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Albert Schweitzer

Louis Albert Schweitzer OM foi um teólogo, organista, filósofo e médico alemão, nascido na Alsácia, então parte do Império Alemão. Descendente de uma linhagem de importantes políticos locais, Albert Schweitzer foi filho de Adèle Schillinger e Louis Théofile Schweitzer, cujo pai era Philippe-Chrétien Schweitzer, prefeito de Pfaffenhoffen, na Alsácia. Albert era irmão de Charles Schweitzer e de Anne-Marie Schweitzer Schillinger, mãe do filósofo francês Jean-Paul Sartre. Sobre as obras do primo, Albert diria mais tarde, segundo Cohen-Solal, que "todas as opiniões são respeitáveis quando são sinceras, e por conta disso Deus seguramente o perdoará".

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 02/07/2026
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Nacionalidade

Imagem: Dunechaser · BY-NC-SA · Openverse

Albert Schweitzer nasceu na província de Kaysersberg, a qual mudou de mãos entre França e Alemanha próximo e durante seu tempo de vida. Schweitzer considerava-se francês e a maior parte de suas obras foram escritas em alemão. Sua língua materna era o dialeto Alsaciano.

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Vida e obra

Imagem: theirhistory · BY-NC-SA · Openverse

Formou-se em teologia e filosofia na Universidade de Estrasburgo, onde, em 1901, o nomearam docente. Em 1900 foi ordenado ministro luterano e serviu na paróquia de São Nicolau em Estrasburgo até 1911, onde também tocava órgão. Tornou-se um dos melhores intérpretes de Bach e uma autoridade na construção de órgãos. Aos trinta anos, gozava de uma posição invejável: trabalhava numa das mais notáveis universidades europeias; tinha uma grande reputação como músico e prestígio como pastor de sua Igreja. Porém, isto não era suficiente para uma alma sempre pronta ao serviço. Dirigiu sua atenção para os africanos das colônias francesas que, numa total orfandade de cuidados e assistência médica, debatiam-se na dura vida da selva. Em 1905 iniciou o curso de medicina, e seis anos mais tarde, já formado, casou-se e decidiu partir para Lambaréné, no Gabão, onde uma missão necessitava de médicos. Ao deparar-se com a falta de recursos iniciais, improvisou um consultório num antigo galinheiro e atendeu seus pacientes enfrentando obstáculos como o clima hostil, a falta de higiene, o idioma que não entendia, a carência de remédios e instrumental insuficiente. Tratava de mais de 40 doentes por dia e paralelamente ao serviço médico, ensinava o Evangelho com uma linguagem apropriada, dando exemplos tirados da natureza sobre a necessidade de agirem em benefício do próximo.

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Fontes consultadas

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