Alberto Zacharias Toron
Alberto Zacharias Toron é um advogado criminalista brasileiro, detentor de um mestrado e um doutoramento em direito penal, pela USP e professor licenciado de direito penal da FAAP-SP.
Imagem: Zé Carlos Barretta from São Paulo, Brasil · BY · Openverse
Foi conselheiro, por São Paulo, no Conselho Federal da OAB, em Brasília e foi secretário-geral-adjunto do Conselho Federal da OAB. Foi presidente da Comissão Nacional de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil, vice-presidente Comissão Nacional de Defesa e Valorização da Advocacia e membro efetivo da Comissão de Estudo da Reforma do Processo Penal e da Lei de Execuções Penais e da Comissão de Estudo e Edição de Provimento para o Preenchimento dos Cargos de Representante da OAB junto ao Conselho Nacional de Justiça e ao CNMP, e foi relator, perante o Conselho Pleno da OAB, das proposições legislativas que integram o chamado pacote antiviolência, aprovado, em caráter terminativo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal. Foi, também, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, e do Conselho Estadual de Entorpecentes .
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Atuou na defesa do médium acusado de abusar sexualmente de mais de trezentas mulheres, João de Deus, dos juízes Nicolau dos Santos Neto e João Carlos da Rocha Mattos (Operação Anaconda), bem como na acusação contra Suzane Richtofen. Está entre os 10 advogados criminalistas mais admirados no Brasil, segundo a Análise Advocacia 2011 - Os Mais Admirados do Direito, com base em respostas de mais de 1.500 empresas brasileiras . Defendeu o ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Mattoso, que entregou a Palocci o extrato obtido com quebra ilegal de sigilo de Francenildo dos Santos Costa, o Nildo, e atuou também na defesa do deputado João Paulo Cunha (PT-SP). Foi o advogado de Carlos Martins, chefe do escritório de "private banking" do Credit Suisse em São Paulo, numa acusação de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de divisas.. Em 2006 defendeu, durante reunião do Conselho Federal da OAB, a criação do juiz corregedor da Polícia Federal, propondo a criação do cargo ao presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Conselho da Justiça Federal (CJF). Segundo Toron, a Justiça deve criar um órgão que receba as representações e críticas por parte daqueles que se sentirem lesados pela PF.


