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Cortisol

Cortisol é um hormônio esteroide da classe dos glicocorticoides e um hormônio do estresse. Quando usado como medicamento, é conhecido como hidrocortisona.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 25/07/2026
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Síntese e liberação

O cortisol é produzido no corpo humano pela zona fasciculada da glândula adrenal, a segunda das três camadas que compõem o córtex adrenal. Este córtex forma a "casca" externa de cada glândula adrenal, situada acima dos rins. A liberação de cortisol é controlada pelo hipotálamo do cérebro. A secreção do hormônio liberador de corticotrofina pelo hipotálamo desencadeia que as células da hipófise anterior, adjacente à adrenal, secretem o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) no sistema vascular, através do qual o sangue o transporta até o córtex adrenal. O ACTH estimula a síntese de cortisol e outros glicocorticoides, do mineralocorticoide aldosterona e da deidroepiandrosterona.

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Secreção

Imagem: LHcheM · BY-SA · Openverse

A secreção de cortisol se dá a partir de um estímulo estressante (atividade física ou contusão em alguma parte do corpo), que transmite impulsos nervosos ao hipotálamo. Este, por sua vez, libera o fator liberador de corticotropina (CTH), que chega a hipófise, cujas células secretam hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) que flui pelo sangue até o córtex supra-renal onde será produzido o cortisol.

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Funções no metabolismo

Imagem: sportEX journals · BY-ND · Openverse

O hormônio cortisol é conhecido pela sua função catabólica, no equilíbrio eletrolítico e no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídeos, além de possuir um potente efeito anti-inflamatório. A atuação do cortisol no organismo é antagônica à insulina, por conseguinte sendo análoga à do glucagon. O cortisol é essencial à vida. Por muito que se faça terapeuticamente, substituindo as suas funções, a sobrevida humana após adrenalectomia é breve e tem três destinos após a celagem rins e esôfago. O cortisol tem um claro domínio, em relação à corticosterona, na sua acção glicocorticoide, intervindo de forma marcada em quase todos os aspectos do metabolismo com um efeito global catabólico, ou antianabólico. Não obstante, a sua acção é muitas vezes descrita como permissiva porque actua principalmente, permitindo que os processos ocorram e não iniciando-os, por exemplo, amplifica o efeito de outras hormonas em processos que não afecta substancialmente, de forma directa e isoladamente. Por exemplo, em vários passos enzimáticos aumenta os efeitos ou interactua sinergisticamente com a glicagina.

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