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Aeróstato

Aeróstato é a designação dada às aeronaves mais leves que o ar. A atividade e o estudo dos aeróstatos são levados a cabo por um ramo da Aeronáutica denominado Aerostação.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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Tipos de Aeróstatos

Basicamente existem dois tipos de aeróstatos: Balões - aeróstatos sem propulsão própria. Podem existir balões de voo livre, em que a deslocação é feita através da impulsão externa das correntes atmosféricas, e balões cativos, que não se deslocam, estando permanentemente presos ao solo; Dirigíveis - aeróstatos com propulsão própria, normalmente realizada por um motopropulsor.

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História dos Aeróstatos

No século XVII,[carece de fontes?] Francisco Lana conjecturou que um veículo feito de vidro ou outro material, do qual todo o ar fosse retirado, se tornaria mais leve, em peso específico, que o ar, e poderia "nadar" no ar e ascender. Lana propôs que o veículo fosse construído de cobre, porém Dr. Hooke mostrou a falácia deste argumento, pois o cobre que teria que ser usado para aguentar a pressão do ar sempre faria com que o veículo fosse mais pesado que o ar. O primeiro voo da história num aeróstato deve-se ao santista Bartolomeu de Gusmão que, em 1709, perante a Corte em Lisboa voou num invento da sua autoria baptizado de Passarola. A Passarola era um balão de ar quente de grandes dimensões. Muitos anos depois de Bartolomeu de Gusmão, em 1783, os irmãos Montgolfier fazem voar o balão de ar quente de sua invenção, despoletando um grande desenvolvimento na aerostação, que se dá sobretudo a partir do século XIX. Os primeiros aeróstatos não se podiam deslocar por si mesmos, ficando dependentes das correntes de ar atmosférico. Em 1852 é então projectado e construído o primeiro aeróstato dirigível pelo francês Henri Giffard.

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Fontes consultadas

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