Assassinato de Darya Dugina
O assassinato de Darya Dugina ocorreu em 20 de agosto de 2022, por volta das 21h45 do horário local, quando um carro do modelo Toyota Land Cruiser explodiu em Mozhayskoye Shosse, em um assentamento de Bolshiye Vyazyomy, nos arredores de Moscou, Rússia.
O Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) alegou que os serviços especiais ucranianos estavam por trás do assassinato, alegando que contrataram um empreiteiro, um cidadão ucraniano, que fugiu para a Estônia após a explosão. De acordo com o FSB, eles alugaram um apartamento no mesmo prédio onde Dugina morava depois de chegar na Rússia no mês anterior, e estiveram presentes no mesmo festival que Dugina participou antes de ser morta. O governo ucraniano negou qualquer envolvimento, com o conselheiro presidencial ucraniano Mykhailo Podolyak afirmando que "não somos um estado criminoso como a Federação Russa, muito menos um terrorista", e depois culpando o matança em brigas internas entre agências de segurança russas. A Estônia rejeitou a alegação de que o suposto assassino de Dugina havia fugido para a Estônia. Em um discurso semanal, o Papa Francisco chamou Dugina de "uma vítima inocente". Em um movimento altamente incomum, Andrii Yurash, o embaixador ucraniano na Santa Sé, em um tweet criticou o papa chamando a declaração de "decepcionante". Em outro movimento incomum, o núncio que representa o Papa na Ucrânia foi convocado ao Ministério das Relações Exteriores em Kiev, onde o ministro expressou "profunda decepção".


