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António Claro

António José Claro, também conhecido simplesmente como António Claro, foi um advogado, jornalista e político português, que se destacou como participante na Revolta Republicana do Porto em 31 de janeiro de 1891, e, mais tarde, como Ministro do Interior no governo de Gomes da Costa, bem como Presidente do Conselho Superior de Finanças e também do Tribunal de Contas durante a Ditadura militar portuguesa.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 15/07/2026
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Biografia

António José Claro nasceu em Vila Real, distrito de Vila Real, em 1863, filho de Miguel José Claro. Em 1882, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde concluiu o bacharelato em Direito em 1886. Após a sua formação, estabeleceu-se como advogado na cidade do Porto. Foi nomeado advogado de João Chagas, que era julgado por violação da lei de imprensa. Por sua vez, Chagas convidou António Claro a participar nos preparativos da revolta de 31 de janeiro de 1891, ao que este aceitou. Com o fracasso da revolta de 1891, António Claro viu-se forçado a procurar refúgio no exílio, primeiro em Espanha e, posteriormente, no Brasil. Após regressar a Portugal, foi detido a aguardar julgamento na Relação do Porto, mas acabou por ser absolvido do seu envolvimento na tentativa de revolução. Fez parte da Maçonaria, tendo sido iniciado em 1892 na loja União Latina, no Porto. Após a sua absolvição, António Claro retomou a advocacia e foi eleito para o diretório do Partido Republicano no Porto. Contudo, abandonou o diretório para se dedicar ao estudo da história de Portugal, tendo publicando em 1904 o primeiro volume da obra "O Pelourinho", que abrangia o período de 1817 a 1850.

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Fontes consultadas

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