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Seleção Guinéu-Equatoriana de Futebol

A Seleção Guinéu-Equatoriana de Futebol representa a Guiné Equatorial nas competições de futebol da FIFA. É também filiada à CAF e à UNIFFAC.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 17/07/2026
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Trajetória

A Seleção da Guiné Equatorial realizou sua primeira partida oficial em maio de 1975, contra a China, com vitória dos asiáticos por 6 a 2. Sua maior vitória foi um 4 a 0 obtido em vitórias sobre República Centro-Africana (2014), Sudão do Sul (2016) e Costa do Marfim (2024), esta última válida pela Copa das Nações Africanas. A maior derrota da Nzalang Nacional foi um 6 a 0 aplicado pela Seleção do Congo. O auge da seleção viria a partir de 2012, quando participou pela primeira vez de uma Copa Africana de Nações, sediando a competição juntamente com o Gabão. Treinada pelo brasileiro Gilson Paulo e com 21 jogadores estrangeiros (o goleiro-reserva Felipe Ovono e o lateral-direito Colin eram os únicos nativos do elenco), a Guiné Equatorial fez boa campanha, parando apenas nas quartas-de-final. Em 2013, a Guiné Equatorial levou uma punição pelo uso irregular do atacante Emilio Nsue na partida contra Cabo Verde pelas eliminatórias africanas da Copa de 2014.

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Estádio

A seleção da Guiné Equatorial realiza os seus jogos como mandante no Nuevo Estadio de Malabo, principal praça esportiva do país, cuja capacidade é de 15.250 lugares.

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Polêmica das naturalizações

Nos últimos anos, a Guiné Equatorial virou notícia por conta da naturalização de jogadores de outras nacionalidades, que não possuem relação com o país. Em 2009, o jornalista sul-africano Mark Gleeson escreveu que a prática atrapalhava a credibilidade do futebol africano. Em 2005, um pedido de Ruslan Obiang Nsue, filho do presidente Teodoro Obiang, ao treinador brasileiro Antônio Dumas fez com que ele convocasse jogadores brasileiros para representar o país, apesar das críticas de outros à FIFA e à CAF, que faziam "vista grossa" da situação. Além de brasileiros, a Guiné Equatorial recrutou jogadores colombianos, burquineses, camaroneses, ganeses, marfinenses, liberianos, malineses, nigerianos, senegaleses e cabo-verdianos, uma vez que poucos atletas de origem puramente guinéu-equatoriana atuam na Nzalang Nacional. Esta controvérsia naturalmente não afeta aqueles que vem da Espanha porque, como antiga metrópole da Guiné Equatorial, foi o principal destino para os guinéu-equatorianos que fugiram de sua terra natal desde que se tornou uma ditadura, tendo lá os seus filhos. Sendo assim uma situação semelhante dos "franceses" que atuam para suas respetivas seleções africanas francófonas ou os "portugueses" que atuam para suas respetivas seleções africanas lusófonas.

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Fontes consultadas

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