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Antonio Valentín Angelillo

Antonio Valentín Angelillo pronúncia italiana: [andʒeˈlillo]; foi um futebolista ítalo-argentino que jogava como meia-atacante e jogou a maior parte de sua carreira profissional na Serie A, ele foi membro tanto da seleção argentina quanto da seleção italiana.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 06/07/2026
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Carreira

Nascido em Buenos Aires, Angelillo começou a jogar profissionalmente no Arsenal de Llavallol em 1952. Em 1955 ele jogou no Racing Club e se mudou para o Boca Juniors em 1956. Em 1957, Angelillo foi contratado pela Inter de Milão pelo então presidente do clube, Angelo Moratti; Ele fez sua estreia na Série A em 8 de setembro de 1957, em um empate em 0-0 em casa contra o Torino, ele marcou 16 gols em sua primeira temporada. De 1957 a 1961, ele jogou 127 jogos com os Nerazzurri, marcando 77 gols. Na Serie A, ele apareceu em 113 partidas e marcou 68 gols pelo Internazionale, também atuando como capitão da equipe. Ao chegarem à Itália, Angelillo e seus compatriotas Omar Sívori e Humberto Maschio adquiriram o apelido de Os anjos com caras sujas (uma referência irônica ao célebre filme Angels with Dirty Faces), devido à sua cor tipicamente sul-americana. Eles também eram conhecidos como O Trio da Morte por causa de sua eficiência em marcar gols.

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Carreira internacional

Em torneios oficiais, Angelillo jogou 11 partidas e marcou 11 gols pela Seleção Argentina. Durante o Campeonato Sul-Americano de 1957, que a Argentina venceu, Angelillo foi o segundo maior artilheiro do torneio, com oito gols em seis partidas, marcando em todas as partidas. Após o torneio, ele e dois outros jogadores argentinos (Omar Sívori e Humberto Maschio) foram comprados por diferentes clubes italianos e, como resultado, o trio foi proibido de Desastre da Suécia (1958)jogar pela seleção argentina pela Federação Argentina de Futebol, e perderam a Copa do Mundo de 1958 na Suécia; a Argentina foi eliminada na primeira rodada da competição. Depois de se mudar para a Itália e adquirir a cidadania italiana através de seu avô, Angelillo jogou pela Seleção Italiana, fazendo sua estreia em 2 a 1 contra a Áustria em 10 de dezembro de 1960. Ele foi deixado de fora da equipe italiana que disputou a Copa do Mundo de 1966 no Chile; no total, ele fez dois jogos pela Seleção Italiana entre 1960 e 1962, marcando 1 gol, que veio em sua segunda e último jogo – uma vitória por 6-0 sobre Israel, em Turim, em 4 de novembro de 1961.

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Estilo de Jogo

Um atacante rápido, talentoso e prolífico, com boa movimentação e técnica, Angelillo é reconhecido principalmente pela sua capacidade de marcar gols, embora não fosse um atacante que se limitava a atuar na grande área; ele também era conhecido por seu trabalho defensivo, bem como por sua capacidade de orquestrar jogadas de ataque e fornecer assistências para seus companheiros de equipe. Devido às suas muitas habilidades, ele era capaz de jogar em várias outras posições, tanto no ataque quanto no meio-campo, e ao longo de sua carreira ele jogou como segundo atacante, como um ponta e até mesmo como volante.

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Carreira de Treinador

Depois de se aposentar, Angelillo permaneceu na Itália, onde se tornou treinador, administrando vários clubes das divisões inferiores. Seu trabalho mais notável veio no comando do Arezzo, que ele levou para o título da Copa Italia da Série C e do título da Série C1. Angelillo também trabalhou como olheiro na América do Sul pela Inter de Milão e, segundo consta, descobriu Javier Zanetti, que mais tarde viria a capitão do clube e se tornaria recordista do Inter em jogos; Mais tarde, ele continuou a viver em Arezzo.

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Vida Pessoal

Angelillo era casado com Bianca e teve dois filhos. Antes de seu casamento, enquanto jogava pela Inter durante a temporada 1960–61, ele teve um caso muito divulgado com a dançarina Ilya Lopez – que ele conheceu em uma boate. Angelillo morreu em 5 de janeiro de 2018 em um hospital na cidade de Siena com 80 anos.

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Fontes consultadas

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