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Protestos na Armênia em 2020−2021

Protestos na Armênia em 2020−2021 são uma série de protestos que começaram na sequência do acordo de cessar-fogo de Nagorno-Karabakh em 10 de novembro de 2020. Após o primeiro-ministro Nikol Pashinyan anunciar que assinou um acordo para ceder os territórios ocupados pelos armênios no Azerbaijão e pôr fim a seis semanas de hostilidades na região de Nagorno-Karabakh, milhares de pessoas foram às ruas e centenas invadiram o prédio do Parlamento na capital Yerevan. Os protestos continuaram ao longo de novembro, com manifestações em Yerevan e outras cidades exigindo a renúncia de Nikol Pashinyan.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 14/07/2026
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Contexto

Durante a Guerra de Nagorno-Karabakh em 2020, que começou em 27 de setembro de 2020, as Forças Armadas do Azerbaijão tomaram o controle de muitos assentamentos, incluindo a cidade estrategicamente importante de Shusha, após uma batalha de três dias. A guerra terminou com uma vitória do Azerbaijão em 9 de novembro, e um cessar-fogo foi assinado entre ambas as partes e a Rússia. Conforme o acordo, as forças armênias e azerbaijanas permanecerão em suas posições até que a Armênia devolva ao Azerbaijão os territórios que ocupou ao redor de Nagorno-Karabakh (distritos de Kalbajar, Aghdam e Lachin, exceto o corredor de Lachin). O Azerbaijão manterá todos os territórios conquistados durante a guerra, e cerca de 2 000 forças russas de manutenção da paz serão implantadas no território restante. Embora o acordo tenha sido amplamente celebrado no Azerbaijão, foi visto como uma derrota desastrosa na Armênia, e alguns armênios rapidamente tomaram as ruas. Os manifestantes chamaram o primeiro-ministro Pashinyan de "traidor" e exigiram que ele renunciasse, anulasse o acordo de paz e reiniciasse a guerra.

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Fontes consultadas

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