António Ferra
António Ferra é um escritor e artista plástico português. Licenciado em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa[carece de fontes?], cidade onde virá a fixar-se, após o início de carreira em Bragança e passagens esporádicas pelo País de Gales e Guiné-Bissau, onde exerceu funções profissionais[carece de fontes?].
Publicou várias obras nas áreas da pedagogia – onde se destaca Pedagogia Centrada na Pessoa – e da literatura para crianças, especialmente teatro representativo das “transformações sociais do pós 25 de Abril”. Nesta área, é autor premiado com a peça Caleidoscópio. No campo da ficção escreveu Crónicas dos Novos Feitos da Guiné e narrativas curtas, como O Vermelho e o Negro, Olhar o Silêncio, Água e Fogo e Silêncios Comprados. Representado em várias antologias, em 2002 publicou o seu primeiro livro de poesia, Com a Cidade no Corpo, em 2006 A Palavra Passe e em 2010 um livro de poesia satírica - Livro de Reclamações. Estação Suspensa é, à data, 2009, uma publicação onde inicia um caminho na prosa poética, de que são ainda exemplos Bio grafia e Marias Pardas. Tem colaboração dispersa em jornais e revistas[carece de fontes?]. Manteve sempre a sua actividade como artista plástico, numa articulação possível com o trabalho de escrita. A exposição, Ur banismos, (Torres Vedras e Lisboa) tem uma temática de habitação periférica, onde também reside grande parte da sua escrita. Salienta-se o tratamento do retrato (exposição em Lisboa, 2014 - Retratos de Nós
Poesia e Pintura
Nas Coxas do Tempo, pinturas em coedição com Wanda Ramos (poemas), plaquette, 1970


