António Calvário
António Calvário da Paz é um cantor português que venceu o primeiro Grande Prémio TV da Canção Portuguesa.
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António Calvário da Paz nasceu em Moçambique no dia 17 de Outubro de 1938. Vem para a Metrópole, mais propriamente para Portimão, com 8 anos de idade. Depois vai para Lisboa de forma a acabar o 3.º curso liceal. Tem aulas de canto com Corina Freire, antiga cantora e sua prima avó. Entra para a Emissora Nacional em 1957 depois de ter concorrido a um concurso mas sem ter de passar pelo famoso Centro de Preparação de Artistas. Em 1960 foi aclamado no Festival da Canção Portuguesa, realizado na cidade do Porto, com "Regresso". Grava o EP "O Papá e a Mamã" com Maria de Lourdes Resende que contém os temas "O Papa e a Mamã", "Melodia de Natal" e "Amanhã Se Deus Quiser" que venceu o I Concurso de Canções Ligeiras da Rádiotelevisão Portuguesa. Em 1961 vence o seu primeiro título de Rei da Rádio. Volta a colaborar com Maria de Lourdes Resende em "Carnaval do Estoril". É ainda o ano de "Oração de Amor" e de "O Meu Chapéu".
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Outros
IX FESTIVAL HISPANO-PORTUGUÊS DA CANÇÃO- ARANDA DO DOURO SIDE A: 1.O SOL VOLTARÀ 2.UM BARCO VEM NO MAR SIDE B: 1.OLHOS DE VELUDO 2.VAI MAIS DEVAGAR - EP-60-10
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Participou em várias peças como cantor (Lista incompleta)
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"A participação no Festival da Canção é uma marca muito importante na minha carreira, será sempre uma referência da minha vida profissional . Muito embora eu já fosse uma figura muito popular antes de ter participado no Festival da RTP. Já tinha concorrido aos festivais da Emissora Nacional. Aliás, devo o meu nome à rádio. Por isso, convidaram-me para ir ao Festival da RTP e acabei por vencer a primeira edição. Foi com muito orgulho e com muita honra que representei Portugal na Eurovisão. " (AC / Diário de Notícias) "Os fãs mudaram em parte a minha vida, nomeadamente a opção do casamento, tive sempre um enorme respeito pelo público e nunca lhe quis desagradar e fui maleável" AC/Lusa "Uma editora francesa mostrou interesse em gravar `Oração` em francês e outras canções, mas a minha editora portuguesa, a Valentim de Carvalho, na altura não autorizou" AC/ Lusa. "As filmagens (do filme O Diabo Era Outro) foram-se arrastando, o realizador não dava o filme por terminado e como produtor tive de contrair um empréstimo junto da banca, mas paguei tudo, cantando onde me davam trabalho, até em circos e fiz digressões às ex-colónias por minha conta e risco que correram bem e me permitiram saldar tudo" AC/Lusa.


