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Baburnama

O Bāburnāma são as memórias de Zahirudin Muhammad Babur (1483–1530), padixá e gazi, fundador do Império Mogol, descendente de Tamerlão e de Gêngis Cã. Babur escreveu suas memórias no idioma chagatai, que para ele era conhecido como Türki "túrquico", a língua falada dos timúridas.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 18/08/2026
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Conteúdo

De acordo com o historiador Stephen Frederic Dale, a prosa de Babur em chagatai é altamente influenciada pelo persa na estruturação de frases, morfologia, e no vocabulário, e também possui várias frases e poemas menores em persa. O Bāburnāma começa abruptamente com estas singelas palavras: Babur descreve sua sorte oscilante como um governante de menor escala da Ásia Central—ele tomou e perdeu a cidade de Samarcanda duas vezes—e partiu para Cabul em 1504. Há uma lacuna entre 1508 e 1519 em todos os manuscritos conhecidos. Annette Beveridge e outros acadêmicos acreditam que a parte ausente no meio, e talvez um relato da infância de Babur, um prefácio e provavelmente um epílogo, foram escritos, mas o manuscrito destas partes foram perdidos na época de Aquebar. Existem vários pontos na carreira ativa de Babur e de seu filho Humaium, onde partes do manuscrito original plausivelmente devem ter sido perdidos.

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Traduções

O Baburnama foi traduzido do persa para o inglês pela primeira vez por John Leyden e William Erskine com o título de Memoirs of Zehir-Ed-Din Muhammed Baber: Emperor of Hindustan, e mais tarde foi novamente traduzido pela orientalista britânica e acadêmica Annette Beveridge, e mais recentemente por Wheeler Thackston, que foi um professor da Universidade Harvard. Traduções em português oficiais até o momento não foram publicadas.

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Fontes consultadas

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