Afonso Furtado de Mendonça
Afonso Furtado de Mendonça foi um prelado português. Foi Conde de Arganil de juro e herdade e durante cinco anos foi bispo da Guarda, por oito anos reitor da Universidade de Coimbra, por dois anos foi bispo de Coimbra, passou sete anos como arcebispo de Braga, e, finalmente, por quatro anos foi bispo de Lisboa, em cuja catedral, na capela-mor, foi sepultado.
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D. Afonso Furtado de Mendonça era filho de Jorge Furtado de Mendonça, Cavaleiro e Comendador das Entradas, de Padrões e da Represa na Ordem de Santiago, e de sua mulher D. Mécia Henriques, filha de D. Pedro de Sousa, alcaide-Mor do Castelo de Beja, 3.° Senhor de Beringel de juro e herdade e 3.° senhor do Prado de juro e herdade, e de sua mulher Violante Henriques, filha de Simão Freire de Andrade, 5.° Senhor da Bobadela de juro e herdade, e de sua mulher D. Leonor Henriques; neto paterno de António Furtado de Mendonça e de sua mulher Margarida de Noronha, filha de Afonso Pires Pantoja, cavaleiro, comendador de Santiago do Cacém e alcaide-Mor do Castelo de Santiago do Cacém na Ordem de Santiago, e de sua mulher D. Brites de Noronha, ambos mencionados no Capítulo I da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto, filha do 1.° conde de Vila Nova de Portimão, etc, e tia paterna do 2.° Conde de Vila Nova de Portimão, de D. Afonso de Castelo Branco, 41.° Bispo de Coimbra e 6.° conde de Arganil de juro e herdade, etc, e do 1.° Conde do Sabugal; e bisneto de Jorge Furtado de Mendonça, cavaleiro e comendador das Entradas, de Padrões e da Represa na Ordem de Santiago e Camareiro de seu sobrinho materno D. Jorge de Lancastre, 2.° duque de Coimbra, etc, e de sua segunda mulher Maria de Sousa, prima-sobrinha de Afonso de Albuquerque, 2.° Governador da Índia.


