Laranjeiro
Laranjeiro é uma antiga povoação e freguesia portuguesa, localizada no Município de Almada. Com uma área de 3,88 km² e 20.988 habitantes em 2011, apresentava uma densidade populacional de 5.409,3 hab/km². Historicamente, Laranjeiro era um ponto de passagem rural com importantes quintas senhoriais, evoluindo para uma área urbana que fazia parte da cidade de Almada.
Pontos-chave
- Laranjeiro foi uma freguesia portuguesa no Município de Almada.
- Possuía uma área de 3,88 km² e 20.988 habitantes em 2011.
- Originou-se de lugares desanexados da freguesia de Cova da Piedade.
- Historicamente, era um espaço rural com quintas senhoriais.
- Suas principais atividades econômicas são o comércio e os serviços.
Laranjeiro está situado no Município de Almada, com limites geográficos bem definidos. Ao sul, faz fronteira com Corroios (concelho do Seixal). Ao norte, confina com a Cova da Piedade. A oeste, o limite é com Feijó, e a leste, com o Mar da Palha. A área da antiga freguesia abrange a atual Base Naval de Lisboa, no Alfeite.
A freguesia de Laranjeiro foi oficialmente criada pela Lei n.º 126/85, de 4 de Outubro. Sua formação se deu a partir de lugares que antes pertenciam à freguesia de Cova da Piedade. Posteriormente, parte de seus lugares contribuiu para a criação da freguesia do Feijó, conforme estabelecido pela Lei n.º 17-B/93, de 11 de Junho.
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A economia de Laranjeiro é predominantemente baseada no setor terciário. As principais atividades econômicas desenvolvidas na localidade concentram-se no comércio e na prestação de serviços.
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Nos seus primórdios, Laranjeiro era reconhecido como um importante ponto de passagem, conectando o sul do concelho (Cacilhas) à vila de Almada. A rota passava pelas Barrocas e Cova da Piedade, seguindo em direção à Mutela. Nesta fase inicial, o Laranjeiro era um espaço rural, caracterizado pela presença de diversas quintas com suas casas senhoriais. Entre elas, destacam-se a Quinta dos Espadeiros, associada a um fabricante de espadas do século XVII; a Quinta de Santa Ana, do século XVII, pertencente ao Marquês de Sabugos; a Quinta do Secretário, do século XVIII, cujo nome deriva de seu proprietário, D. Gil Eanes da Costa, que era secretário de estado; e a Quinta de Santo Amaro, do século XIX. Esta última, onde a câmara municipal de Almada instalou um centro cultural, é apontada como a origem do topónimo 'Laranjeiro'.
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A antiga freguesia do Laranjeiro possuía uma rede de 126 arruamentos.


