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Aílton Lira

Aílton Lira da Silva, conhecido como Aílton Lira, é um ex-futebolista brasileiro que se destacou como meia-esquerda. Sua carreira abrangeu desde as categorias de base até o futebol profissional, com passagens marcantes por diversos clubes brasileiros e internacionais, além de uma atuação no jogo de despedida de Pelé.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 23/08/2026

Pontos-chave

  • Iniciou sua carreira profissional na Ponte Preta aos 15 anos.
  • Foi considerado o maior jogador da história da Caldense.
  • Teve papel importante na conquista do Campeonato Paulista de 1980 pelo São Paulo FC.
  • Participou do jogo de despedida de Pelé, cedendo seu lugar para o Rei do Futebol.
  • Após se aposentar, seguiu carreira como técnico e olheiro de futebol.
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Início e Formação

Descoberta e primeiros passos no futebol.

Primeiros Anos

Filho de Lázaro Silva e Gecira Lira, Aílton Lira demonstrou desde cedo uma habilidade rara com a bola, destacando-se nas cobranças de falta do time amador Cruzeiro de sua cidade. Aos 15 anos, em 1966, o técnico Zé Duarte o levou para as categorias de base da Ponte Preta, onde assinou seu primeiro contrato profissional. Permaneceu no clube até 1972, atuando como reserva de Dicá.

Destaque na Caldense

Após sua passagem pela Ponte Preta, transferiu-se para a Caldense, em Minas Gerais, onde jogou de 1972 a 1976. Durante esse período, foi reconhecido como o maior jogador da história do clube.

Campeão no São Paulo FC e outros clubes

No começo de 1980, foi negociado com o São Paulo por 6,9 milhões de cruzeiros, atuando apenas por uma temporada no clube da capital, onde foi importante na conquista do paulista daquele ano, que na final até hoje marcou o maior público da história do estádio em uma partida. Em sua passagem pelo Tricolor do Morumbi, Aílton atuou em 29 partidas (12 vitórias, 13 empates, 4 derrotas) e marcou nove gols. Na sequência, atuou pelo Al Nasser, da Arábia Saudita, de 1980 a 1982. De volta ao Brasil, defendeu Guarani, União São João, Comercial de Ribeirão Preto, Portuguesa Santista, Itumbiara e, por último, o Guará, em 1988, no Distrito Federal, onde pendurou as chuteiras e iniciou a carreira de técnico.

Pós carreira de futebolista

Após o término da carreira como futebolista, comandou o time de juniores do Rio Claro FC e foi técnico das categorias de base da Caldense. Em Itumbiara, Caldense, Passos e Independente de Limeira ele comandou o elenco profissional. Em julho de 2017 foi contratado como "olheiro" do Santos, onde ficou até o fim daquele ano. Atualmente (2021), dá aulas de futebol para meninos e meninas no clube Floridiana, em Rio Claro, e é o responsável pela Escolinha Camisa Dez, em Araras, onde vive.

Vida pessoal

Casado com Maria Izildinha, teve cinco filhas: Elaine Cristina, Camila, Ariane, Daniele e Tatiane.

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Fontes consultadas

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