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Abadia

Abadia é uma comunidade monástica cristã, católica, sob a tutela de um abade ou de uma abadessa, que a dirige com a dignidade de pai espiritual da comunidade. Deve apresentar no mínimo doze monges professos solenes em seus quadros, e cuja ereção canónica tenha sido decretada formalmente pela Santa Sé. O termo é ainda utilizado para se referir a igrejas que pertenceram a abadias hoje extintas, caso da Abadia de Westminster ou da de São Galo. Em Portugal, também se designava como abadia algumas freguesias cujo pároco era designado como abade, mas tal designação não mais é utilizada.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 09/07/2026
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Importância civilizacional

Durante a Idade Média, principalmente depois de Carlos Magno e das invasões bárbaras, foram as abadias a tomar as principais iniciativas a nível cultural e mesmo de fomento económico de muitas regiões europeias, não resumindo a sua ação a funções religiosas e litúrgicas mas, de fato, civilizacionais. Em alguns locais, como na Inglaterra e na Alemanha, não foram poucas as vezes em que uma povoação se formava em torno de abadias, ainda que esta tendência não se tenha verificado no Norte de África e no Oriente. Dentro da estrutura social e territorial do feudalismo, muitas abadias conseguiram, principalmente a partir do século X, obter isenção canónica da autoridade diocesana (ou seja, episcopal), já que alguns bispos assumiam o seu papel de senhores feudais. Estas instituições ficavam, assim, sob a autoridade direta da Santa Sé — em Portugal, tal aconteceu com as abadias cistercienses, enquanto que as abadias beneditinas ficavam, em geral sob a autoridade directa do bispo. Em alguns locais, como na Irlanda, o número de abadias tornou-se tão grande que a divisão do território em dioceses foi praticamente suplantada pelas autoridades abaciais. Algumas das abadias tiveram, também, jurisdição fiscal (recebiam impostos) e judicial sobre alguns territórios, através da atribuição régia de coutos.

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O cenobitismo

No monasticismo cristão primitivo, os monges procurando a santidade através da ascese, viviam sozinhos, de modo independente, não muito longe da igreja da aldeia, sendo responsáveis pelo seu próprio sustento, trabalhando com as suas próprias mãos e distribuindo depois os excedentes pelos pobres, depois de satisfeitas as suas frugais necessidades. Um crescente fervor místico-religioso, incitado pelas perseguições, levou-os a afastarem-se cada vez mais da civilização para desertos e montanhas solitárias, ainda que também se tenham estabelecido mosteiros em cidades como Roma, Cartago, Alexandria e Hipona (cidade de Santo Agostinho, o qual também seria um dos primeiros a estabelecer uma Ordem religiosa, que seria particularmente popular durante a Idade Média). Os desertos do Egito enxamearam-se com as celas ou cabanas destes anacoretas. Santo Antão, retirado em Tebaida, no Egito, durante as perseguições de Maximiano, no ano de 312, tornou-se um dos mais célebres destes monges, os Padres do Deserto, pela sua austeridade, santidade reconhecida pelos outros e pelo seu poder como exorcista. A sua fama granjeou-lhe um grupo apreciável de discípulos desejosos de alcançar a sua santidade pelo caminho do ascetismo. Quanto mais agreste era a morada que escolhia, mais discípulos o rodeavam. Recusando-se a separarem-se do seu guia espiritual, nascia assim a primeira comunidade monástica, consistindo em cabanas (celas), em torno de outra, considerada superior, onde residia o abade. Segundo Neander,[desambiguação necessária] na sua História da Igreja, Antão, sem qualquer projeto consciente de arquitetura, tornou-se o fundador de um novo modo de vida em comum: o cenobitismo. Com o passar do tempo, os grupos de cabanas foram tornando mais complexas e ordenadas as suas relações espaciais e funcionais. Começou-se por dispor as celas em linhas, como as tendas de um acampamento ou casas numa rua. Tais fileiras de células individuais passaram a chamar-se de Laurae, Laurai, "ruas" ou "travessas."

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Grande Lavra e Monte Atos

A necessidade de defesa perante ataques hostis, já que os conventos tinham a tendência de acumular oferendas valiosas, a economia de espaço, a conveniência de acesso de uma parte da comunidade para outra, foi dando, gradualmente, lugar uma ordenação mais funcional e compacta dos edifícios pertencentes a um cenóbio monástico. Edificações de grandes dimensões foram, então, erigidas, com fortes muralhas exteriores, capazes de fazer frente a um inimigo externo. Os espaços internos passaram a se organizar em torno de um ou mais pátios abertos, usualmente orlados por claustros. O arranjo espacial oriental mais comum pode ser exemplificado a partir do plano do Mosteiro da Grande Lavra, em Monte Atos. Este mosteiro, tal como a generalidade dos mosteiros orientais, é rodeado por uma forte e alta muralha de pedra branca, fechando uma área de cerca de 1,2 hm² a 1,6 hm². O lado mais longo tem cerca de 150 metros. Existe apenas uma entrada principal, no lado norte (A), defendida por três portas separadas de ferro. Perto da entrada existe uma grande torre (M), característica dos mosteiros levantinos. Existe uma pequena porta das traseiras (L). O recinto compreende dois grandes pátios abertos, rodeados de construções ligadas a galerias claustrais de madeira ou pedra. O pátio exterior, de maiores dimensões, inclui os celeiros e armazéns (K), a cozinha (H) e outros locais de trabalho ligados ao refeitório (G). Imediatamente adjacente à entrada, dispõe-se uma hospedaria de dois andares, aberta para um claustro (C). O pátio interior é rodeado por um claustro (EE) que comunica com as celas dos monges. No centro deste pátio encontra-se o catholicon, ou Igreja conventual: um edifício retangular com uma ábside bizantina do tipo cruciforme com cúpula, aproximada por um nártex, também com cúpula. Frente à igreja pode-se ver uma fonte de mármore (F) coberta de uma cúpula suportada por colunas.

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Abadias beneditinas

Na Europa ocidental, os primeiros mosteiros aproveitaram em grande parte o traçado das vilas romanas deixadas como marca do Império Romano, reutilizando-as ou copiando a sua planta-tipo. Não há grande conhecimento quanto aos principais órgãos constituintes das abadias antes da institucionalização da regra monástica de São Bento de Núrsia, primeiramente aplicada em Monte Cassino e que depois se difundiu, com uma rapidez quase miraculosa, por toda a Europa Ocidental. De início, e tal como se pode verificar da leitura da Regra, os mosteiros eram compostos por um oratório de pequenas dimensões, já que se destinava única e exclusivamente para uso dos monges; um dormitório, onde pouco mais constava que uma enxerga, lençol, cobertor e travesseiro; uma cozinha e despensa, um refeitório, uma sala de leitura e oficinas. Depois de São Bento, foram erigidos mosteiros excedendo, em espaço e esplendor, tudo o que antes se vira. Poucas foram as grandes cidades Italianas que não tivessem o seu convento Beneditino - o mesmo acontecendo nos grandes centros populacionais de Inglaterra, França e Espanha. O número de mosteiros fundados de 520 a 700 é espantoso. Antes do Concílio de Constança, 1415, nada menos que 15 070 abadias, apenas desta ordem religiosa. Em Portugal, a Casa Mãe da Ordem Beneditina foi o Mosteiro de São Martinho de Tibães, que assumiu o papel de importante centro, não só religioso, mas também cultural e estético.

Infraestruturas e a sua distribuição no espaço

A distribuição geral dos edifícios pode, então, ser descrita da seguinte forma: A igreja, com o seu claustro a sul, ocupa o centro de uma área quadrangular, de cerca de 40 m². Os edifícios, tal como em todos os grandes mosteiros, estavam distribuídos por grupos. A igreja formava o núcleo, como centro da vida religiosa da comunidade. Em relação próxima com a igreja estão os edifícios que marcam o quotidiano dos monges, como o refeitório, o dormitório, o salão comum para a necessária convivência social, a sala do capítulo ou sala capitular, para reuniões de carácter disciplinar e religioso. Estes elementos essenciais da vida monástica são abrangidos por um pátio enclaustrado, rodeado por uma arcada coberta, permitindo o acesso entre os diversos edifícios, mesmo com mau tempo.

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Cluny

A história do monasticismo teve momentos alternados de decadência e de renascimento. Com o acréscimo da estima popular, os conventos começaram a apropriar riqueza e, inevitavelmente, os hábitos de austeridade monástica começaram a degradar-se e a dar lugar à tentação do luxo e do materialismo. O ardor religioso foi esfriando e o rigor no cumprimento da regra foi diminuindo. A disciplina estava de tal forma relaxada que existem relatos do século X que indicam que grande parte dos frades desconheciam a própria existência da regra monástica. A reforma destes abusos passou, muitas vezes, pela criação de novas ordens monásticas, com regras mais rígidas, o que também tinha implicações na organização arquitectónica das abadias. Uma das primeiras foi a ordem de Cluny, que foi buscar o seu nome à pequena aldeia homónima, a noroeste de Mâcon. Em cerca de 909, Guilherme, duque da Aquitânia e Conde de Auvérnia, fundou uma nova abadia beneditina, dirigida por Bernão, abade de Beaume. Este foi sucedido por Santo Odão, que é, geralmente, considerado o fundador da Ordem. A fama de Cluny rapidamente se espalhou por toda a Europa. A sua regra, rígida, foi adoptada, então, por diversas abadias beneditinas que se consignaram à sua influência, jurando lealdade ao "arquiabade" de Cluny.

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Cistercienses

O renascimento monástico que se seguiu, o Cisterciense, durante os últimos anos do século XI, teve também uma vasta difusão e persistiu por mais tempo. Ainda que o grande impulsionador da Ordem tenha sido São Bernardo, ao tornar famosa a Abadia de Claraval (Clairvaux) em 1116, onde demonstrou um fervor notável, os seus fundadores foram São Roberto de Molesme e Santo Estevão Harding, em Cîteaux (Cistércio), uma floresta solitária e quase inacessível entre a região de Champanhe e a Burgúndia. A nova Ordem derivava dos Beneditinos e seguia, portanto, a Regra de São Bento. Pretendia reformar os costumes monásticos ao aplicar regras rígidas de auto-abnegação que depois foram adoptadas pelas igrejas e instituições que pelos seus esforços foram erigindo por toda a Europa. A característica determinante das abadias Cistercienses consistia na sua extrema simplicidade e austeridade arquitetônica. Apenas se permitia uma torre, central, e de baixa estatura. Pináculos e torreões desnecessários passaram a ser proibidos. O trifório passou a ser omitido nas igrejas da Ordem. As janelas deveriam ser simples, sem divisões e sem vitrais. Prescindia-se de qualquer ornamentação acessória. As cruzes deveriam ser de madeira; os castiçais, de ferro. Tudo o que fosse exposto ao olhar deveria dar um testemunho de renúncia a qualquer vaidade mundana.

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Agostinhos

As abadias dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho apresentam poucas particularidades próprias. Sendo uma Ordem de clero regular, ocupando uma posição de meio termo entre monges e cónegos seculares — algo como um conjunto de párocos a viverem em comunidade e em observância a uma regra — as suas igrejas costumam caracterizar-se por igrejas com planta comprida, de forma a alojarem grandes congregações. O Coro é, geralmente, longo. A disposição arquitetônica dos edifícios conventuais não tinha grandes inovações. Os aposentos do prior ficavam quase sempre no ângulo sudoeste da nave. O plano, ao lado esquerdo, da Abadia de Santo Agostinho em Bristol, onde está atualmente a catedral desta cidade, mostra como a disposição dos edifícios difere pouco das abadias beneditinas. Em Portugal, o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra foi, talvez, o mais importante centro religioso, cultural e de ensino desta Ordem, que, desde cedo recebeu vários privilégios reais e papais. Da planta original, de estilo românico, sabe-se apenas que a fachada incluía uma torre e que o corpo da igreja era de uma só nave, tal como era, também, característico entre os Agostinhos.

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Premonstratenses

Os cónegos regulares Premonstratenses ou Cónegos Brancos consistem num ramo que derivou dos cónegos regulares de Santo Agostinho, fundado em 1119 por São Norberto (nascido em Xanten, no Baixo Reno), cerca de 1080) em Prémontré, um pântano isolado na floresta de Coucy, na diocese de Laon. A Ordem disseminou-se facilmente. Ainda em vida do seu fundador, já existiam casas premonstratenses na Síria e na Palestina. Manteve durante muito tempo a sua austeridade rígida mas, ao longo do tempo, à medida que a Ordem ia enriquecendo, foram aumentando as acusações de indolência e de entrega a uma vida de luxo. Em Portugal, estabeleceram-se na Ermida de Paiva e talvez no mosteiro de Vandoma, mas a sua história está deficientemente registada. Como exemplo de um mosteiro premonstratense, pode-se considerar a Abadia de Easby, em Inglaterra (onde a Ordem se estabeleceu em 1140, em Newhouse, no Lincolnshire), cuja planta é singularmente irregular, devido ao fato de se encontrar na margem inclinada de um rio. O claustro situa-se, como é hábito, a sul da igreja, mantendo os edifícios principais em torno do mesmo. Contudo, o seu pátio central é trapezoidal, o que obrigou os edifícios a disporem-se de forma algo inusitada. A planta da igreja segue a disposição adoptada pelos cónegos Agostinhos nas suas abadias setentrionais e tem apenas uma único corredor na nave, a norte; o coro é comprido, estreito e sem corredor; cada transepto tem uma ala para oriente, formando três capelas. Outro edifício interessante desta Ordem é a igreja da Abadia de Bayham, com nave simples e invulgarmente estreita, o mesmo acontecendo ao coro, provido de uma ábside poligonal de três lados. As proporções da igreja são de 78 m de comprimento por 8 de largura. A severidade da Ordem, ao rejeitar possessões terrenas, traduzia-se, assim, numa arquitectura de espaços limitados.

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Cartuxos

A Ordem dos Cartuxos, tal como foi estabelecida por São Bruno de Colônia, em cerca de 1084, desenvolveu uma nova forma de concepção monástica. O princípio desta Ordem, ao combinar a vida cenobítica com a vida solitária, obrigou à construção de edifícios com um tipo de planta diferente. Esta planta-tipo, primeiramente adoptada por São Bruno e pelos seus doze companheiros no estabelecimento original, em Chartreux, perto de Grenobla, foi mantida em todos os mosteiros Cartuxos da Europa, mesmo depois de se verificar algum relaxamento nos hábitos ascéticos da Ordem e de a simplicidade original dos edifícios ter sido substituída pela magnificência decorativa que caracteriza alguns mosteiros como, por exemplo, as Cartuxas de Pavia e Florença. De acordo com a regra de São Bruno, todos os membros de uma irmandade Cartuxa vivem em absoluto silêncio e solidão. Cada um ocupa uma cela, com acesso a um pequeno jardim rodeado de altos muros, e unidas por um corredor comum ou por um claustro. É aí que o monge Cartuxo passa o seu tempo em absoluta ascese, deixando os seus aposentos apenas para os serviços religiosos, três vezes ao dia (Missa de manhã, Vésperas à tarde e Matutinas e Laudes à meia-noite) ou quando a irmandade se reúne no refeitório. Em Portugal, tornou-se famosa a Cartuxa de Santa Maria Scala Coeli, em Évora, com o maior claustro conventual de Portugal. Famoso também, é o vinho aí produzido pelos frades (comercializado exatamente como Cartuxa).

Clermont

As peculiaridades próprias de um mosteiro Cartuxo, ou Cartuxa são explícitas na planta da Cartuxa de Clermont, criada por Viollet-le-Duc, a partir de observações feitas por este. Todo o edifício é rodeado de torres de vigia. O interior é dividido em dois recintos, em que o oriental, rodeado por um claustro que dá acesso às celas é, de longe, o maior. Os dois recintos são divididos pelos edifícios principais do mosteiro, incluindo a igreja e o santuário, separado do coro dos monges por uma cortina com dois altares. O claustro menor, a sul, é rodeado pela sala do capítulo, pelo refeitório e pela capela de Pontgibaud. A cozinha, com as suas salas de serventia, fica atrás do refeitório, acessível pelo recinto exterior, sem entrar no claustro.

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Ordens mendicantes

A disposição dos edifícios monásticos nas Ordens mendicantes, incluindo a Ordem Dominicana, os Franciscanos, os Carmelitas e os Agostinhos (já atrás referidos) não segue, geralmente, um modelo distinto, o que deriva também da sua vocação urbana, em contraste com os Beneditinos, que procuravam locais onde pudessem desenvolver atividades de tipo agrícola. De fato, estas Ordens nasceram no século XIII com o crescimento das cidades e vilas europeias. Os conventos ficavam situados, por regra, em povoações densas e pobres, adaptando os edifícios à malha urbana, o que implicava irregularidade nas plantas. As suas igrejas, pensadas mais para a recepção de multidões de ouvintes do que de devotos, diferem bastante das que são usuais em outras Ordens. Geralmente, limitam-se a uma planta em forma de um longo paralelogramo, não dividido por qualquer transepto. A nave consistia, em geral, de dois corpos semelhantes, um dos quais seria ocupado pelos frades e o outro deixado inteiramente para a congregação. Por vezes, nem sequer se construía o coro, sendo a igreja não mais que uma estrutura ininterrupta, com uma fila contínua de janelas. A extremidade oriental era, geralmente, oblonga, ainda que se encontre, por vezes, como na Igreja dos Frades, em Winchelsea, uma ábside poligonal. Outras vezes, o corpo da igreja é atravessado por um transepto de grandes dimensões, chegando a rivalizar ou a exceder o tamanho da nave. Tal arranjo é frequente na Irlanda, onde o número elevado de conventos permitiu a existência de tais peculiaridades na planta dos mesmos.

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