Arqueologia egípcia
Arqueologia egípcia, ou “arqueologia no Egito” é o termo usado para designar o estudo dos vestígios da cultura material do passado egípcio. Ao contrario do que se pensa, a arqueologia egípcia não abrange somente a análise da era faraônica, mas também os períodos pré-dinásticos e os de dominação árabe, por exemplo.
Imagem: Eliel Bragatti e Renata Martins Rocha · BY · Openverse
Além do uso das fontes documentais disponíveis que compreendem desde hieróglifos egípcios a textos de cartas diplomáticas enviadas por outros países os arqueólogos desta área contam da mesma forma com o uso da iconografia para retirar deduções sobre formas de artefatos ou gênero. A arqueologia é bastante conhecida por sua forma sistemática de pesquisa que baseia-se na escavação, que é imprescindível, quando se há um elemento pouco conhecido ou que precisa ser salvaguardado. Atualmente, a liberação para se fazer pesquisas arqueológicas no país sai do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito que é um órgão ligado ao Ministério da Cultura. Um exemplo de um órgão parecido no Brasil é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Arqueólogos brasileiros e portugueses no Egito O Brasil anda exportando arqueólogos para o norte da África, ha exemplos de uma equipe franco-brasileira trabalhando em Tânis e outra em filiação com a Argentina trabalhando em Sacará. Normalmente os brasileiros começam com uma colaboração e acabam se tornando parte da equipe. É importante citar que países vizinhos como Uruguai dispõe a anos de suas próprias missões arqueológicas.
Alguns pesquisadores tornaram-se conhecidos por meio de documentarios ou livros, ou devido ao fato de terem contribuido de alguma forma com determinadas inovações para a egiptologia. Zahi Hawass (Antigo secretário do Conselho Supremo de Antiguidades) e Salima Ikram sempre aparecem em programas de TV. Howard Carter descobriu a tumba do faraó Tutancâmon em 1922 e Auguste-Édouard Mariette foi o criador do Conselho Supremo de Antiguidades.


