Abílio Passos e Sousa
Abílio Augusto Valdez de Passos e Sousa GCTE • GCC • ComA • GOA • MTMM foi um oficial do Exército Português que exerceu relevantes funções políticas nos anos que se seguiram ao Golpe de 28 de Maio de 1926 e na fase inicial do Estado Novo.
Filho primogénito varão de Rudolfo Augusto de Passos e Sousa (Chaves, 19 de Setembro de 1852 - Elvas, 1910), Coronel de Infantaria do Estado-Maior, e de sua mulher Angelina Augusta Travassos Valdez (Elvas, 27 de Março de 1860 - ?), filha natural de João Travassos Valdez (Elvas, 11 de Novembro de 1822 - Elvas, 2 de Março de 1901), General de Brigada, sobrinho paterno e sobrinho materno por afinidade e primo-sobrinho do 1.º Barão do Bonfim e 1.º Conde do Bonfim, e de Genoveva Lobo. Casou em Elvas, Ajuda, Salvador e Santo Ildefonso, na Ermida de Santo Ildefonso, a 14 de Janeiro de 1909 com Felicidade Perpétua Santa Clara Barbas (Elvas, Caia e São Pedro, 22 de Julho de 1888 - Lisboa, Benfica, 5 de Janeiro de 1943), da qual teve oito filhos e filhas. Frequentou o Colégio Militar. Militar de Infantaria do Exército Português, onde atingiu o posto de Coronel. No golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi chefe do Estado-Maior das forças sublevadas estacionadas em Sacavém, sendo um dos grandes obreiros da implantação da Ditadura Militar. Pertencia ao sector dos militares liberais conservadores que consideravam a Ditadura Militar um período transitório para um regime político parlamentar e pluralista.


