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Academia de Belas-Artes de Viena

A Academia de Belas-Artes de Viena é uma instituição de educação superior em Viena, Áustria.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 02/07/2026
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História

A Academia de Belas-Artes de Viena foi fundada em 1688 como uma academia privada, inspirada na Accademia di San Luca e na Académie de peinture et de sculpture de Paris, pelo pintor da corte Peter Strudl, que se tornou o Praefectus Academiae Nostrae. Em 1701 foi enobrecido pelo Imperador José I como Freiherr (Barão) do Império. Com sua morte em 1714, a Academia fechou temporariamente. Em 20 de janeiro de 1725, o Imperador Carlos VI nomeou o francês Jacob van Schuppen como Prefeito e Diretor da Academia, que foi refundada como a k.k. Hofakademie der Maler, Bildhauer und Baukunst (Academia Imperial e Real da Corte de Pintores, Escultores e Arquitetura). Após a morte de Carlos em 1740, a academia inicialmente entrou em declínio, porém, durante o reinado de sua filha, a Imperatriz Maria Teresa, um novo estatuto reformou a academia em 1751. O prestígio da academia cresceu durante as administrações de Michelangelo Unterberger e Paul Troger, e em 1767 as arquiduquesas Maria Ana e Maria Carolina foram os primeiros membros honorários da Academia. Em 1772, ocorreram novas reformas na estrutura organizacional. Em 1776, o gravador Jakob Matthias Schmutzer fundou uma escola de gravura. Esta Academia Imperial-Real de Gravura, na Annagasse, logo passou a competir com a Academia da Corte.

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Estrutura

A academia divide-se nos seguintes institutos: A Academia tem atualmente cerca de 900 estudantes, dos quais quase a quarta parte vem do estrangeiro. A sua biblioteca conta com cerca de 110 000 volumes.

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Coleção de pintura

À disposição dos alunos, e com fins acadêmicos, tem uma pinacoteca e um gabinete de desenhos, sendo uma das maiores coleções de Áustria, e em parte está à disposição do público. A Gemäldegalerie (pinacoteca) tem cerca de 250 quadros de mestres célebres, de pintores italianos sobre tábua dos séculos XIV e XV até a pintura acadêmica dos séculos XVIII e princípios do XIX. Entre outras, há obras de Hieronymus Bosch (O Juízo Final), Lucas Cranach, o Velho, Rembrandt, Rubens, Tiziano, Murillo e Francesco Guardi. O "gabinete de desenhos" (Kupferstichkabinett, lit. "gabinete de gravados em cobre") tem cerca de 150 000 desenhos e lâminas, sendo uma das mais consideráveis coleções de artes gráficas austríacas.

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Fontes consultadas

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