António Sousa Freitas
António Sousa Freitas, poeta e letrista português. Foi distinguido com o Prémio Antero de Quental, em 1951, e com o Prémio Camilo Pessanha, em 1958, e agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, a 31 de janeiro de 1986, pelo então Presidente da República António Ramalho Eanes.
Imagem: Universidade Lusíada de Lisboa · BY-NC-SA · Openverse
Nascido em Buarcos, concelho da Figueira da Foz, a 1 de Janeiro de 1921 (embora no bilhete de identidade constasse sempre 5 de Janeiro, devido a um atraso no registo), António de Sousa Freitas iniciou o seu percurso literário durante os tempos de estudante em Coimbra (1939-1942). A sua passagem por Coimbra, onde deixou incompleto o curso de Direito, ficou marcada pelas colaborações no jornal universitário "Via Latina", pela fundação do jornal humorístico "Poney" e pelas diversas tertúlias literárias na companhia de figuras como Fernando Namora, João José Cochofel, Joaquim Namorado, José Brandão, Pina Martins, Carlos de Oliveira e Álvaro Feijó. Foi ainda colaborador pontual da revista "Flama" e dos jornais "Diário Popular", "Diário de Lisboa", "Século Ilustrado", "Diário do Norte" e "Diário Ilustrado", entre outros. Em 1940, António Sousa Freitas fez a sua estreia poética com "Anita", uma colectânea de poemas de amor dedicados à primeira namorada. Este primeiro livro viria a ser considerado pelo autor como tendo pouco significado na sua vida literária.
Imagem: Universidade Lusíada de Lisboa · BY-NC-SA · Openverse
O poeta (que se afirmava neo-lírico) publicou as seguintes obras:


