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Isaac Asimov

Isaac Asimov foi um escritor e bioquímico russo-americano, autor de obras de ficção científica e divulgação científica.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 28/07/2026
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Biografia

Isaac Asimov nasceu Isaak Yudovich Ozimov (em russo, Исаак Юдович Озимов) em Petrovichi, uma pequena cidade situada na então Subdivisão Governamental de Gomel, situada no oeste da República Soviética Russa (atual Oblast de Smolensk, Rússia), perto do que hoje é a fronteira entre a Federação Russa e a Bielorrússia. De origem russo-judaica, era filho de Judah Asimov, um comerciante e moleiro, e Anna Rachel Berman-Asimov, uma dona-de-casa, oriunda de uma tradicional família de judeus. Em virtude das diferenças entre o calendário hebraico e o calendário juliano (à época ainda em uso na região pela Igreja Ortodoxa), bem como pela falta de registros, sua data de nascimento não pode ser precisada, situando-se entre 4 de outubro de 1919 e 2 de janeiro de 1920, sendo esta última considerada como a correta por Asimov, que sempre celebrou seu aniversário a 2 de janeiro. A família deriva seu nome de озимые (ozimiye), uma palavra da língua russa que significa um cereal de inverno que o seu bisavô negociava, ao qual o sufixo paterno foi adicionado. Sua família emigrou para os Estados Unidos quando ele tinha três anos de idade, em 1923, se estabelecendo na cidade de Nova York. Como seus pais falavam sempre iídiche e inglês com ele, ele nunca aprendeu russo. Enquanto crescia no borough nova-iorquino de Brooklyn, Asimov aprendeu a ler, por si próprio, quando tinha cinco anos e permaneceu fluente em iídiche, bem como em inglês. Seus pais tinham uma loja de doces, e toda a gente da família tinha de lá trabalhar. Revistas baratas de papel de polpa, chamadas pulp sobre ficção científica eram vendidas em lojas, e ele começou a lê-las. Por volta dos onze anos, começou a escrever histórias próprias e, por volta dos dezenove anos, tendo-se tornado fã de ficção científica, começou a vender suas histórias a revistas. John W. Campbell, o editor de Astounding Science Fiction, para quem ele vendeu suas primeiras histórias, foi uma forte influência formativa e tornou-se um amigo. Nesta revista, publicou o conto Liar! (1941) onde apresentou Susan Calvin, personagem que tornou-se recorrente em sua obra e, interpretada por diversas atrizes na TV e cinema, dentre as quais Bridget Moynahan, no filme de 2004, I, Robot.

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Asimov e o Futuro

Asimov não se mostrou visionário apenas em relação à existência de uma ´´´Biblioteca Global´´´, como visto acima. Em 1964, aceitou uma proposta do jornal The New York Times e fez uma série de previsões acerca do mundo do futuro, projetando-o como seria dali a 50 anos, isto é, em 2014. Embora não utilizasse, à época, os termos de hoje, por seus escritos podemos notar que previu a existência dos micro-ondas em nossas cozinhas, da fibra ótica, da internet, dos microchips, das TVs de tela plana e até de pessoas acometidas de depressão. Mas também errou, como ao prever carros voadores e usinas nucleares de fusão atômica.

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Bibliografia selecionada

Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca em vida; escreveu 463 obras. Mas, somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo, a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.

Ficção científica

Obras publicadas sob o pseudónimo Paul French (Ainda que essencialmente independentes, alguns desses romances têm relações mínimas com a série "Fundação".) Lista de contos e noveletas de Isaac Asimov:

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Leis da Robótica

Apresentadas no livro Eu, Robô, as 3 Leis da Robótica foram criadas como condição de coexistência dos robôs com os seres humanos, como prevenção de qualquer perigo que a inteligência artificial pudesse representar à humanidade. São elas: Mais tarde, no livro Robôs e Império, o robô Daneel viria a instituir uma quarta lei: a 'Lei Zero':

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Corolário de Asimov

Imagem: telly negotrópica · BY-ND · Openverse

O corolário de Asimov foi publicado pela primeira vez no artigo "Asimov's Corollary" publicado na The Magazine of Fantasy and Science Fiction, em fevereiro de 1977, e foi republicado em diversas obras posteriores do autor. O corolário se baseia na primeira lei de Clarke, que diz: "Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certeza que tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado." "No entanto, quando o público leigo se reúne em torno de uma ideia que é denunciada por cientistas renomados, porém idosos, e apoia essa ideia com grande fervor e emoção — os cientistas renomados, porém idosos, provavelmente estão certos."

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Fontes consultadas

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