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Aliança Liberal

A Aliança Liberal foi uma aliança política no Brasil efetuada no início de agosto de 1929 por iniciativa de líderes políticos de Minas Gerais e Rio Grande do Sul com intuito de apoiar as candidaturas de Getúlio Vargas e João Pessoa à presidência e vice-presidência nas eleições de 1 de março de 1930, em oposição a Júlio Prestes, o candidato paulista do também paulista e então presidente Washington Luís.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 29/06/2026
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História

Nas eleições de 1 de março de 1930, o então presidente paulista Washington Luís lançou candidatura do também paulista Júlio Prestes. Sua escolha visava assegurar a continuidade da política econômico-financeira, de austeridade e contenção de recursos à cafeicultura, ao mesmo tempo que representava o rompimento do tradicional revezamento entre São Paulo e Minas Gerais na presidência. Se sentindo alijado, o candidato de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, buscou apoio do Rio Grande do Sul. Após intensas negociações entre o final de 1928 e julho de 1929, no dia 30 de julho a comissão executiva do Partido Republicano Mineiro lançou as candidaturas de Getúlio Vargas e João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque à presidência e vice-presidência respectivamente. No dia seguinte, o Partido Libertador (PL), do Rio Grande do Sul, unindo-se ao Partido Republicano Rio-Grandense (PRR) na Frente Única Gaúcha (FUG), deu apoio à chapa de oposição. Visando tornar sua ação mais concreta, a oposição formou, no início de agosto, a Aliança Liberal sob liderança do mineiro Afonso Pena Júnior (presidente) e do gaúcho Ildefonso Simões Lopes (vice-presidente). Para além de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba, a Aliança Liberal recebeu apoio de todas as oposições estaduais, sobretudo do Partido Democrático em São Paulo e no Distrito Federal.

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