Armando Cortez
Armando Cortez e Almeida, mais conhecido por Armando Cortez GOIH, foi um actor, encenador, argumentista e produtor português.
Imagem: la nave de los locos · BY-NC · Openverse
Actor de teatro desde 1946, interpretou um sem número de autores, em peças como Coéforas, de Ésquilo. Em 1964, é protagonista, com Francisco Nicholson, do programa Riso e Ritmo, da RTP. Em 1982, aparece na série Pedro e Paulina. Dirigiu o musical Annie de Thomas Meehan para o Teatro Maria Matos (1983). Em 1984, participou no tele-romance Chuva na Areia da RTP. Em 1986, participa na telenovela Palavras Cruzadas. No ano de 1987 entra na série Lá em Casa Tudo Bem. 1988 é o ano da telenovela Passerelle. Em 1992, participa na novela Cinzas. Seguem-se Verão Quente e Nico D'Obra, no ano de 1993. No ano seguinte, participa em Na Paz dos Anjos. 1996 é o ano de Roseira Brava, da série Polícias e da novela Vidas de Sal. Em 1997, participa em Filhos do Vento e A Grande Aposta. No ano seguinte participa em Terra Mãe e Os Lobos. Em 2000, grava Esquadra de Polícia, A Raia dos Medos e Alves dos Reis. Entra também em Ajuste de Contas.
Imagem: JOHN K THORNE · CC0 · Openverse
Neto materno duma prima em terceiro grau do 1.° Visconde de Roriz. Nasceu a 23 de janeiro de 1928 na freguesia dos Anjos, em Lisboa, embora tenha sido batizado na freguesia da Ajuda. Era filho de Luís Carlos da Cunha e Almeida, oficial do Exército, natural de Lamego (freguesia da Sé), e de Heloísa dos Santos Cortez da Cunha e Almeida, doméstica, natural de Lisboa (freguesia do Sacramento). A 28 de novembro de 1950, casou primeira vez na igreja paroquial de Benfica, em Lisboa, com a atriz Fernanda Borsatti. Deste casamento nasceu, em 1953, José Eduardo da Fonseca Cortez e Almeida, Médico, casado com Anabela Ribeiro Fernandes Cortez e Almeida, com duas filhas (Inês Fernandes Cortez e Almeida e Margarida Fernandes Cortez e Almeida). Por sentença de 14 de janeiro de 1959, foi decretada a separação judicial de pessoas e bens entre o casal, tendo esta sido convertida em divórcio por sentença transitada em julgado a 7 de junho de 1976, já após a Revolução de 25 de Abril de 1974.
Imagem: Galería de fotografías del Ministerio de Defensa · BY · Openverse
A Câmara Municipal de Lisboa atribuiu o seu nome a uma rua em frente ao novo Teatro Aberto, na freguesia de Campolide. A 5 de maio de 2003 foi inaugurado o Teatro Armando Cortez, na Casa do Artista.


