Pesquisa · Mapa mental

Arma sônica

Armas sônicas e ultrassônicas são armas, de tipos diversos, que empregam ondas sonoras para ferir, incapacitar, ou mesmo matar qualquer ser vivo. Algumas armas sônicas estão atualmente em pesquisa e desenvolvimento pelos militares e forças policiais. Outras existem apenas no reino da ficção científica. Algumas dessas armas são descritas como balas sônicas, granadas sônicas, minas sônicas ou canhões sônicos. Algumas geram um raio dirigido de som ou de ultrassom; ainda há aquelas produzem um campo sonoro local.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 04/07/2026
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Som convencional

Gravações sonoras tem sido usadas como arma para confundir o inimigo durante uma batalha, como parte da guerra psicológica e também como um meio de tortura.. Música culturalmente inapropriada tem sido utilizada para desencorajar adolescentes de vadiarem em locais públicos. Por exemplo, a Metro Trains Melbourne, operadora da rede ferroviária suburbana da cidade de Melbourne, na Austrália, usa transmissões de música clássica nas estações para desencorajar travessuras.

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Uso e implantação

Ondas sonoras extremamente energizadas podem perturbar ou destruir os tímpanos de uma pessoa, causando desorientação e dores intensas; o que é suficiente para incapacitar alguém. Ondas menos potentes causam náuseas e desconforto em seres humanos. A utilização dessas frequências ,para incapacitar pessoas, tem sido aplicada tanto no contraterrorismo, quanto no controle de multidão. A possibilidade de um dispositivo que causa vibração nos globos oculares - e, portanto, distorce a visão - foi, aparentemente, confirmado pelas pesquisas do engenheiro Vic Tandy, enquanto tenta desmitificar uma "assombração" em seu laboratório, em Coventry. Esse "fantasma" foi caracterizado por um sentimento de mal-estar e vislumbres vagos de uma aparição cinza. Uma investigação encontrou um novo exaustor instalado recentemente que, descoberto por Tandy, estava gerando infrassom de frequências de 18.9 Hz, 0.3 Hz e 9 Hz.

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Pesquisa

Estudos tem mostrado que exposição à ondas ultrassônicas de alta intensidade, frequência entre 700 kHz a 3.6 MHz, são capazes de causar danos intestinais e pulmonares em ratos. Padrões de frequência cardíaca afetadas por estimulação vibroacústica tem resultado em consequência negativas sérias, como palpitação arterial e bradicardia. O American Institute of Ultrasound in Medicine (AIUM) declarou que não há provas sobre efeitos biológicos associados com raios de som desfocados com intensidades inferiores a 100 mW/cm² SPTA raios sônicos focados com o nível de intensidade inferior a 1 mW/cm² SPTA. Distúrbios neurológicos induzidos por ruído, em humanos expostos continuamente a sons de baixa frequência por durações mais longas do que 15 minutos, estão envolvidos em alguns casos relacionados com o desenvolvimento de problemas, imediatos e de longo-prazo, que afetam o tecido cerebral. Os sintomas se assemelham aos encontrados em indivíduos que sofreram trauma craniano leve. Uma teoria, para um mecanismo causal, é de que a prolongada exposição ao som resultou uma tensão mecânica ao tecido cerebral suficiente para induzir uma encefalopatia.

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Fontes consultadas

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