Clube Atlético Mineiro
Clube Atlético Mineiro, mais conhecido como Atlético Mineiro, Mineiro, Atlético ou pelo apelido Galo, e cujo acrônimo é CAM, é um clube de futebol profissional brasileiro sediado na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foi fundado em 25 de março de 1908 por um grupo de estudantes e suas cores tradicionais são o preto e o branco. Foi inicialmente chamado de Athlético Mineiro Football Club, adotando, em 1913, seu nome definitivo. Seu símbolo e alcunha mais popular é o Galo, mascote oficial desde o final da década de 1930.
No ano de 2012 e a diretoria do clube passou a conviver com muita pressão dos torcedores, o Atlético precisava a qualquer custo dar uma resposta dentro de campo a seu torcedor. O time entrou pressionado para a competição estadual daquele ano, porém ao longo da competição ele demostrou um excelente futebol, conquistando de forma invicta o campeonato mineiro de 2012 ao empatar em 1 a 1 com América no primeiro jogo, e vencer o segundo jogo por 3 a 0, quebrando assim um pouco da desconfiança por parte da torcida. Para o início do campeonato Brasileiro, o Galo reforçou o elenco com a contratação de jogadores como Jô, Júnior César, e Victor, mas a contratação mais bombástica e inesperada foi a de Ronaldinho Gaúcho, ele chegou a cidade do Galo no dia 4 de Julho de 2012, surpreendendo a toda imprensa esportiva quando foi visto treinando com os demais jogadores do elenco. Posteriormente o presidente do clube anunciou formalmente a contratação do jogador. R10 foi peça fundamental para o Galo ao longo da competição, sendo a referência central do elenco, junto aos companheiros Victor; Marcos Rocha, Réver, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Leandro Donizete, Danilinho, Jô e Bernard; comandados pelo técnico Cuca, o Atlético voltava a ter destaque no Brasileirão depois de muitos anos, o time chegou a liderar a competição e a vencer o primeiro turno, porém no returno o time não obteve o mesmo desempenho e terminou na 2° colocação, se classificando para a Libertadores de 2013, competição que não disputava desde o ano 2000.
Origens
O Athlético Mineiro Football Club foi fundado em 25 de março de 1908 por um grupo de estudantes de classe média em Belo Horizonte. Quase um ano após seu surgimento o Atlético disputou sua primeira partida oficial: em 21 de março de 1909 venceu o Sport Club Foot-Ball por 3x0. O autor do primeiro gol foi Aníbal Machado, que anos mais tarde se transformaria em um dos grandes escritores da Literatura Brasileira por meio de sua obra principal: Viagem aos Seios de Duília. Em 1912, mudou a grafia do nome para a atual: Clube Atlético Mineiro. Alguns anos se passaram até que em 1914 a Liga Mineira de Esportes realizou a primeira competição oficial em Minas Gerais: a Taça Bueno Brandão.[carece de fontes?] O torneio foi patrocinado pelo governador Júlio Bueno Brandão, o Atlético foi o campeão. No ano seguinte, foi realizado o primeiro Campeonato Mineiro da história, também vencido pelo Atlético.[carece de fontes?] As duas grandes conquistas não significaram o prenúncio de uma hegemonia, pois foi o América Futebol Clube o dominador do futebol local por aqueles anos conquistando dez campeonatos estaduais consecutivos (1916 a 1925). Também Foi por essa época que Atlético e América passaram a protagonizar o Clássico das Multidões.
Anos 1930 e 1940
Em 1937 a FBF reuniu os campeões estaduais de 1936 para uma competição de carácter oficial. Ao todo foram seis equipes de cinco estados e duas regiões do Brasil: Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, estados da Região Oriental; e São Paulo, estado da Região Meridional. Os participantes foram: Fluminense, campeão carioca de 1936 (LCF); a Portuguesa, campeã paulista de 1936 (APEA); o Atlético, campeão mineiro de 1936; o Rio Branco, campeão capixaba de 1936; o Aliança, campeão campista de 1936; e a Liga de Sports da Marinha, equipe dirigida pelo famoso técnico Nicolas Ladanyi. O Fluminense foi apontado pela mídia esportiva da época como o candidato absoluto ao título. O Tricolor Carioca possuía um time extraordinário, formado por jogadores de muita categoria como Batatais, Carlos Brant, Preguinho, Russo, Romeu Pellicciari e Hércules, entre outras estrelas. Para muitos, esse foi o melhor time da história do Fluminense: foi com esse esquadrão que o clube conquistou o Torneio Aberto de 1935 e o Campeonato Carioca de 1936, derrotando na final o Flamengo de Leônidas da Silva e Domingos da Guia. A imprensa também ressaltava que o principal rival do time carioca na briga pelo título seria o Atlético, que também contava com jogadores de renome nacional como Kafunga, Zezé Procópio, Luiz Bazzoni e Guará.
Anos 1950 e 1960
Em 1950 uma comissão formada sob a chancela da Federação Alemã (DFB) viajou ao Brasil para escolher um clube de futebol para realizar uma série de amistosos na Alemanha contra algumas das principais esquipes daquele país. O trauma do Maracanazo e a proximidade com a Segunda Guerra Mundial (em que Brasil e Alemanha estiveram em lados opostos) pode ter feito com que os clubes do Rio de Janeiro e de São Paulo — historicamente os centros futebolísticos do país — recusassem a participação nessa turnê abrindo espaço para um convite oficial ao Atlético, que por aquele tempo possuía um grande plantel dirigido pelo técnico Ricardo Díez e que contava com craques de renome como Kafunga, Barbatana, Zé do Monte, Nívio Gabrich, Alvinho, Vaguinho e Lucas Miranda.
Um clube de Série A
Em dezembro de 2010 a CBF anunciou a unificação dos títulos nacionais: a Taça Brasil, o Robertão e o Brasileirão passaram a ter o status de Série A. O Atlético foi o primeiro clube mineiro a disputar a Série A, e desde então transformou-se em um dos clubes mais importantes na história da competição: é um dos recordistas de participações (53 presenças), partidas disputadas (1.306 jogos), vitórias (552 triunfos) e gols marcados (1.888 tentos). A partir de 1971, passou a jogar o Campeonato Brasileiro tal como se conhece hoje: foi o campeão da primeira edição em 1971 e em 2021; vice em 1977, 1980, 1999, 2012 e 2015; sendo que em 17 ocasiões finalizou entre os quatro mais bem colocados. Para ser o campeão brasileiro de 1971 o Atlético teve que desbancar o favoritismo de times como o Santos de Pelé, o Corinthians de Rivelino, o Botafogo de Jairzinho e o São Paulo de Gérson; onde os dois últimos foram derrotados pelo time no triangular final da competição. O plantel campeão tinha nomes como Renato, Humberto Monteiro, Grapete, Vantuir, Oldair, Humberto Ramos, Vanderlei, Ronaldo, Lola, Dadá Maravilha (artilheiro da competição com 15 gols), Tião, Careca, Romeu Cambalhota e Ângelo, além do técnico Telê Santana. No entanto, anos mais tarde o Atlético reuniria um time ainda mais brilhante que o de 1971: nomes como João Leite, Luisinho, Toninho Cerezo, Palhinha, Ângelo, Marcelo Oliveira, Paulo Isidoro, Ziza, Éder Aleixo e Reinaldo —considerado por muitos como o melhor jogador da história do Atlético — foram os responsáveis por levar o time às finais do Brasileirão de 1977 e 1980. Essa geração de grandes craques foi derrotada pelo São Paulo FC e pelo CR Flamengo em finais bastante polêmicas. A final de 1980 é considerada até hoje a Final de Todos os Tempos, onde se gerou uma grande rivalidade entre Atlético e Flamengo.
Sucessos pelo continente
As primeiras participações do Atlético em competições internacionais oficiais ocorreram nas edições da Copa Libertadores da América de 1972 —quando o time, liderado por Ladislao Mazurkiewicz, foi eliminado ainda na primeira fase — e de 1978 — quando chegou até a fase semifinal e foi eliminado em um grupo que tinha a CA River Plate e CA Boca Juniors. Em 1981 foi eliminado em uma partida extra contra o CR Flamengo que ficou marcada pela polêmica arbitragem de José Roberto Wright. Foi tão somente nos anos 1990 que o Atlético conquistaria seus primeiros títulos internacionais oficiais. Em 1992 o time conquistou a primeira edição da Copa Conmebol (uma das precursoras da atual Copa Sul-Americana), que foi uma competição criada pela CONMEBOL para ser o equivalente regional da Copa da UEFA. O time campeão era composto por jogadores como João Leite, Paulo Roberto Prestes, Sérgio Araújo e Aílton Delfino, entre outros; e teve que superar equipes como Fluminense FC, Júnior da Colômbia, El Nacional do Equador e na final o Club Olimpia do Paraguai. Sete anos depois, o Atlético —dirigido pelo técnico Emerson Leão e com Cláudio Taffarel, Dedê, Lincoln, Marques e Valdir Bigode como principais estrelas— conquistou seu segundo título da Copa Conmebol derrotando a times como Portuguesa de Desportos, América da Colômbia, Universitario do Peru e o CA Lanús da Argentina. Com o título de 1997 o Atlético tornou-se recordista da competição.
Crise, acesso e reestruturação
Depois de disputar a Copa Libertadores e a Copa Mercosul, ambos no ano de 2000, com relativo destaque o Atlético desempenhou um ótimo papel no Brasileirão de 2001 —quando Velloso, Cicinho, Gilberto Silva, Valdo, Marques e Guilherme levaram o time até a semifinal. Porém, a partir daí o Atlético passou a conviver com altos e baixos. Depois de fazer campeonatos regulares nos anos de 2002 e 2003 o time fez péssimas apresentações nos anos 2004 e 2005, sendo que nesta última edição foi rebaixado por primeira e única vez em sua história. A recuperação foi rápida e o time voltou à Série A na primeira tentativa, conquistando o título de campeão da Série B no ano seguinte, graças a nomes como Diego Alves, Éder Luís e Danilinho.
Escudo
Fundado em 1908, o Atlético-MG conheceu a primeira versão de seu escudo na década de 1910. O distintivo passou a ser estampado nos uniformes atleticanos e o mesmo tinha um formato semelhante ao brasão do América-RJ, com letras dentro de um formato circular. Novo escudo: modificado com o passar do tempo Em 1922, a primeira versão do escudo atual ganhou forma, com o brasão em formato de coração, conforme descrito no estatuto oficial do clube. A partir daí, todas as versões posteriores do símbolo atleticano tinham como base o contorno do escudo criado na década de 1920. O Escudo, em forma similar à de um coração, com a parte superior invertida, de cor preta, ladeado de branco, e com quatro listras verticais brancas, com as iniciais CAM, conforme o Registro 826.493.297, no INPI - descreve o Atlético-MG, em seu estatuto.
Uniforme
O uniforme do Atlético Mineiro é composto por faixas verticais alvinegras (pretas e brancas) com o escudo no peito acima do coração. O número na parte de trás da camisa é dourado, vermelho, preto ou branco, dependendo da coleção. O calção é preto e as meias são brancas com listras pretas na horizontal ou totalmente brancas. Os uniformes reservas podem ser compostos por camisas brancas, calções brancos e meias pretas; ou por camisas pretas e calções brancos e meias pretas. O atual fabricante de material esportivo é a Nike. Em 23 de fevereiro de 2009, o Atlético Mineiro teve a camisa do centenário eleita como a mais bonita do mundo, segundo o site Football Shirts, da Inglaterra. Em 17 de Janeiro de 2010, a camisa do Atlético Mineiro é eleita a mais bonita do Brasil, através do "S.E.E Trivela" que fez uma pesquisa entre jornalistas e blogueiros das camisas dos times brasileiros mais bonitas de 2009.
Mascotes
O principal mascote do Atlético Mineiro é o Galo, que foi desenvolvido pelo chargista Fernando Pierucetti, o Mangabeira, no final dos anos 1930 e redesenhado em 1945 com a justificativa de que "O Atlético sempre foi um time de raça. Mais parece um galo de briga, que nunca se entrega e luta até morrer". A popularização do mascote se tornou forte a partir dos anos 1950 e logo após a inauguração do Mineirão, na qual os torcedores do Atlético adotaram como grito de guerra o mascote do clube. A intensa identificação entre o mascote e a torcida pôde ser vista já em 1976, quando o Atlético se tornou o primeiro clube do mundo a utilizar mascotes mirins fantasiados de Galo na entrada em campo do time. Em uma partida válida pelo Campeonato Brasileiro de 2005 contra o Flamengo, outra novidade: nasce o personagem Galo Doido, o famoso mascote que acompanha os jogos do Atlético.
Hino
O hino foi composto por Vicente Motta, em 1969. Já o primeiro hino oficial do clube foi composto em 1928 por Augusto César Moreira (música) e Djalma Andrade (letra). A revista Placar lançou dois álbuns com regravações de hinos do futebol brasileiro. O primeiro de 1996 teve o hino da Atlético gravado pela banda de rockabilly João Penca e Seus Miquinhos Amestrados. A versão de 2004, que tentou trazer apenas músicos gravando para o time que apoiavam - em contraste ao primeiro tendo o Atlético representado por uma banda carioca - contou com uma versão rock com o grupo Tianastácia e o cantor Rogério Flausino, do Jota Quest, e o atacante Reinaldo compareceu às gravações.
Galo de Prata
O Galo de Prata é a comenda maior do clube, concedida desde janeiro de 1999 aos torcedores e organizações que de alguma forma ajudaram a construir a história do clube.
A Vila Olímpica foi construída em 1973 e foi palco da preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1982, e do Atlético Mineiro principalmente na década de 1970. Fazem parte da sua estrutura: campo de futebol com um gramado de alta qualidade, departamento médico, salão social, moderna e confortável sauna, academia de ginástica, parque aquático e restaurantes. O Estádio Presidente Antônio Carlos (ou Estádio de Lourdes e Estadinho da Colina), foi um estádio brasileiro de futebol localizado em Belo Horizonte. Pertenceu ao Clube Atlético Mineiro, que mandou seus jogos no local de 1929 a 1968. Hoje no local encontra-se o Diamond Mall. Até o fim de 2019, o clube mandava seus jogos no Estádio Independência. O Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, é o quarto maior estádio de futebol do Brasil, ficando atrás dos tradicionais Maracanã e Morumbi e do reformado Estádio Nacional de Brasília. O Atlético já mandou seus jogos no Estádio do Mineirão e, em 2020, volta a ter o Gigante da Pampulha como sua casa.
Marca e valor de mercado
Em estudos atualizados do ano de 2022, a consultoria Sports Value publicou uma avaliação detalhada dos 30 principais times do futebol do Brasil e coloca o Atlético como o 4° mais valioso clube do país. Seus ativos e valor da marca foram avaliados em R$ 1,966 bilhões. O clube figura apenas atrás de Flamengo, Palmeiras e Corinthians.
Sede social
A sede de Lourdes é um prédio de dois andares no bairro Lourdes em Belo Horizonte, onde funciona o setor diretivo e administrativo do C.A.M. Foi fundado em 1962, na data do aniversário do clube. Também abriga a Sala de Troféus Vilibaldo Alves e o Auditório Elias Kalil.
Clube Labareda
Conjunto arquitetônico moderno, com quadras de esporte, piscinas, restaurantes e salão social panorâmico. Localizado às margens da Avenida Pedro I e ao lado da cabeceira do Aeroporto da Pampulha, com uma área de 150 mil métros quadrados.
Centro de treinamento
A Cidade do Galo é o maior e mais completo centro de treinamento e concentração da América do Sul e foi construído na cidade de Vespasiano. Em uso desde 1999, encontram-se em execução as obras do alojamento das categorias de base, com estrutura completa inclusive para acompanhamento escolar, e capacidade para 60 (sessenta) jovens. A etapa seguinte, será a conclusão das obras da concentração da equipe profissional com vinte apartamentos duplos, restaurante, cozinha industrial, auditório completo e área de lazer com piscina e salão de jogos. Em 2014, a Cidade do Galo foi o centro de treinamento da Seleção Argentina de Futebol durante a Copa do Mundo.
Diamond Mall
O Diamond Mall é um importante centro comercial na cidade de Belo Horizonte, que foi inaugurado em 1996. Localizado na Avenida Olegário Maciel, no bairro de Lourdes, ao lado da sede social do clube, é um dos mais modernos e luxuosos shoppings do estado de Minas Gerais. Ocupa um quarteirão inteiro na região central de Belo Horizonte (21.386 m²), possui mais de 200 lojas, praça de alimentação, seis salas de cinema e quatro andares destinados a estacionamentos. O terreno do shopping foi construído na área do Estádio Presidente Antônio Carlos, antigo campo do Atlético entre 1929 e 1969, tendo sido arrendado mediante contrato e acordo comercial firmados em 28 de julho de 1992 junto do consórcio MTS/IBR. O shopping chegou a constar como a segunda maior fonte de receitas para o Atlético em 2006, e, segundo o contrato de arrendamento, a edificação pertencerá totalmente ao clube depois de 30 anos a contar da inauguração. O acordo foi renovado em 2009 e passou a render ao clube 450 mil reais por ano.
O Clássico Mineiro, também chamado de Superclássico Mineiro, Derby Mineiro ou Galo contra Raposa, é o mais importante clássico de futebol de Minas Gerais e um dos maiores do Brasil, que envolve o Clube Atlético Mineiro e o Cruzeiro Esporte Clube, os principais clubes de Belo Horizonte e dois dos maiores do país.
Segundo pesquisa IBOPE de 2014, o Atlético é considerado o clube de fora do Eixo Rio-São Paulo mais popular do Brasil. Em 2007 a prefeitura de Belo Horizonte publicou no Diário Oficial do Município uma lei instituindo o dia 25 de março como o Dia do Atleticano A Lei é originária do Projeto de Lei n° 1.368/07, de autoria do Vereador Reinaldo Lima.
Recordes
Alguns dos vários recordes estabelecidos pela Massa Atleticana ao longo dos 100 anos de história do Galo: O Atlético foi o primeiro clube a ter alcançado a marca dos dez milhões de torcedores levados ao seu estádio no Campeonato Brasileiro, somando-se todas as suas participações desde o primeiro campeonato, em 1971. Ao final de 2006, 12.382.934 torcedores foram torcer pelo Galo na principal competição nacional. O Atlético é o segundo colocado no ranking geral de médias de público em casa no Campeonato Brasileiro, contando todas as edições, atrás apenas do Flamengo. Possui a melhor média de público em 10 edições do campeonato brasileiro. Essas são as médias de público do Atlético ano a ano:
Retrospecto em competições atuais
Legenda: J Jogos, V Vitórias, E Empates, D Derrotas, GP Gols Pró e GC Gols Contra Retrospecto do Clube Atlético Mineiro em competições oficiais atuais. Última atualização: 31 de dezembro de 2013


