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Alexandre Danilovitch Menchikov

Alexandre Danilovitch Menchikov foi um político e militar russo que era um dos amigos mais próximos do imperador Pedro I e a esposa deste a imperatriz Catarina I. Menchikov foi uma das principais figuras políticas e sociais do final do Czarado da Rússia e início do Império Russo.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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Inicio de Carreira

Nascido em Moscou, em uma família modesta, desde sua juventude frequentou regularmente o distrito alemão da capital, onde conheceu François Lefort, que o apresentou ao jovem grão-duque Pedro. Os dois jovens rapidamente se tornam amigos. Pedro trouxe-o para o Regimento Preobrazhensky, que acabara de criar para ser sua guarda pessoal. Em 1689, Pedro tornou-se czar em conjunto com seu meio-irmão Ivan V, porém o centro de decisão do governo se manteve em torno de sua mãe Natalia Narychkina. Ele prefere viver sua vida jovem com Menchikov e outros companheiros de boêmia: François Lefort, o escocês Patrick Gordon, bem como os russos Nikita Zotov, Feodor Romodanovski, Gabriel Golovkin, Feodor Golovine e Piotr Tolstoi. Quando ele efetivamente assumiu o poder, em 1694, eles se tornaram seus colaboradores mais devotados e Menchikov foi seu favorito. Logo, Menchikov se distinguiu por sua ambição desproporcional, seu gosto pelo luxo, e sua devoção ao czar. Para alcançar seus fins, não hesitava em usar a corrupção, por Isso tornou-se extremamente rico.

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Líder Militar

Em 1700, a Guerra do Norte estourou contra a Suécia, durando até 1721. Menchikov demonstrou boa capacidade militar. Distinguiu-se durante a ofensiva russa na Ingria em 1702 e foi um dos comandantes das tropas que sitiaram a fortaleza de Noteborg, na junção dos lagos Ladoga e Neva. A tomada desta praça, foi muito importante pois permitiu aos russos o acesso ao Báltico. Poucos quilômetros acima, no mesmo ano, Pedro I fundou a Fortaleza de Pedro e Paulo e lançou as bases da cidade de São Petersburgo, a futura capital, da qual Menchikov foi nomeado governador a partir de 1703. Em 1706, Menchikov liderou o exército sueco em Kalisz, na Polônia, onde Pedro I o enviara para apoiar Augusto II contra Estanislau Leszczynski, na disputa pela coroa polaco-lituana. A campanha, não logrou êxito naquela ocasião e Lesczynski foi coroado com apoio de Carlos XII da Suécia. Em 1707, Menchikov recebeu o comando das tropas cossacas. Em 1709 durante a invasão sueca, Pedro enviou-o para Ucrânia; com a missão de castigar os cossacos descontentes que, sob as ordens do hetmã Ivan Mazepa, aderiram à Carlos XII da Suécia.

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Chefe de Governo

Em Janeiro de 1725, Pedro I morreu sem designar sucessor. Menchikov tomou partido da viúva deste, Catarina, sua antiga amante. Catarina foi coroada czarina graças à influência de Menchikov. Nesta época detinha o máximo de poder e Catarina entrega-lhe a direcção do governo. Cria o Alto Conselho Secreto, presidido por si e com outros cinco membros (o conde Fedor Apraxine, Pierre Tolstoï, Dimitri Golitsyne (Galitzine), Gabriel Golovkine e o barão André Ostermann), tem prioridade sobre o Senado Russo e sobre o Santo Sínodo para dirigir os destinos do Estado. Neste período concluiu a construção do suntuoso Palácio Menchikov, em São Petersburgo, às margens do Rio Neva e do Palácio de Oranienbaum em Lomonosov. Menchikov também pretende assegurar para si e para a sua família um futuro tranquilo. Convence Catarina I a designar Pedro, filho de Alexis Petrovitch, como sucessor. Combina o noivado do herdeiro com a sua filha Maria. Quando a czarina morre, em Maio de 1727, é designado tutor do novo czar Pedro II, que o nomeia generalíssimo.

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