Pesquisa · Mapa mental

Alain Finkielkraut

Alain Finkielkraut é um filósofo francês de origem polonesa. Finkielkraut é um antigo aluno da Escola Normal Superior de St. Cloud, onde entrou em 1969. Ensina cultura geral na Escola Politécnica. Foi eleito membro da Academia Francesa em 10 de abril de 2014.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 08/07/2026
01

Biografia

Imagem: Jérémy Barande · BY-SA · Openverse

Muito influenciado pelos escritos de Hannah Arendt, ele analisa os estragos da modernidade e a fragilização do meio social. Em certas obras, defende com convicção sua ligação com a comunidade judaica, e se inquieta com uma ressurgência na França de um antissemitismo "de esquerda" e "progressista". Foi por um momento associado ao grupo dos « novos filósofos », juntamente com Pascal Bruckner, André Glucksmann e Bernard-Henri Lévy. Também foi associado ao filósofo Michel Foucault, em uma tentativa frustrada de jornalismo mais aprofundado. Sua presença mediática (autor de livros, apresentador do programa de rádio Réplique(s) da France Culture, frequentemente presente na televisão) conduziu-o a vários erros, como a célebre crítica « no escuro » feita sobre o filme Underground de Emir Kusturica, (« A Impostura Kusturica », Le Monde, 2 de junho de 1995). A descoberta desta aventura formará a trama do filme Rien sur Robert de Pascal Bonitzer.

02

Polémica

Imagem: Photo Claude TRUONG-NGOC · BY-SA · Openverse

Em 13 de Novembro de 2019, no debate 'La Grand Confrontation' ('O Grande Confronto'), no canal de informação da TF1, confessou que provoca os homens: dizendo “violem as mulheres! Eu violo a minha todas as noites e ela já está farta”. Perante a consternação dos outros convidados do debate, entre os quais se encontrava Caroline De Haas, ativista feminista e conselheira política para a luta contra a violência, Alain Finkielkraut adiantou ainda que “sempre houve violações”, mas que antes as denúncias eram feitas quando “se passava ao ato da penetração forçada”, enquanto hoje “o que existe é a cultura da violação, que engloba desde gracejos brejeiros, assédio até ao galanteio”. “Assistimos a uma extrapolação do conceito de sexismo. Se assim for, teremos em França imensos violadores em potência”, concluiu.

Vídeos recomendados

Fontes consultadas

Continue pesquisando