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Bornéu

Bornéu é uma grande ilha localizada na Ásia, na região das grandes Ilhas da Sonda, sendo considerada a terceira ilha maior do mundo. Situada em meio às grandes rotas marítimas do Sudeste Asiático, está ao norte de Java, a oeste de Celebes, a leste de Sumatra e da península da Malásia, e ao sul do mar do Sul da China. Está dividida em três partes, com soberania, respectivamante, da Indonésia, ao sul; da Malásia e de Brunei, ao norte. A Indonésia tem soberania sobre, aproximadamente, 73% da área de Bornéu, enquanto os estados malaios de Sabá e Sarawak, ao norte, ocupam 26% da ilha. Além disso, o território federal de Labuan, também pertencente à Malásia, situa-se numa pequena ilha próxima à costa de Bornéu. Já o sultanato de Brunei tem seu território inteiramente em 1% da área da ilha.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 22/06/2026
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Etimologia

A ilha é conhecida por muitos nomes. Internacionalmente, é conhecida por Bornéu, derivado de Brunei, a partir dos contatos dos europeus com o reino no século XVI durante a Era dos Descobrimentos. O nome Brunei possivelmente deriva da palavra em Sânscrito 'váruṇa' (वरुण), podendo ou significar "água", ou Varuna, o Deus Hindu da chuva. Nativos da Indonésia chamam a ilha de Kalimantan, que deriva seu significado da palavra em sâscrito Kalamanthana, significando "ilha de clima tórrido" (descrevendo o clima úmido e tropical da ilha). Antigamente, a ilha era conhecida por outros nomes. Em 977, históricos chineses começaram a usar o termo Bo-Ni para referirem-se a Bornéu. Em 1225, foi também mencionado por um oficial da marinha chinês Chau Ju-Kua (趙汝适). O manuscrito javanês Nagarakretagama, escrito pelo poeta Mpu Prapanca da corte real de Majapahit em 1365, mencionou a ilha como Nusa Tanjungnagra, que significa "ilha do Reino de Tanjungpura".

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Geografia

Bornéu é a terceira maior ilha do mundo, cobrindo uma área de 743.330 quilômetros quadrados. O terreno da zona central-norte da ilha é montanhoso e de difícil acesso, apresentando a ilha historicamente uma densa floresta equatorial. A ilha está envolta pelo Estreito de Macáçar ao leste da ilha, o Mar de Celebes e Mar de Sulu, a nordeste, o Mar da China Meridional, ao noroeste e o Mar de Java e o Estreito de Karimata ao sul. Ao redor da ilha estão a Península Malaia, ao Oeste, as Filipinas, ao norte, Celebes, ao Leste e a Ilha de Java, ao Sul. Seu maior pico é o Monte Kinabalu, em Sabá, Malásia, com uma altitude de 4.095 m.

Rios e Subterrâneo

A maior sistema fluvial é a do Rio Kapuas, no Calimantã Ocidental, com um comprimento de cerca de 1.000 km. Outros grandes rios incluem o Mahakam no Calimantã Oriental (920 km), Barito no Calimantã Meridional (900 km), Rajang em Sarawak (565 km) e Kinabatangan, em Sabá (560 km). Bornéu possui significativas redes de cavernas. Em Sarawak, a Caverna Água-limpa tem um dos mais extensos rios submersos do mundo e a Caverna dos Cervos é residência de mais de três milhões de morcegos e um acúmulo de Guano com mais de 100 metros de profundidade. As Cavernas de Gomantong, em Sabá, foram apelidadas de "Cavernas da Barata" por conta da existência de milhões de baratas dentro de seu complexo. O Parque Nacional Gunung Mulu, em Sarawak, e o Carste de Sangkulirang-Mangkalihat no Calimantã Oriental são localizações de mais diversidades de pequenas grutas.

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Geologia

Bornéu se formou através da acreção Mesozoica de fragmentos micro continentais, terrenos ofiólitas e um arco insular em núcleo continental Paleozoico. No começo da era Cenozoica, Bornéu formava-se como um promontório da massa continental de Sondalândia e que era parcialmente separado do continente asiático por um proto-Mar da China Meridional. A parte oceânica deste proto-Mar da China Meridional submergiu-se durante o Período Paleogeno e um grande complexo acrecionário se formou ao longo do noroeste da Ilha de Bornéu. No Alto-Mioceno, a orogênese do complexo acrecionário ocorreu por conta da força exercida sobre a fina crosta continental ao noroeste da então península. A orogênese pode também ter ocorrido a partir do encurtamento da massa de terra, devido à rotação em direção anti-horária de Bornéu há cerca de 10-20 milhões de anos, como consequência da colisão da massa continental Australiana e do Sudeste Asiático. Grandes quantidades de sedimentos se depositaram em bacias, que espalharam-se pela costa a Oeste, Norte e Leste de Bornéu, assim como em uma bacia Neogena que está atualmente exposta em grandes áreas do Leste e do Sul de Sabá. Ao Sul de Sabá, o arco insular datado do Mioceno a um período mais recente das Ilhas de Sulu se estendem aproximando-se da costa bornéu com um arco vulcânico mais velho resultante de uma imersão de subducção enquanto o arco mais recente são possivelmente resultantes da imersão de subducção do Mar de Celebes.

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História

Pré-História a Idade Média

Em Novembro de 2018, cientistas reportaram a descoberta de uma das mais antigas artes rupestres datadas, cerca de 40.000 anos (talvez mais até que 52.000 anos), de um animal não reconhecido, na caverna de Lubang Jeriji Saléh, em Bornéu. De acordo com antigos manuscritos Chineses, Indianos e Japoneses (c. 977), as cidades da costa ocidental de Bornéu já se tornavam centros de comércio no primeiro milênio depois de Cristo. Nos textos Chineses, ouro, cânforas, cascos de Tartarugas, bico de Calau, chifres de Rinoceronte, crista de Grou, cera de Abelha, madeira de Laka (madeira perfumada do tronco e raízes da espécie, Dalbergia parviflora), Sangue-de-Dragão, Ratão, ninhos comestíveis de pássaros e diversas espécies de especiarias foram descritos como os itens mais valiosos e Bornéu. Os Indianos nomearam a ilha Suvarnabhumi (a terra do ouro) e também Karpuradvipa (Ilha das Cânforas). O nome Javanês da ilha é Puradvipa, traduzido Ilha dos Diamantes. Achados arqueológicos no delta do rio Sarawak revelam que a área prosperava como um centro de comércio entre a China e a Índia desde o século VI até por volta de 1300.

Era Colonial

Desde a queda de Málaca em 1511, mercadores portugueses comerciavam constantemente com Bornéu, e especialmente com Brunei, a partir de 1530. Tendo visitado a capital Bruneana, os portugueses a descreveram como um lugar envolto por uma muralha de pedra. Apesar de Bornéu ser vista como riquíssima, os portugueses empenharam pouco esforço em conquistá-la. A visita espanhola na ilha levou à Guerra de Castela em 1578. Os ingleses começaram a fazer comércio com os Sambas do sul de Bornéu em 1609, enquanto os holandeses apenas começaram seu comércio com a ilha em 1644: em Banjar e Martapura, também ao sul de Bornéu. Os holandeses tentaram assentar na ilha de Balambangan, ao norte de Bornéu, na segunda metade do século XVIII, porém desistiram da empreitada em 1797. Em 1812, o Sultão de Bornéu Meridional cedeu suas fortalezas à Companhia Britânica das Índias Orientais. Os ingleses, liderados por Stamford Raffles, tentou então bloquear todos os portos em Bornéu com exceção de Brunei In 1812, Banjarmasin e Pontianak, o plano foi cancelado pelo Governador-Geral da Índia, Lorde Minto, por considerá-lo demasiado caro. No início da exploração inglesa e holandesa na ilha, eles a descreveram como repleta de caçadores de cabeças, os indígenas do interior praticando canibalismo, e as águas em volta da ilha sendo infestada de piratas, especialmente entre o nordeste de Bornéu e o sul das Filipinas. Os piratas malaios e dayak iam atrás de cargas marítimas nas águas entre Singapura e Hong Kong diretamente de seu porto principal em Bornéu, juntamente com os piratas Moros Illanuns, do sul das Filipinas, como visto na batalha de Mukah.

Segunda Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial, as forças japonesas ganharam controle de grande parte de Bornéu motivadas mais por ambições políticas e territoriais que econômicas. A ocupação levou muitas pessoas de cidades litorâneas para o interior, à procura de comida e escapando dos japoneses. Os residentes chineses de Bornéu, especialmente levando em consideração a Guerra Sino-Japonesa acontecendo no continente, resistiram a ocupação integralmente. Seguindo a formação de movimentos de resistência ao norte de Bornéu, como a Revolta de Jesselton, muitos indígenas e chineses inocentes foram executados pelos japoneses, que alegavam envolvimento. Em Calimantã, os japoneses perseguiram e assassinaram muitos intelectuais malaios, executando todos os Sultões malaios do Calimantã Ocidental nos Incidentes de Pontianak, juntamente com a população chinesa do local, contra a ocupação japonesa, que era vista como uma ameaça. O Sultão Muhammad Ibrahim Shafi ud-Din II de Sambas foi executado em 1944. O Sultanato foi posteriormente substituído por um conselho japonês. Os japoneses montaram também o Pusat Tenaga Rakjat (PUTERA) no arquipélago indonésio em 1943, embora ele tenha sido abolido no ano seguinte por ganhar um cunho muito nacionalista. Alguns nacionalistas indonésios como Sukarno e Hatta, que tinham retornado do exílio pelos holandeses, começaram a cooperar com os japoneses. Logo após sua soltura, Sukarno se tornou o Presidente do Conselho Consultivo Central, um departamento para Bornéu Meridional, Celebes e as Pequenas de Sonda, montado em Fevereiro de 1945.

História Recente

Em Maio de 1945, oficiais em Tóquio se caso o Bornéu Setentrional fosse incluído na proposta do novo país da Indonésia, esta decisão seria tomada separadamente dos desejos dos povos indígenas e da disposição de Malaia. Sukarno e Mohammad Yamin, enquanto isso, advogaram continuadamente por uma República Indonésia estendida. Mais para o fim da guerra, o Japão decidiu dar uma independência prévia ao novo país proposto, em 17 de Julho de 1945, com uma reunião do Comitê de Independência marcada para 19 de Agosto de 1945. Entretanto, seguido o rendição do Japão às forças aliadas, esta reunião foi arquivada. Sukarno e Hatta continuaram os planos, declaram a independência unilateralmente, embora os Holandeses tenham retomado sua possessão colonial em Bornéu. A parte meridional da ilha conseguiu sua independência através da Proclamação de Independência Indonésia em 17 de Agosto de 1945. A reação foi relativamente pouca, com pouca resistência em Pontianak ou em outras áreas de maioria chinesa. Guerrilhas nacionalistas apoiavam a inclusão do sul de Bornéu na recém-proclamada república foram bem ativos em Ketapang e, em menor medida, em Sambas, onde eles fizeram presença com a bandeira vermelho e branca, que havia se tornado a bandeira oficial da Indonésia, maior parte dos residentes chineses em Calimantã Meridional esperavam ser liberados pelas tropas nacionalistas chinesas da China Continental e serem integradas ao país como distritos de uma Província Ultramarina Chinesa. Enquanto isso, Sarawak e Sabá, ao norte de Bornéu, tornaram-se colônias da coroa britânica separadamente, em 1946.

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Demografia

O gentílico para quem nasce em Bornéu é Bornéu. Bornéu possui 21,3 milhões de habitantes (dados de 2014) e uma densidade populacional de 29 habitantes por quilômentro quadrado. A maior parte da população vive no litoral da ilha, porém o interior segue com pequenas cidades e vilarejos ao longo dos rios. A população consiste principalmente de grupos de origem étnica Dayak, de Malaios, Banjar, Orang Ulu, Chineses e Kadazan-Dusun. Os chineses, que compõem 29% da população de Sarawak e 17% da população do Calimantã Ocidental são descendentes primariamente de imigrantes vindo do Sudeste da China. Em Sabá, durante a administração de Mustapha Harun da Organização Nacional Unida de Sabá (ONUS) nos anos 70, a milhares de imigrantes e refugiados Muçulmanos do sul das Filipinas, na província de Mindanau, e de Celebes, na Indonésia, foram dados proteção e posteriormente identidade e cidadania no estado, a fim de promover a população muçulmana na região, uma política chamada depois de Projeto IC. Devido ao alto número de crimes atribuídos aos imigrantes, tensões étnicas entre povos indígenas e populações imigrantes aumentou e segue em crescimento até hoje.

Religião

A população de Bornéu é diversa e, apesar do Islamismo ser a religião mais praticada da ilha, religiões minoritárias como o Cristianismo, Budismo e Hinduísmo possuem presença expressiva. Da população bornéu, cerca de 69.5% aderem ao Islamismo (cerca de 14,7 milhões de habitantes), 23.2% ao Cristianismo (5,3 milhões de habitantes), 4.2% ao Budismo ( por volta de 900 mil habitantes) e 3.1% aderindo a outras fés (pouco mais de 650 mil habitantes).

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Divisões Administrativas

A ilha de Bornéu é divida administrativamente por três países.

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Meio-Ambiente

A selva de Bornéu possui uma idade estimada de 140 milhões de anos, fazendo dela uma das mais antigas do mundo. É o centro de evolução e distribuição de muitas espécies endêmicas de plantas e animais e a selva bornéu é um dos poucos habitats remanescentes para a espécie ameaçada do macaco Orangotango. É um importante refúgio também para muitas espécies silvestres, como o Elefante-Pigmeu-de-Bornéu, o Rinoceronte de Bornéu, o Leopardo-Esfumaçado-de-Bornéu, a Civeta-das-Palmeiras-de-Hose e do Morcego-Frugívoro-de-Dayak. Florestas pantanosas de turfa ocupam inteiramente a costa de Bornéu. O solo destas florestas é comparativamente infértil, porém é habitat de diversas espécies de pássaros como o Calau-de-Capacete e o Calau-Rinoceronte. Há cerca de 15.000 espécies de flores com 3.000 espécies de árvores (267 são espécies de Dipterocarpaceae), 221 espécies de mamíferos terrestres e 420 espécies de pássaros sedentários à ilha em Bornéu. Encontram-se também cerca de 440 peixes de água doce (por volta do mesmo que a soma de Java e Sumatra). O tubarão-de-rio de Bornéu é visto apenas no rio Kinabatangan. Em 2010, o Fundo Mundial pela Natureza (WWF) constatou que 123 novas espécies haveriam sido descobertas em Bornéu desde que o programa "Coração de Bornéu" iniciou-se em 2007.

Flora

A flora de Bornéu inclui 15 espécies de dicotiledôneas, 37 espécies de não-dicotiledôneas e 49 espécies de monocotiledôneas endêmicas das selvas e muito encontradas em Brunei. Bornéu é também residência da maior for do mundo, a Rafflesia Arnoldii, que pode pesar até 11 kg.

Mamíferos

Os registros históricos de Bornéu foram compilados por Lord Medway e foram publicados em 1977 pela setor malaio da Sociedade Real Asiática. Há cerca de 288 espécies de mamíferos terrestres em Bornéu, partes sendo do gênero chiroptera (como os Aethalops aequalis, Eonycteris spelaea, Eonycteris major, Macroglossus minimus, Emballonura alecto, Emballonura monticola, Saccolaimus saccolaimus, Taphozous melanopogon, Taphozous longimanus ou o Megaderma spasma), do gênero rodentia, de roedores, como os Sundasciurus hippurus, Sundasciurus lowii, Sundasciurus tenuis, Sundasciurus jentinki, Sundasciurus brookei e o Glyphotes simus e até espécies endêmicas de felinos, como o Catopuma badia, Neofelis diardi, Pardofelis marmorata, Prionailurus planiceps e o Prionailurus javanensis.

Aves

Há cerca de 600 espécies de pássaros em Bornéu, das quais 37 são endêmicas. A ilha possui uma família inteira endêmica a ela, a Pityriaseidae, que contém apenas uma espécie, o Pityriasis gymnocephala. Além desse, encontram-se 4 gêneros endêmicos em Bornéu (todos também são monotípicos): Haematortyx (Haematortyx sanguiniceps), Chlamydochaera (Chlamydochaera jefferyi), Oculocincta (Oculocincta squamifrons) e o Chlorocharis (Zosterops emiliae).

Conservação

A ilha sempre teve uma extensiva cobertura vegetal, mas esta área vem sido reduzida por conta do grande crescimento da indústria madeireira na Indonésia e na Malásia, especialmente com as crescentes demandas por matérias-primas para os países industrializados e em processo de industrialização, além da conversão de florestas em campos de agricultura em larga escala. Metade da aquisição global de madeira tropical vem de Bornéu. Plantações de Palma para a extração de seu óleo desenvolveram-se rapidamente e cada vez mais tomam o espaço restante das florestas nativas. Incêndios florestais atingem a ilha desde 2007, por conta de locais buscando clarear campos para o uso agrícola e se exacerbaram com temporadas do El Niño cada vez mais excepcionais, piorando o problema da diminuição da cobertura vegetal. Durante estes incêndios, focos podiam ser percebidos por imagens de satélite e a névoa resultante frequentemente afeta Brunei, Malásia e a Indonésia. A névoa por vezes atinge o sul da Tailândia, Camboja, Vietnã e as Filipinas, como evidenciado na Névoa do Sudeste Asiático de 2015.

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Economia

A economia bornéu depende majoritariamente de agricultura, indústria madeireira e mineira, extração de petróleo e gás e do ecoturismo. A economia de Brunei é altamente dependente no setor de produção de petróleo e gás e o país se tornou um dos maiores produtores da matéria-prima no Sudeste Asiático. Os estados malaios de Sabá e Sarawak são ambos grandes exportadores de madeira. Sabá também é conhecido por ser grande produtor de borracha vegetal, cacau, vegetais e pesca, enquanto ambos os estados malaios exportam Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e petróleo. As províncias indonésias de Calimantã são bastante dependentes na mineração, apesar de também estarem envolvidas em extração madeireira e exploração de gás e petróleo. Foram reportados alguns estudos na implementação de irrigação alagada de arrozal.

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Fontes consultadas

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