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Céline Dion

Céline Marie Claudette Dion é uma cantora e compositora canadense. Considerada uma das três maiores vocalistas de todos os tempos e referida como a "Rainha das Power Ballads", ela é conhecida por seus vocais poderosos e tecnicamente habilidosos e sua absurda extensão vocal. Suas obras comercialmente bem-sucedidas tiveram um impacto significativo na música. Com aproximadamente 300 milhões de discos vendidos em todo o mundo, Dion é a artista canadense mais vendida de todos os tempos, a artista de língua francesa mais vendida de todos os tempos e a segunda artista feminina mais vendidas de todos os tempos, sendo superada apenas por Madonna. Dion ganhou cinco Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano por Falling into You.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 19/07/2026
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Biografia

Em maio de 2007, Dion lançou um novo álbum em francês intitulado, D'elles, que vendeu 700 000 cópias vendidas. Em 12 de novembro de 2007, Céline lançou o seu novo álbum em inglês, Taking Chances. Para este álbum, ela colaborou com o ex-guitarrista do Evanescence, Ben Moody, Linda Perry, e o cantor e compositor de R&B Ne-Yo. Estreou na terceira posição da Billboard 200, vendendo 215.000 unidades. De acordo com a IFPI, Taking Chances foi o 8º álbum mais vendido de uma artista feminina em 2007 no mundo todo, com vendas de mais de 3,1 milhões de cópias somente em 2007. Céline encerrou sua residência A New Day... em 15 de dezembro de 2007. De acordo com a Billboard, A New Day... é a residência de maior sucesso de todos os tempos, arrecadando mais de US$ 385 milhões de dólares e atraindo mais de três milhões de pessoas para 717 shows. No dia 12 de dezembro de 2007, o DVD duplo "A New Day… Live In Las Vegas" foi lançado, vendendo mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo. Tornou-se também o 19º DVD mais vendido de 2008 no Brasil, e recebeu certificado de platina por 30.000 cópias vendidas.

1968–1989: Início e primeiras gravações

Céline Dion ([ˈdiːɒn]; francês: [selin djɔ̃] (escutarⓘ)) nasceu em Charlemagne, na província do Quebec, e é a filha mais nova dos 14 filhos de Thérèse (née Tanguay), uma dona de casa, e Adhémar Dion, um açougueiro, ambos de ascendência franco-canadense. Dion teve uma educação católica romana e cresceu em uma casa extremamente pobre, mas, segundo ela, muito feliz, em Charlemagne. Como a caçula de 14 filhos, Dion cresceu usando roupas de segunda mão e compartilhando a cama com várias irmãs. Quando bebê, ela dormia em uma gaveta para economizar no berço. A irmã mais velha de Dion já estava com 20 anos, casada e grávida de seu primeiro filho na época em que Celine nasceu. Ela foi criada como católica. Na infância ela era intimidada na escola e chamada de "Vampiro", devido aos seus dentes e estrutura magra. Tabloides locais até a apelidaram de "Canine Din" no começo de sua carreira.

1990–1992: Unison, Dion chante Plamondon e Celine Dion

Após dois anos estudando inglês, Dion fez sua estreia no mercado anglófono com Unison (1990), que teve a colaboração do produtor canadense David Foster. O álbum recebeu críticas positivas: Stephen Erlewine do Allmusic declarou que o álbum era "bom, uma estreia americana sofisticada". Os singles do álbum incluem "(If There Was) Any Other Way", "The Last to Know", "Unison" e "Where Does My Heart Beat Now"; O último se tornou o seu primeiro single a alcançar o top 10 na parada Billboard Hot 100 dos EUA, ficando na quarta posição. Dion continuou lançado álbuns em francês entre seus lançamentos em inglês. Em 1991, ela lançou o álbum francês Dion chante Plamondon, que consiste em covers e quatro canções inéditas. Foi originalmente lançado no Canadá e França, e mais tarde, internacionalmente. "Un garçon pas comme les autres (Ziggy)" se tornou um hit na França, ficando na segundo posição nas paradas e recebendo o certificado de ouro. Em Quebec, o álbum recebeu o certificado de ouro no dia em que foi lançado.

1993–1995: The Colour of My Love e D'eux

Em 1993, Dion anunciou seus sentimentos por seu empresário, se declarando a ele na parte dedicatória do seu terceiro álbum em inglês, The Colour of My Love, seu álbum mais bem sucedido até então, que vendeu mais de seis milhões de cópias nos EUA e dois milhões no Canadá. O álbum também gerou seu primeiro single número um na Billboard Hot 100, "The Power of Love" (um remake do sucesso de Jennifer Rush de 1985), que também ficou em primeiro lugar no Canadá e na Austrália. O single "When I Fall in Love", um dueto com Clive Griffin, foi nomeado para dois Grammys, ganhando um; A música também foi tema do filme "Sintonia de Amor" e recebeu uma nomeação ao Oscar de Melhor Canção Original. No Reino Unido, o álbum e o single "Think Twice" simultaneamente ocuparam o topo das paradas por 5 semanas consecutivas e tornou-se o quarto single de uma artista feminina a vender mais de um milhão de cópias no Reino Unido, enquanto o álbum recebeu o certificado cinco vezes platina por dois milhões de cópias vendidas. Céline ganhou diversos prémios durante esse ano, como American Music Awards e World Music Awards.

1996–1998: Falling into You, Let's Talk About Love e S'il suffisait d'aimer

Lançado em 11 de março de 1996, seu quarto álbum em inglês, Falling into You, trouxe vários sucessos mundiais como "Because You Loved Me" (número 1 na Billboard Hot 100), "It's all Coming Back to me Now" (alcançou a segunda posição na Hot 100) e "All by Myself. As edições asiáticas incluíram "To Love You More", um single de sucesso que alcançou o primeiro lugar no Japão e vendeu 1,3 milhão de cópias lá. Nos Estados Unidos, Falling into You, alcançou o primeiro lugar na Billboard 200, e mais tarde, recebeu certificado de diamante por mais de 12 milhões de cópias vendidas. No Canadá, foi certificado como diamante por mais de um milhão de cópias vendidas. No Brasil, vendeu mais de 200.000 cópias e recebeu certificado de ouro. Falling into You vendeu mais 32 milhões de cópias em todo o mundo, sendo o álbum de Dion de maior sucesso comercial e de crítica e um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.

1999–2001: All the Way... A Decade of Song e Pausa na Carreira

Depois de lançar e promover treze álbuns durante a década de 1990, Dion declarou que precisava descansar, mas antes anunciou o lançamento da coletânea dos seus maiores sucessos em inglês, All The Way ... A Decade Of Song, que também trouxe as novas faixas: "That's The Way It Is", "Then You Look At Me" (tema do filme "O Homem Bicentenário"). um cover de "The First Time Ever I Saw Your Face" de Roberta Flack e "All the Way", um dueto com Frank Sinatra. O álbum ficou no topo da Billboard 200 por três semanas e posteriormente, foi certificado sete vezes platina por 7 milhões de cópias vendidas apenas nos EUA. Essa se tornou uma das coletâneas mais vendidas da história, com 20 milhões de cópias vendidas.

2002–2006: A New Day Has Come, One Heart, 1 Fille & 4 Types e Miracle

Em 2002, Céline retornou as paradas com o álbum, A New Day Has Come, dedicado ao nascimento de seu primeiro filho e ao René. O álbum estreou no topo da Billboard 200 e vendeu cerca de 10 milhões de copias mundialmente. Em março de 2003, ela estreia em Las Vegas, o espetáculo "A New Day...", um espetáculo que combina dança, música e efeitos visuais e até uma réplica do Coliseu que foi construída especialmente para ela. O espetáculo ficou em cartaz por 5 anos - o contrato inicial era de três anos e foi prolongado por mais dois anos, devido ao enorme sucesso. Ainda em 2003, é lançado o álbum One Heart, que inclui "I Drove All Night", "One Heart" e "Have you Ever Been in Love". Mundialmente o álbum vendeu 5 milhões de cópias. No fim de 2003, foi lançado o álbum em francês 1 Fille & 4 Types, que alcançou amplo sucesso comercial na França, Canadá e Bélgica, onde alcançou o primeiro lugar. Na França, o álbum estreou em primeiro lugar e mais tarde foi certificado 2× platina após vender mais de 700.000 cópias.

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Vida Pessoal

Dion conheceu René Angélil, em 1980, quando ela tinha 12 e ele 38, depois que seu irmão, Michel Dondalinger Dion, lhe enviou uma gravação de uma canção que ela, sua mãe Thérèse e seu irmão Jacques Dion escreveram juntos. Angélil se tornou seu empresário e a guiou ao estrelato. Após a dissolução do segundo casamento de Angélil, ele e Dion fizeram uma pausa profissional e ele passou a maior parte do ano em Las Vegas, enquanto Dion estava aprendendo inglês e tendo aulas de dança e canto em Montreal. Após seu retorno, "ele evitou ficar sozinho comigo por muito tempo", ela disse em sua autobiografia de 2000, My Story, My Dream. Enquanto isso, ela mantinha uma foto de Angélil debaixo do travesseiro. Seu relacionamento com ele acabou se tornando romântico em 1988, quando ela tinha 20 anos e só foi conhecido pela família e amigos cinco anos depois. A mãe de Dion, que viajou para todos os lugares com a cantora até os 19 anos, já desconfiava da paixão de sua filha por ele, e era totalmente contra, mas Dion alegou ser maior de idade e dona de sua vida.

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Arte

Influências

Dion cita ídolos tão variados como Aretha Franklin, Charles Aznavour, Carole King, Anne Murray, Barbra Streisand e os Bee Gees, todos com quem ela eventualmente colaboraria. Michael Jackson foi uma grande motivação para ela aprender inglês na década de 1980. Sua música é influenciada por vários gêneros, incluindo pop, rock, gospel, R&B e soul, e suas letras enfocam temas de pobreza, fome mundial e espiritualidade, com ênfase no amor e romance. Após o nascimento de seu primeiro filho, seu trabalho se concentrou cada vez mais no amor materno. Embora suas gravações sejam em inglês e francês, ela já cantou em espanhol, italiano, alemão, latim, japonês e chinês.

Voz e Timbre

Ela possui um alcance vocal de três oitavas, variando de B2 a E ♭ 6. Certa vez, ela afirmou ser meio-soprano. Depois que Dion fez um teste com dois solos de Carmen, querendo saber se ela cantava ópera, Kent Nagano, maestro da Orquestra Sinfônica de Munique, observou: "Tudo o que você acabou de cantar foi soprano lírico." Seu timbre foi descrito como "fino, ligeiramente nasal" com um registro inferior "rouco" e "notas agudas semelhantes a um sino de vidro". Em seu repertório francês, Dion adorna seus vocais com mais nuances e expressividade, sendo a intensidade emocional "mais terna e íntima". Ela é frequentemente elogiada por seu virtuosismo técnico. Stephen Holden do The New York Times afirma que Dion tem "um tamanho de habilidades técnicas. Ela pode entregar melismas complicados, produzir capturas vocais expressivas e sustentar notas longas sem a menor oscilação de tom. E como seus duetos ... mostraram, ela é uma pessoa confiável harmonia voz." Em uma entrevista com o Libération, Jean-Jacques Goldman observa que ela" não tem nenhum problema de precisão ou ritmo". Segundo Kent Nagano, ela é "uma musicista de bom ouvido, requinte e um grau de perfeição invejável". Charles Alexander da revista Time afirma, "[Sua] voz desliza sem esforço de sussurros profundos para notas agudas mortas, uma doce sereia que combina força com graça".

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Legado e Conquistas

Em 1999, Dion recebeu uma estrela na Calçada da Fama do Canadá e foi introduzida no Canadian's Broadcast Hall of Fame. Ela recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em janeiro de 2004, que ela dedicou a seu pai, que havia morrido no mês anterior. "My Heart Will Go On" foi incluída na lista de Songs of the Century, pela Recording Industry Association of America e pelo National Endowment for the Arts, além de ser o segundo single feminino mais vendido da história, com vendas globais de mais de 18 milhões. Com 75 indicações, ela é a artista mais indicada na história do Juno Awards e a quarta mais premiada. Dion recebeu dois títulos de "doutora honorária em música" pela Université Laval (2008) e pela Berklee College of Music (2021). Na cerimônia do World Music Awards de 2007, ela recebeu o Legend Award em reconhecimento ao seu "sucesso global e excelente contribuição à indústria da música"; Da mesma forma, ela recebeu uma homenagem no 30º aniversário da gala ADISQ em 2008. Em 2013, ela foi introduzida ao Gaming Hall of Fame. Em 2004, ela recebeu o prêmio pelo conjunto de sua obra da Society of Singers. Em 2008, ela foi agraciada com um "Legion of Honour" pelo ex-presidente francês Nicolas Sarkozy. Em outubro de 2010, Dion foi Embaixadora da Boa Vontade, um programa criado pela ONU em 1999, compartilhando este prêmio com a vencedora do Oscar, Susan Sarandon. Em 26 de julho de 2013, ela foi premiada com a classificação mais alta da Ordem do Canadá, a de Companheira da Ordem do Canadá, pelo Governador Geral do Canadá.

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Impacto cultural

Dion é considerada uma das vocalistas mais influentes da música pop e da indústria fonográfica durante os anos 1990. Sua música e estilo vocal, junto com Whitney Houston e Mariah Carey, moldam a forma como a maioria das vocalistas pop se apresentam. Essas três artistas foram amplamente creditadas por reviver a balada poderosa e, ao fazê-lo, remodelar o formato de rádio adulto contemporâneo, tornando-o um dos formatos mais populares dos anos 1990 e início dos anos 2000. O crítico musical e biógrafo de Dion, Carl Wilson, observa que sua "muitos competidores nas incontáveis ​​competições de talentos televisionadas que surgiram na virada do milênio frequentemente imitam Dion, e a cita como ídolo." Ela é frequentemente comparada a Houston, Carey e Barbra Streisand, por seu estilo vocal. Dion é creditada por introduzir a música francófona em muitos países. Seus álbuns francófonos D'eux e S'il suffisait d'aimer, são os álbuns mais vendidos da história. De acordo com a RFI Musique, ela "fez sua parte pela música francesa ao longo dos anos, garantindo o sucesso das canções francesas que provavelmente nunca teriam ultrapassado as fronteiras francófonas sem ela ... Sem Celine, as vendas de discos franceses seriam dramaticamente menores!". Nicolas Sarkozy elogiou Dion e afirmou: "A França agradece, porque seu talento e sucesso contribuíram para a influência da língua francesa fora de nossas fronteiras".

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Criticas

Dion tem enfrentado críticas consideráveis ​​dos críticos, que afirmam que sua música é marcada por um sentimentalismo excessivo. De acordo com Keith Harris da revista Rolling Stone, "o sentimentalismo [de Dion] é bombástico e desafiador, em vez de recatado e reservado ... [ela] está no fim da cadeia de devolução drástica que vai de Aretha-Whitney-Mariah. Longe de ser uma aberração, Dion na verdade se destaca como um símbolo de um certo tipo de sensibilidade pop - quanto maior, melhor, demais nunca é suficiente, e quanto mais madura a emoção, mais verdadeira". Seus lançamentos francófonos, em contraste, tendem a ser mais profunda e variada do que seus lançamentos em inglês e, consequentemente, alcançou mais credibilidade. Os críticos afirmaram que o envolvimento de Dion no aspecto da produção de sua música é inexistente, o que resulta em seu trabalho sendo super produzido e impessoal. Em seu primeiro álbum em inglês, que ela gravou antes de ter o domínio da língua inglesa, ela expressou desaprovação, e que poderia ter sido evitado se ela tivesse assumido uma contribuição mais criativa. Já em seu segundo álbum em inglês, ela assumiu mais o controle de produção na esperança de dissipar as críticas anteriores. Ela declarou: “No segundo álbum eu disse, 'Bem, eu tenho a escolha de ter medo mais uma vez e não ser 100% feliz, ou não ter medo e fazer parte deste álbum. Este é o meu álbum."

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Outras Atividades

Filantropia

Dion apoiou ativamente muitas organizações de caridade em todo o mundo. Ela tem promovido a Fundação Canadense de Fibrose Cística (CCFF) desde 1982, e se tornou a celebridade Patronal da fundação em 1993. Ela tem um apego emocional à fundação; Sua sobrinha Karine sucumbiu à doença aos dezesseis anos, nos braços de Dion. Em 2003, ela se juntou a várias outras celebridades, atletas e políticos, para apoiar o "Dia Mundial da Criança", um esforço global de arrecadação de fundos patrocinado pelo McDonald's, que arrecadou dinheiro para mais de 100 nações e beneficiou orfanatos e organizações de saúde infantil. Além disso, ela tem apoiado a Fundação T. J. Martell e o Fundo Memorial da Princesa de Gales Diana. Durante as consequências do furacão Katrina, ela doou US$ 1 milhão às vítimas da tempestade e realizou um evento de arrecadação de fundos para as vítimas do tsunami asiático de 2004, que arrecadou mais de US$ 1 milhão. Após o terramoto de Sichuan em 2008, ela doou US$ 100.000 para o Fundo para Crianças e Adolescentes da China e enviou uma carta mostrando seu apoio. Desde 2004, ela está envolvida com a Comunidade LGBT de Quebec, apoiando a publicação de materiais de saúde e prevenção ao HIV. Ela também é membro da instituição de caridade canadense Artists Against Racism. Em novembro de 2018, ela lançou uma linha de roupas de gênero neutro para crianças. Em 2009, Dion juntou-se a Leonardo DiCaprio, James Cameron e Kate Winslet para doar dinheiro para pagar o asilo da então última sobrevivente viva do naufrágio do Titanic, Millvina Dean.

Empreendimentos

Les Productions Feeling Inc., também conhecida como Feeling Inc. ou apenas Feeling, é uma empresa de gerenciamento de artistas com sede em Laval, Québec, Canadá, de propriedade de Dion e seu marido e empresário, Rene Angélil. Ela também fundou a Nickels Restaurant em 1990, e vendeu em 1997. Ela é proprietária do Le Mirage Golf Club e do Schwartz's Restaurant. Em associação com Andre Agassi, Steffi Graf e Shaquille O'Neal, ela abriu uma boate chamada Pure, localizada no Caesars Palace. Em 2003, Dion assinou um acordo com a Coty, Inc. para lançar a linha de perfumes "Celine Dion Parfums". Desde a sua criação, Celine Dion Parfums arrecadou mais de US$ 850 milhões em vendas no varejo. Em setembro de 2011, ela lançou a fragrância, Signature. Dion lançou uma linha de bolsas e acessórios homônima "Céline Dion Collection", que ultrapassou US$ 10 milhões em vendas após apenas três coleções.

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Fontes consultadas

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