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Monofosfato de adenosina

O Monofosfato de Adenosina, conhecido como AMP, é um nucleotídeo fundamental que serve como monômero para a construção do RNA. Estruturalmente, ele é um éster composto por ácido fosfórico e o nucleosídeo adenosina. Diferente de seus “primos” de alta energia, o ADP (difosfato de adenosina) e o ATP (trifosfato de adenosina), o AMP é considerado um composto de baixa energia. Sua presença em altas concentrações dentro da célula geralmente sinaliza uma situação de extrema carência energética, indicando que as reservas de ATP e ADP foram esgotadas para sustentar funções celulares vitais.

Fonte: Wikipédia (pt)Texto didático por IAAtualizado em 30/06/2026

Pontos-chave

  • AMP é um nucleotídeo e monômero essencial para a formação do RNA.
  • É um éster de ácido fosfórico e adenosina.
  • Considerado um composto de baixa energia, ao contrário do ADP e ATP.
  • Altas concentrações de AMP indicam baixa energia celular e esgotamento de ATP/ADP.
  • Sua síntese envolve reações a partir do IMP, com consumo de GTP.
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Como o AMP é Sintetizado na Célula?

A síntese do AMP ocorre em duas etapas principais, partindo de reações de síntese de nucleotídeos. O ponto de partida é o IMP (monofosfato de inosina), que é o produto final da via de novo de síntese de nucleotídeos. Este processo é crucial para garantir a disponibilidade de AMP para as funções celulares.

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Fontes consultadas

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