Pesquisa · Mapa mental

Ataque militar

O ataque é uma operação ofensiva destinada a conquistar um objectivo claramente definido e que deve ser cuidadosamente idealizada, planeada, preparada, executada e continuada, com o máximo de controle possível e o máximo de análise das contingências e circunstâncias variáveis. A coordenação exigida entre os meios de manobra, apoio de fogos (artilharia), apoio aéreo e apoio de combate leva a que se refere muitas vezes essa operação como ataque coordenado.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 31/07/2026
01

Formas de manobra empregues no ataque

O ataque pode ser orientado sobre a frente e/ou sobre o flanco do inimigo, bem como a sua retaguarda. Para atingir o seu objectivo, podem-se utilizar cinco formas de manobra no ataque: Essas formas de manobra aplicam-se a todos os escalões de comando, mas, normalmente, o ataque frontal só é empregue quando estão em presença forças de grande dimensão e que ocupam extensas frentes. Na maior parte das operações ofensivas, a força atacante recorre a uma combinação das formas de manobra. A penetração é a forma de manobra ofensiva que visa romper uma posição defensiva inimiga para atingir um objectivo na retaguarda desta. É criada uma brecha no dispositivo defensivo inimigo que perde, assim, a sua continuidade. Em primeiro lugar, é necessário criar uma rotura na posição defensiva inimiga. Em segundo lugar, é necessário alargar e manter a brecha criada naquela posição. Por fim, é necessário conquistar ou destruir o objectivo e mantê-lo por forma a desarticular a continuidade da defesa.

02

Ataque principal e ataque secundário

Nem sempre é possível dispor do potencial de combate tão forte quanto o desejável. Além disso, é um desperdício empregar um excesso de forças indiscriminadamente. O potencial de combate disponível deve ser distribuído por forma a obter superioridade onde se prevê obter o resultado decisivo e que tenha maiores probabilidades de sucesso. O ataque principal é dirigido contra o objectivo decisivo e, para a sua execução, é atribuído o potencial de combate que permita criar uma superioridade decisiva sobre o inimigo. Isso implica, frequentemente, reduzir o potencial de combate nos restantes pontos da zona de acção, o que se traduz numa atribuição dos meios mínimos, se bem que adequados, para a realização do(s) ataque(s) secundário(s). Estes devem contribuir para o sucesso do ataque principal. Por vezes, não há razões para definir um ataque principal e secundário e recorre-se a um ataque equilibrado, em que todas as forças têm um potencial de combate equivalente. Pressupõe-se que a todas as forças atacantes são atribuídas missões de igual importância ou que qualquer dos eixos de ataque oferecem iguais oportunidades de sucesso.

Vídeos recomendados

Continue pesquisando