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Ballon d'Or

A Ballon d'Or ; lit. "Bola de Ouro") é um prêmio de futebol criado pela revista francesa France Football, sendo entregue de forma independente, entre 1956 e 2009, e novamente a partir de 2016, após fim da parceria com a Federação Internacional de Futebol (FIFA). A honraria já foi conhecida mundialmente como "Futebolista Europeu do Ano", por razão de que, de 1956 a 1994, apenas europeus eram laureados.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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História

O prémio é um dos três mais reconhecidos do mundo, junto com a eleição de Melhor Jogador do Ano da revista World Soccer e o prêmio da FIFA. É atribuído por jornalistas europeus de países diferentes. Foi a inspiração direta para a Bola de Prata criada pela revista Placar, por ideia de seu repórter francês Michel Laurence. Até 1994, o prêmio era restrito aos europeus, naturais (nascidos na Europa ou em dependências ultramar de países europeus) ou naturalizados. Os naturais da Argentina Alfredo Di Stéfano (em 1957 e 1959) e Omar Sivori (em 1961) receberam a premiação antes disso, mas, respectivamente, como cidadão naturalizado espanhol e italiano. Eusébio nasceu em Moçambique, mas foi premiado, em 1965, como português natural (Moçambique declararia independência em 1975). O primeiro cidadão não europeu a ganhar a Ballon d'Or veio já em 1995, o liberiano George Weah. Porém, até 2006 o prêmio continuou a considerar apenas jogadores que atuavam na Europa, sendo que a partir da edição de 2007 passou-se a abranger jogadores de qualquer clube do mundo.

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Revisão

Em 2015, por razão da proximidade do aniversário de 60 anos da premiação, a France Football fez uma revisão dos 39 anos em que houve limitação aos europeus. Dozes edições ganharam um vencedor "alternativo", com destaque para Pelé (Santos): 1958, 1959, 1960, 1961, 1963, 1964 e 1970 (sete anos). Os demais sul-americanos lembrados foram Garrincha (1962; Botafogo), Mario Kempes (1978; Valencia), Diego Maradona (1986 e 1990; Napoli) e Romário (1994; Barcelona). A listagem honorária não retirou os prêmios originais.

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Prêmios adicionais

Um prêmio de honra, sob o nome de "Super Ballon d'Or", foi entregue a Alfredo Di Stéfano, em 1989, após ele ultrapassar Johan Cruijff e Michel Platini na votação da France Football. Uma década depois, a revista elegeu Pelé como o "Jogador de Futebol do Século" após realizar uma consulta aos ex-vencedores da Ballon d'Or. Entre os 34 vencedores, apenas 30 votaram, Stanley Matthews, Omar Sivori e George Best se abstiveram e Lev Yashin já havia falecido. Cada eleitor recebeu cinco votos no valor de cinco pontos, entretanto, Di Stéfano escolheu apenas o primeiro lugar, Platini, o primeiro e o segundo colocado, e George Weah, dois jogadores na quinta colocação.

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Fontes consultadas

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