zona menos desértica que o Egito e dispõe de pequenos cursos de água ao longo do caminho, com exceção da Península do Sinai, zona desértica onde a água escasseia. Houve várias ações militares na Síria mas, as mais importantes foram em Acre e perto do Monte Tabor. Acre é hoje uma cidade portuária no Estado de Israel, onde ainda existem as muralhas e a parte antiga que vem do tempo das Cruzadas. O Monte Tabor não foi o local da batalha mas a referência que lhe deu o nome. Esta região, que incluía Acre e o Monte Tabor, pertencia à administração de Damasco. Entre o Egito e Acre (o objetivo mais a Norte atingido pelos Franceses) encontram-se várias povoações que, na época, foram palco destes acontecimentos, em especial Alarixe, nas terras áridas do norte do Sinai, e Jafa, no atual território de Israel.
O Exército do Oriente
Antes de ser publicado o decreto que criava o Exército do Oriente, Napoleão enviou ao Diretório, a 5 de março, um relatório em que apresentava uma estimativa das forças necessárias para a invasão do Egito. De acordo com essa estimativa, eram necessários 25 mil homens de infantaria, 3 mil de cavalaria, 60 bocas de fogo de artilharia de campanha e 40 de artilharia de cerco. Paul Guitry apresenta, no Volume I da sua obra, um documento elaborado pelo Payeur Général de l'Armée, datado de 6 de junho de 1798, que indica os fundos necessários para pagar um mês de soldo ao Exército do Oriente. De uma forma resumida, e de acordo com aquele documento, o Exército do Oriente era constituído por quase 32 500 homens, distribuídos da seguinte forma:
A defesa de Malta
Em Malta existiam 332 cavaleiros da Ordem dos Hospitalários, 50 dos quais, devido à idade, se encontravam incapazes para qualquer serviço militar. As restantes forças, milícias, andariam à volta dos 17 000 homens. Esta era uma força de fraco valor militar.
Os exércitos do Império Otomano
M'Gregor descreveu, em 1828, o que seria a força militar do Egito em 1798 e 1799: É difícil enumerar as forças que os Franceses enfrentaram no Egito. Quando estudamos as batalhas, são-nos apresentados números diversos. De acordo com Digby Smith, no principal confronto verificado no Egito - a Batalha das Pirâmides - Napoleão enfrentou uma força que era formada por 6 mil Mamelucos e cerca de 54 mil Árabes, a maioria a cavalo, mas constituindo estes uma tropa irregular. James Marshall-Cornwall contabiliza 17 mil Mamelucos dos quais 5 mil formavam a cavalaria e 12 mil a infantaria. São números muito díspares mas pode-se, pelo menos, concluir que a cavalaria era em número superior à dos Franceses. O mesmo se passou na Síria, onde Napoleão enfrentou forças locais e de origem turca. Por vezes, os relatórios franceses exageravam os números do inimigo, para enaltecerem a vitória ou justificarem a derrota. Este facto também não ajuda a chegar a conclusões mais precisas. Robert Harvey afirma que, num dos seus despachos, Napoleão descreveu que os Mamelucos tinham uma força de 78 mil homens.
A Comissão das Ciências e das Artes era um corpo de 167 cientistas, técnicos e artistas, formado a 16 de março de 1798. Destes, 154 acompanharam Napoleão ao Egito. A presidência da Comissão foi confiada ao General Maximilien de Caffarelli du Falga, filósofo e soldado, membro do Institut National, encarregado de reunir todo o material que seria transportado para o Egito. Monge e Berthollet formavam o núcleo desta comissão. Mais de metade eram engenheiros e técnicos:
Em janeiro de 1797, quando ainda decorria a Primeira Campanha de Napoleão em Itália, Talleyrand argumentou que o Egito seria a colónia perfeita para a França, pois estava muito mais próximo que as Índias Ocidentais. Um mês mais tarde, Napoleão apoiava esta ideia, mas explicitava que o objectivo da ocupação do Egito era a destruição da Inglaterra. Durante o Verão de 1797, em Itália, Napoleão rodeou-se de tudo o que encontrou escrito sobre o Egito e, a 16 de agosto, escreveu ao Diretório, defendendo a conquista do Egito para derrotar a Inglaterra. A França era, desde 1536, aliada do sultão otomano, o soberano titular do Egito. Napoleão pretendia que Talleyrand fosse a Constantinopla com a missão de persuadir o Sultão a apoiar a invasão francesa do Egito, com a finalidade de fazer com que este território, que era na realidade governado com grande autonomia pelos Mamelucos, voltasse ao verdadeiro controlo do soberano turco. Na realidade, o que a República Francesa pretendia era substituir as possessões perdidas na América, por novas colónias no Oriente. E, nos argumentos apresentados para justificar a conquista do Egito, procuravam-se razões aparentemente altruístas: «O Egito foi uma província da República Romana, é necessário que se torne da República Francesa. A conquista dos Romanos foi a época de decadência deste belo país, a conquista pelos Franceses será a da sua prosperidade.»
Após o General Kléber ter assumido o comando do Exército do Oriente, os Turcos voltaram a lançar uma ofensiva. No fim de outubro, perto de Damieta, os Britânicos apoiaram um desembarque de tropas turcas mas, no dia 1 de novembro, o General Verdier impôs-lhes uma derrota e obrigou-os a reembarcar. Dois meses mais tarde, a 22 de dezembro, os Turcos cercaram Alarixe e, ao fim de oito dias, a guarnição francesa rendeu-se. Foi assinada uma capitulação, mas as tropas turcas assaltaram o forte e massacram todos os que encontraram. Nesta luta, o paiol explodiu e provocou numerosos mortos e feridos. No final, não sobreviveram mais de 160 soldados franceses, que foram libertados no dia 15 de fevereiro de 1800. Depois destes acontecimentos, foram iniciadas negociações entre Franceses, Britânicos e Turcos e, a 28 de janeiro de 1800, a Convenção de Alarixe foi assinada pelos Franceses e pelos Turcos. Esta convenção obrigava os Franceses a abandonarem a parte oriental do Delta. Nesta região, o Exército do Oriente foi substituído por tropas turcas que, pouco a pouco, foram penetrando no Egito. Os Turcos ocuparam as cidades de Qatieh, Salaheya, Belbeis e Damieta. Uma guarda avançada turca, de 6 mil homens, estacionou a 15 Km do Cairo. O delegado do governo otomano, Maomé Aga, foi recebido por Kléber, a fim de estabelecerem os procedimentos de transferência da administração do território.
Os preparativos
A expedição foi organizada em Toulon. A preparação da expedição não foi mantida em segredo, nem tal seria possível. O The Times deu notícias desta actividade, mas o destino da expedição não foi revelado. Aquele periódico londrino deduzia que as forças em preparação se destinavam à invasão do reino de Nápoles ou da Sicília. Os Britânicos não quiseram acreditar que um exército inteiro, comandado pelo melhor general da República, fosse enviado para um teatro de operações secundário, onde não tinha senão interesses indirectos. Aos sábios e artistas foi indicado que o destino final era a Itália. O verdadeiro objectivo da expedição foi, pois, ignorado pela quase totalidade dos participantes e só alguns dos oficiais mais graduados tinham conhecimento dos planos. Napoleão explicou aos seus homens que eles formavam a ala esquerda do Exército de Inglaterra. O verdadeiro destino da expedição só foi conhecido no último momento. «Não existiam 40 pessoas na expedição que tivessem conhecimento da rota que iam seguir» afirmou o General Kléber nos seus Carnets.
A viagem
A viagem da esquadra principal teve início em Toulon, a 19 de maio. A expedição partiu em quatro esquadras separadas. As outras três partiram de Génova, Ajaccio e Civitavecchia. Ao todo eram cerca de 300 navios de transporte, escoltados por catorze navios de linha e treze fragatas, sob o comando do Vice-Almirante Bruyes. Napoleão encontrava-se no navio almirante, l'Orient. No caminho, acolheram os navios com tropas vindos de Génova, da Córsega e de Civitavecchia. A viagem até Alexandria demorou seis semanas. Se a frota fosse atacada no mar dar-se-ia uma catástrofe, pois não era fácil manter agrupados todos aqueles navios, que navegavam a velocidades diferentes. A esquadra britânica, sob o comando de Horatio Nelson, encontrava-se ao largo de Toulon quando, no dia 17 de maio, foi dispersa por uma tempestade. As esquadras britânica e francesa não se encontraram durante a viagem até ao Egito, em parte devido às condições atmosféricas, embora quase se cruzassem nas noites de 22 para 23 e 26 para 27 de junho. Nelson chegou a Alexandria primeiro que os Franceses, mas foi obrigado a partir antes mesmo de eles ali chegarem, para se reabastecer na Sicília. Este facto viria permitir a Napoleão desembarcar as suas tropas sem ser incomodado pelos Britânicos.
A conquista de Malta
Os Franceses chegaram a Malta no dia 9 de junho. No dia seguinte, grupos de desembarque chegaram a vários pontos da costa e convergiram em direção a Valeta. A resistência foi apenas simbólica e o Grão-mestre pediu um cessar-fogo. No dia 11 de junho, Napoleão enviou dois negociadores. A acta de rendição foi assinada a bordo do l'Orient, no dia 12 de junho. As ilhas de Malta, Gozo e Comino foram anexadas à República Francesa. A maior parte dos cavaleiros teve três dias para abandonar os lugares que ocupava, mas cerca de 40 franceses, com menos de 26 anos, foram incorporados no Exército do Oriente. Ao Grão-mestre foram prometidas compensações financeiras e um principado na Alemanha. Napoleão ficou instalado no palácio do Grão-mestre, em Valeta.
A conquista do Egito
A conquista do Egito pelos Franceses começou no dia 1 de julho de 1798, quando as forças do Exército do Oriente começaram a desembarcar na enseada de Marabout, cerca de 15 Km a oeste de Alexandria. Napoleão desembarcou também nesse dia. Quando estavam desembarcados os primeiros cinco mil homens, apenas tropas de infantaria, sem comida e sem água, Napoleão ordenou a marcha sobre Alexandria, que foi conquistada no dia seguinte, perto do meio-dia. Após a batalha pela conquista desta cidade, Napoleão publicou uma proclamação aos Egípcios, na qual lhes garantia a continuidade do sistema de justiça e da liberdade de religião. Os antigos prisioneiros muçulmanos de Malta foram encarregues de difundir a proclamação.
Incursão na Palestina e na Síria
Após a declaração de guerra do Império Otomano à França (2 de setembro), começou a ser organizado, na Síria, um exército turco, sob a orientação do seu governador, o Paxá Ahmed al-Jazzar. Navios de guerra ingleses podiam desembarcar este exército e outras tropas na costa do Delta do Nilo. Assim, Napoleão decidiu atravessar o Sinai e destruir o exército de Djezzar. A Divisão de Reynier, que formou a guarda-avançada, partiu quinze dias mais cedo. Napoleão deixou o Cairo no dia 10 de fevereiro de 1799, quando a sua guarda avançada já tinha sido obrigada a suster o avanço frente a Alarixe. Napoleão juntou-se a Reynier no dia 17. No dia 20 de fevereiro, a guarnição do forte de Alarixe, formada por Turcos e Mamelucos, rendeu-se aos Franceses. A próxima etapa foi Gaza e em seguida Jafa, que foi conquistada a 7 de março, após ter oferecido três dias de resistência. Nesta cidade, os Franceses encontraram provisões que lhes foram de grande utilidade. Para além das baixas em combate, os Franceses tiveram então de enfrentar outra grande ameaça: a peste bubónica. Em Jafa foi montado um hospital para os militares que tinham apanhado esta doença. Os numerosos prisioneiros Turcos e locais, não podendo ser escoltados pelas tropas francesas, para não dispensarem mais homens, foram executados por ordem de Napoleão.
O final da campanha de Napoleão
Após o regresso ao Egito, Napoleão empenhou-se em reorganizar rapidamente o seu exército. Britânicos e Turcos preparavam uma ofensiva a Oriente (istmo de Suez) e um desembarque a Norte (costa mediterrânica). Napoleão escreveu ao Diretório a pedir reforços, mas sabia que os Britânicos dominavam o Mediterrâneo e a sua correspondência nem sempre chegava ao destino. Num despacho de 28 de junho de 1799, dirigido ao Diretório, Napoleão afirmava que, se não lhes fosse possível enviarem os socorros que ele solicitou, então seria necessário fazer a paz. Murade Bei reapareceu. Os Franceses reagiram e as tropas mamelucas refugiaram-se novamente no Alto Egito. Sem capacidade para derrotar os Franceses, não deixavam de ser uma ameaça permanente, que os obrigava a dispersar forças. No dia 15 de julho, Napoleão teve conhecimento de que uma frota britânica, que transportava um exército turco, se aproximou da costa mediterrânica e decidiu ir ao seu encontro com o máximo de forças disponíveis. As tropas francesas reuniram-se em Rahmaneya e aguardaram até saberem onde se daria o desembarque. Entretanto, os Turcos desembarcam em Abukir, consolidam ali as suas posições e, dia após dia, foram reforçados. Napoleão decide passar ao ataque e, no dia 25 de julho, na Batalha de Abukir, as tropas turcas sofrem uma derrota esmagadora. Os sobreviventes refugiaram-se no forte e resistiram até 2 de agosto. O controle do Egito estava assegurado, para os Franceses, por mais algum tempo.


