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Bangladesh

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 07/07/2026
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Etimologia

A etimologia de Bangladesh ("país bengali") pode ser atribuída ao início do século XX, quando canções patrióticas bengalis, como "Namo Namo Namo Bangladesh Momo" de Kazi Nazrul Islam e "Aaji Bangladesher Hridoy" de Rabindranath Tagore, usaram o termo. A palavra "Bangladesh" foi muitas vezes escrita no passado como duas palavras separadas, "Bangla Desh". A partir da década de 1950, os nacionalistas bengalis usaram o termo em comícios políticos no Paquistão Oriental. O termo "Bangla" é um nome importante tanto para a região de Bengala quanto para a língua bengali. As origens do termo "Bangla" não são claras, com teorias apontando para uma tribo proto-dravidiana da Idade do Bronze, a palavra áustrica "Bonga" (deus Sol) e o Reino Vanga da Idade do Ferro. O uso mais antigo conhecido do termo é a placa Nesari em 805 d.C.. O termo "Vangaladesa" é encontrado em registros do sul da Índia do século XI. O termo ganhou estatuto oficial durante o Sultanato de Bengala no século XIV. Shamsuddin Ilyas Shah proclamou-se como o primeiro "Xá de Bangala" em 1342. A palavra "Bangal" tornou-se o nome mais comum para a região durante o período islâmico. O historiador do século XVI Abu'l-Fazl ibn Mubarak menciona em seu Ain-i-Akbari que a adição do sufixo "al" veio do fato de que os antigos rajás levantaram montes de terra de 10 pés de altura e 20 de largura nas planícies ao pé das colinas que eram chamadas de "al". Isso também é mencionado no Riyaz-us-Salatin de Ghulam Husain Salim. O sufixo indo-ariano "Desh" é derivado da palavra sânscrita deśha, que significa "terra" ou "país". Assim, o nome Bangladesh significa "Terra de Bengala" ou "País de Bengala".

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História

Antiguidade e chegada do islão

Vestígios de civilizações na grande região de Bengala remontam a quatro mil anos, quando a área foi colonizada por dravidianos, indo-áricos, tibeto-birmaneses e austro-asiáticos. A origem exata da palavra Bangla ou Bengal não é clara, embora acredita-se seja derivada de Bang/Vanga, a tribo de língua dravidiana que se instalou na região por volta do ano 1 000 a.C. Sob o domínio islâmico, a área passou a ser conhecida no mundo muçulmano em persa como Bangalah. O islão foi introduzido na região de Bengala durante o século VII por comerciantes e missionários árabes muçulmanos sufistas, sendo que a conquista muçulmana subsequente de Bengala no século XII para o enraizamento do islã em toda a região. Bakhtiar Khilji, um general turcomano, derrotou Lakshman Sen da dinastia Sena e conquistou grandes partes da área no ano 1204.[carece de fontes?]

Colonização europeia

De 1517 em diante, os comerciantes portugueses de Goa foram percorrendo o caminho marítimo para Bengala. Apenas em 1537 eles foram autorizados a instalar postos comerciais em Chatigão. Em 1577, o imperador mogol Akbar permitiu que os portugueses construíssem assentamentos permanentes e igrejas em Bengala. A influência dos comerciantes europeus cresceu até a Companhia Britânica das Índias Orientais conquistar o controle de Bengala após a Batalha de Plassey, em 1757. A sangrenta Rebelião Indiana de 1857 resultou em uma transferência de autoridade para a coroa com o vice-rei britânico executando a administração local. Durante o domínio colonial, houve várias crises de fome na Ásia Meridional, incluindo a Fome de 1943 em Bengala, que foi induzida pela guerra de 1943 e que custou 3 milhões de vidas.

Paquistão Oriental

Após o colapso do domínio britânico na região em 1947, Bengala foi dividida em áreas religiosas, sendo a parte ocidental anexada pela Índia recém-independente e a parte oriental (de maioria muçulmana) unida ao Paquistão como uma província chamada Bengala Oriental (mais tarde renomeada Paquistão Oriental), com a cidade de Daca como sua capital. Apesar do peso econômico e demográfico do oriente, o governo e os militares paquistaneses eram amplamente dominados pelas elites do Paquistão Ocidental. O Movimento pela Língua Bengali, em 1952, foi o primeiro sinal de atrito entre as duas regiões que formavam o Paquistão. A insatisfação com o governo central sobre questões econômicas e culturais continuaram a subir durante a década seguinte, durante a qual a Liga Awami surgiu como a voz política da população bengali. Manifestações por autonomia aumentaram na década de 1960 e, em 1966, seu presidente, o Sheikh Mujibur Rahman (Mujib), foi preso; ele foi lançado em 1969 depois de uma revolta popular sem precedentes. Em 1970, um ciclone devastou a costa do Paquistão Oriental e matou até meio milhão de pessoas, sendo que a resposta do governo central foi vista como insuficiente. A raiva da população bengali foi agravada quando Mujibur Rahman, cujo partido, a Liga Awami havia conquistado a maioria parlamentar nas eleições de 1970, foi impedido de assumir a chefia do governo.

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Geografia

O Bangladesh é um país com poucas elevações acima do nível do mar, com grandes rios em todo seu território situado ao sul da Ásia. Sua costa é uma imensa selva pantanosa de 710 km de comprimento, limitando ao norte do Golfo de Bengala. Formada por uma grande planície formada pelo delta dos rios Ganges, Bramaputra e Meghna e seus afluentes, as terras de aluvião do Bangladesh são muito férteis, uma vez que são vulneráveis à inundações e à seca.[carece de fontes?] As únicas montanhas fora da planície são os trechos de colinas de Chatigão, onde situa-se o ponto culminante do país (Keokradong, com 1 230 m de altura), no sudeste, e a divisão de Sylhet, no nordeste. Próximo ao trópico de Câncer, Bangladesh tem um clima subtropical de monções, caracterizado pela temporada de intensas chuvas anuais, temperaturas moderadamente calorosas e uma grande umidade.[carece de fontes?] Com uma altitude de 1 052 metros, o pico mais alto em Bangladesh é o Mowdok Mual (ou Saka Haphong), nas colinas de Chatigão, no sudeste do país.

Clima

Por ocupar o trópico de Câncer, o clima do país é predominantemente tropical com um inverno ameno de outubro a março e um verão quente e úmido de março a junho. O país nunca foi congelado em qualquer ponto de seu território, sendo que o recorde de temperatura mais baixa foi de 4,5 °C na cidade de Jessore, sudoeste do país, no inverno de 2011. A estação das monções, quente e úmida, vai de junho a outubro e abrange a maior parte das chuvas do país. Desastres naturais, tais como inundações, ciclones tropicais, tornados e macaréus ocorrem quase todos os anos, combinados com os efeitos do desmatamento, degradação do solo e da erosão provocados pela atividade humana. Os ciclones de 1970 e 1991 foram particularmente devastadores, sendo que o de 1991 matou cerca de 140 mil pessoas.

Problemas ambientais

Bangladesh é amplamente reconhecido como um dos países mais vulneráveis às mudanças climáticas. Os perigos naturais que vêm do aumento das chuvas, elevação do nível do mar e dos ciclones tropicais devem aumentar com as alterações climáticas, o que afetará seriamente a agricultura, o abastecimento de água potável, a segurança alimentar, a saúde humana e os abrigos da população. Acredita-se que nas próximas décadas apenas a elevação do nível do mar vai criar mais de 20 milhões de refugiados climáticos. A água de Bangladesh frequentemente está contaminada com arsênico por causa do alto conteúdo desta substância no solo. Até 77 milhões de bengalis estão expostos ao arsênico tóxico presente na água potável.

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Demografia

Bangladesh tem cerca de 164,7 milhões habitantes (censo de 2020) e é a 8.ª nação mais populosa do mundo. Em 1951, a população era de de 44 milhões de pessoas. É também o país mais densamente povoado do mundo e o 11.º quando pequenos países e cidades-Estados são incluídos. Uma comparação é com a Rússia, que possui um território 115 vezes maior que o de Bangladesh, porém, possui 20 milhões de habitantes a menos. A taxa de crescimento da população bengali estava entre as mais altas do mundo na década de 1960 e 1970, quando a sua população cresceu de 65 milhões para 110 milhões. Com a promoção do controle de natalidade na década de 1980, a taxa de crescimento começou a desacelerar. A taxa de fecundidade é agora de 2,55 filhos por mulher, inferior a da Índia (2,58) e Paquistão (3,07). A população é relativamente jovem, sendo que 34% dos habitantes têm 15 anos de idade ou são mais jovens e 5% têm 65 anos ou mais. A expectativa de vida ao nascer é estimada em 70 anos para ambos os sexos, em 2012.

Línguas

Mais de 98% dos bengaleses falam bengali como seu idioma materno e que também é a língua oficial. O inglês também é usado como segunda língua entre as classes média e alta e também é amplamente utilizado no ensino superior e no sistema jurídico. Historicamente, as leis foram escritas em inglês e não foram traduzidos para o bengali até 1987, quando o processo se inverteu. A constituição e as leis de Bangladesh atualmente estão em inglês e bengali. Há também uma população de falantes de línguas minoritárias indígenas.

Religiões

O islão é a religião do Estado, apesar de Bangladesh ser secular. É a maior religião do país e compõe 86,6% da população. O hinduísmo alcança 12,1% da população, o budismo 1% e outras crenças 0,3% dos habitantes. A maioria dos muçulmanos são sunitas e há um pequeno número de xiitas, além de cerca de 100 mil muçulmanos amaditas. Bangladesh tem a quarta maior população muçulmana do mundo, depois de Indonésia, Paquistão e Índia. Os hindus são o segundo maior grupo religioso do país e o terceiro maior do mundo, depois da Índia e do Nepal. Depois de Bangladesh conquistar a independência do Paquistão, o secularismo foi incluído na constituição original de 1972, como um dos quatro princípios do Estado, sendo os outros a democracia, o nacionalismo e o socialismo. Em 2010, o Superior Tribunal manteve os princípios seculares da Constituição, mas autorizados a manter o islão como a religião do Estado. Bangladesh segue sistema de governo secular e democrático. No entanto, o país também segue sistema misto de leis governamentais e religiosas, que são aplicadas apenas ao respectivo grupo religioso.

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Política

Bangladesh é um Estado unitário e uma democracia parlamentar. As eleições diretas em que todos os cidadãos, com idades entre 18 anos ou mais, podem votar são realizadas a cada cinco anos para o parlamento unicameral conhecido como o Jatiyo Sangshad. Atualmente, possui 350 membros (incluindo 50 assentos reservados para as mulheres) eleitos por círculos uninominais. O primeiro-ministro, como chefe de governo, forma o gabinete e executa os assuntos do dia a dia do governo. Ele é formalmente nomeado pelo presidente, mas também deve ser um membro do parlamento e líder da maioria. O presidente é o chefe de Estado, embora o cargo seja principalmente cerimonial; no entanto, os poderes do presidente são substancialmente alargados durante o mandato de um governo interino, que é responsável pela realização de eleições e pela transferência de poder. Os oficiais do governo devem ser apartidários e têm três meses para completar a sua tarefa. Este regime transitório foi lançado por Bangladesh na eleição de 1991 e, em seguida, institucionalizado em 1996, através de sua 13ª emenda constitucional.

Direitos humanos

Conforme um relatório da Amnistia Internacional de 2021, a liberdade de expressão continua a ser fortemente cerceada por leis draconianas. As autoridades levaram a cabo graves violações dos direitos humanos, incluindo desaparecimentos forçados, detenções ilegais, tortura e execuções extrajudiciais. Os protestos pacíficos de partidos políticos e estudantes da oposição foram impedidos e reprimidos pelas autoridades, em algumas ocasiões utilizando força excessiva. A violência contra as mulheres aumentou durante a pandemia de COVID-19. Os povos indígenas sofreram escassez de recursos devido ao aumento da desflorestação e ao roubo de terras. Refugiados e minorias religiosas sofreram ataques violentos.

Corrupção

A corrupção em Bangladesh tem sido um problema contínuo. De acordo com todas as principais instituições de classificação, Bangladesh se encontra rotineiramente entre os países mais corruptos do mundo. O Índice de Percepção da Corrupção de 2017 da Transparency International classifica o país em 143º lugar dentre 180 países. Os setores públicos conduzidos pelo governo são os setores mais corrompidos do país. A Comissão Anti-Corrupção foi criada em 2004, mas é considerada ineficaz na investigação e prevenção da corrupção por causa do controle governamental sobre ela.

Relações internacionais e forças armadas

Bangladesh mantém uma política externa moderada que coloca forte ênfase na diplomacia multilateral, especialmente nas Nações Unidas. Em 1974, o país se tornou membro da Commonwealth e da ONU, sendo que foi eleito para dois mandatos no Conselho de Segurança (1978-1979 e 2000-2001). Na década de 1980, Bangladesh foi pioneiro na criação da Associação Sul-Asiática para a Cooperação Regional (SAARC), o primeiro organismo intergovernamental regional da Ásia Meridional.[carece de fontes?] O relacionamento internacional mais importante e complexa de Bangladesh é com a vizinha Índia. A relação é corroborada por afinidades históricas e culturais, como a aliança da Índia com os nacionalistas bengalis durante a independência do país em 1971. No entanto, as relações bilaterais passaram por vários "tropeços" nos últimos quarenta anos. A grande fonte de tensão é a partilha da água de 56 rios comuns, bem como a segurança das fronteiras e barreiras da Índia para comércio e investimentos. Ambos os países têm também, por vezes, feito acusações de abrigar grupos insurgentes.

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Infraestrutura

Educação

O sistema educacional bengali é dividido em cinco níveis: primário (primeiro ao quinto ano), ensino médio (sexto ao oitavo ano), secundário (nono e décimo ano), ensino médio (11º e 12º ano) e terciário. Cinco anos de ensino médio (incluindo o ensino médio) terminam com um exame chamado Certificado de Escola Secundária (SSC). Desde 2009, o exame de encerramento da educação primária (PEC) também foi introduzido. Os alunos aprovados no exame PEC passam para o estágio secundário ou matriculatório, culminando no exame do Certificado de Escola Secundária. Os alunos que passam no exame PEC progridem para três anos do ensino médio, culminando no exame de Certificado de Escola Júnior (JSC). Os alunos aprovados neste exame passam para dois anos do ensino secundário, culminando no exame SSC. Os alunos que passarem neste exame avançam para dois anos do ensino médio, culminando no exame de Certificado de Escola Secundária Superior (HSC).

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Subdivisões

Bangladesh é dividido em sete divisões administrativas, cada nomeada por suas respectivas sedes regionais: Barisal, Chatigão, Daca, Khulna, Rajshahi e Sylhet. As divisões são subdivididas em distritos (zila). Há 64 distritos em Bangladesh, cada subdivide-se em upazila (subdistritos) ou thana. A área dentro de cada delegacia, exceto para aquelas em áreas metropolitanas, é dividido em vários sindicatos, sendo cada sindicato constituído por várias aldeias. Nas regiões metropolitanas, as delegacias estão divididas em alas, que são divididas em mahallas.[carece de fontes?]

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Economia

Bangladesh é um país subdesenvolvido, mas tem uma economia de mercado em rápido crescimento. É um dos principais exportadores mundiais de têxteis e vestuário, bem como peixes, frutos do mar e juta, além de ter indústrias emergentes competitivas internacionalmente em áreas como construção naval, ciências da vida e tecnologia. O país também tem um setor empresarial social forte e é o berço das microfinanças. O país tem diminuído substancialmente sua dependência de empréstimos estrangeiros, de 85% (em 1988) para 2% (em 2010) para o seu orçamento anual. Sua renda per capita em 2013 era de 1 044 dólares, em comparação com a média mundial de 8 985 dólares. De acordo com estimativas de 2008 da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, Bangladesh é um dos maiores produtores mundiais de pescados (5.º), arroz (4.º), batata (11.º), manga (9.º), abacaxi (16.º), frutas tropicais (5.º), cebola (16.º), banana (17.º), juta (2.º) e chá (11.º).

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Cultura

A cultura do Bangladesh conta com diversas formas artísticas e culturais. A história da cultura do Bangladesh data de há mais de 2 500 anos. A terra, os rios e as vidas do povo bangla formam uma rica herança com marcantes diferenças em relação a países e regiões vizinhos.[carece de fontes?] Cultura composta, assimilou influências do hinduísmo, jainismo, budismo e islão. manifesta-se de forma variada, na música, dança, teatro e literatura; na arte e artesanato; no folclore e lendas; nas línguas, filosofia e religião, festivais e celebrações, e na tradição culinária.[carece de fontes?]

Música

A tradição musical de Bangladesh é baseada em letras, com um acompanhamento instrumental mínimo (Baniprodhan). A tradição baul é uma herança única da música folclórica bengali, além de muitas outras que variam de região para região: Gombhira, Bhatiali e Bhawaiya são alguns dos gêneros musicais mais conhecidos. A música folclórica de Bengala é frequentemente acompanhada pelo Ektara gopichand - um instrumento musical de corda única - o dotara, a mirwas, a flauta e a tabla. Bangladesh também tem uma herança ativa na música clássica hindu. Da mesma forma, as formas de dança no país se originam de tradições folclóricas, especialmente aquelas de grupos tribais, bem como da ampla tradição da dança indiana.

Esportes

O kabaddi é o esporte nacional, embora o críquete seja mais popular, seguido de perto pelo futebol. A seleção nacional de críquete participou pela primeira vez de um campeonato mundial em 1999. Desde então, já logrou êxito em partidas contra outras nações incluindo o Paquistão, Escócia, Austrália, Nova Zelândia, Sri Lanka, África do Sul e Índia. Por outro lado, as seleções de futebol feminino e masculino de Bangladesh nunca conseguiram se classificar para uma Copa do Mundo. Bangladesh participou sete vezes das Olimpíadas, sem obter nenhuma medalha. Outros esportes populares incluem hóquei em campo, tênis, badminton, handebol, voleibol, xadrez e tiro esportivo. O Bangladesh Sports Board regula as vinte e nove federações esportivas diferentes. Em 2011, o país sediou a Copa do Mundo de Críquete juntamente com a Índia e o Sri Lanka.[carece de fontes?]

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Fontes consultadas

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