A Viuvinha
A Viuvinha é o terceiro romance do escritor brasileiro José de Alencar, publicado parcialmente em 1857. Atualmente, esta obra encontra-se sob domínio público. O romance insere-se entre os chamados romances urbanos, que retratam os costumes da sociedade carioca da época Congresso.
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No Rio de Janeiro de 1844, dois jovens se apaixonam, Jorge e Carolina. Jorge era rico, o herdeiro de uma fortuna deixada pelo pai, mas ao tomar posse da riqueza, não sabe administrá-la e perde tudo em jogos e diversões. Quando conhece Carolina de quem fica noivo, já está falido e deve muito dinheiro a várias pessoas, então começa seu drama: se romper o noivado, deixará Carolina em situação ruim e com sua reputação prejudicada. Ele então resolve se casar para logo depois cometer suicídio. Na noite de núpcias, dá a Carolina uma bebida que a faz cair num sono profundo e vai embora de casa, intentando suicidar-se numa praia deserta, nesse momento, a história é interrompida com cenas de cinco anos mais tarde, quando Jorge adota uma identidade falsa para conseguir se recuperar financeiramente e então voltar a ser Jorge.
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Apesar de ser considerado escrito no formato de carta, o autor da missiva não somente conta a história em terceira pessoa - não tendo participação nos eventos - como ainda exerce a função de narrador onisciente e onipresente.
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Cinema
Em 1916, o cineasta iniciante Luiz de Barros dirigiu um filme de mesmo nome baseado na obra de Alencar. Foi a primeira experiência de Barros como diretor, que mais tarde seria considerado um dos mais prolíficos cineastas brasileiros. No elenco estavam, Barros e sua esposa, Gina, Linda Bianchi, Fausto Muniz e Bondini. Apesar de ter sido finalizado, nunca chegou a ser exibido, pois foi destruído antes mesmo de sua exibição por ter sido considerado uma "porcaria" pelo seu diretor. Hoje, é considerado um filme perdido.


