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Hibatullah Akhundzada

Hibatullah Akhundzada é um estudioso islâmico afegão, clérigo, jurista e atual líder supremo do Afeganistão. Ele lidera o Talibã desde 2016 e chegou ao poder com sua vitória sobre as forças apoiadas pelo Ocidente na guerra de 2001–2021. No entanto, permaneceu uma figura reclusa, e seu perfil discreto alimentou especulações sobre seu papel no novo governo talibã e rumores de que ele pode estar morto. Exceto por uma fotografia sem data e várias gravações de áudio de discursos, ele quase não tem pegada digital.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 21/10/2026
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Como novo chefe do Talibã

Akhundzada foi apontado como o comandante supremo do Talibã em 25 de maio de 2016, como substituto para o mulá Akhtar Mansour. Mansour e um segundo militante foram mortos quando bombas disparadas de um drone atingiram o veículo em que viajavam. O ataque foi aprovado pelo então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Akhundzada foi anteriormente um adjunto para Mansour. Segundo fontes dos talibãs, Mansour já havia nomeado Akhundzada como seu sucessor em seu testamento. Em 23 de janeiro de 2025, o procurador-chefe do Tribunal Penal Internacional, Karim Ahmad Khan, anunciou a apresentação de pedidos de mandado de prisão para líderes do Talibã, incluindo Akhundzada e o presidente da Suprema Corte, Abdul Hakim Haqqani. Eles são acusados de crimes contra a humanidade, especificamente pela perseguição a mulheres e meninas desde o retorno do Talibã ao poder em agosto de 2021. As acusações destacam severas restrições impostas às mulheres afegãs, incluindo proibições de acesso à educação, ao trabalho e à participação pública. Os mandados foram concedidos pelo TPI em 8 de julho.

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