Pesquisa · Mapa mental

Alice Bailey

Alice Ann Bailey, nascida Alice LaTrobe Bateman, Manchester, Inglaterra,, também conhecida como AAB. foi uma pesquisadora e escritora espiritualista de origem inglesa. Os livros de Alice A. Bailey, escritos em cooperação com o Mestre Tibetano Djwhal Khul, DK, entre 1919 e 1949, constituem uma continação dos ensinamentos da Sabedoria Imortal - um corpo de ensinamentos esotéricos que sistematizaram uma vasta gama de conhecimentos da Hierarquia espiritual.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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Vida

Imagem: Boscophotos · BY-SA · Openverse

Nasceu em uma família britânica de classe média e, como integrante da Igreja Anglicana, recebeu uma educação cristã completa. Aos 22 anos, começou a participar de atividades de evangelização em conexão com a Associação Cristã de Moços e o Exército Britânico. Desse modo, mudou-se para a Índia, onde, em 1907, conheceu Walter Evans, seu futuro marido. Ainda em 1907, o casal mudou-se para os Estados Unidos, onde Evans se tornou um padre da Igreja Episcopal dos Estados Unidos. Em 1915, separou-se formalmente de Walter, quando já tinha três filhos. Depois disso, enfrentou dificuldades econômicas, durante as quais trabalhou em uma fábrica de sardinha para sustentar a si mesma e aos filhos. Entre 1917 e 1918, se integrou à Sociedade Teosófica e, rapidamente, alcançou uma posição de influência na Sociedade Teosófica de Adyar, mudando-se para sua sede em Krotona (Hollywood). Assumiu o cargo de editora da revista: "The Messenger".

Lucis Trust

Em 1922, fundou a "Lucis Trust", juntamente com o seu marido. As atividades da "Lucis Trust", incluíram a "Escola Arcana", a "World Goodwill" (boa vontade mundial), formação dos "Triângulos", uma revista trimestral chamada "The Beacon" (O Farol) e uma editora destinada, principalmente, a publicar os livros de Alice Bailey. A Escola Arcana, fundada em 1923, fornecia um curso de meditação, por meio de correspondências, com base nas ideias dos livros de Bailey. A "World Goodwill" tinha como objetivo promover melhores relações humanas através da boa vontade, que eles definiam como o "amor em ação". Essa "ação" incluiu o apoio das Nações Unidas. Os "Triângulos" eram grupos de três pessoas que concordavam em se conectar em pensamentos a cada dia e meditar sobre as relações humanas corretas, visualizando a luz e o amor fluindo nas mentes e corações humanos, seguido pelo uso da Grande Invocação. Não era necessário que cada pessoa se conectasse em pensamentos no mesmo horário todos os dias.

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Fontes consultadas

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