Os Trapalhões
Os Trapalhões foi um programa de televisão humorístico brasileiro criado por Wilton Franco e Emanuel Rodrigues e estrelado pelo quarteto cômico de mesmo nome, composto por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, no qual cada um desenvolveu uma persona cênica distinta. O grupo já obtinha sucesso na televisão e no cinema desde meados da década de 1960.
O programa era formulado por várias cenas de alguns minutos, em que tomavam parte situações cômicas dos protagonistas, às vezes com um deles, dois, três ou mesmo com os quatro Trapalhões. Os assuntos das cenas eram, por exemplo, os Trapalhões se opondo a inimigos ou a si mesmos em disputas (nas quais Didi e qualquer um dos três Trapalhões que estivessem do lado dele saíam vitoriosos em quase todas as vezes), eles pregando peças em outras pessoas ou em si mesmos e os quatro cooperando entre si mesmos para chegarem a um objetivo comum (mulher, dinheiro, lutas, etc). Houve também, ao longo de vários anos de programa, paródias de super-heróis tradicionais, como Super-Homem (frequentemente interpretado por Didi por causa de seu papel de líder), Batman (este mais interpretado por Dedé, devido ao seu papel de segundo em comando), Homem-Aranha, Fantasma, Hulk, entre outros. Ao longo dos anos, os Trapalhões também realizaram diversas campanhas em favor dos deficientes físicos e dos menores carentes. Um exemplo, foi a campanha SOS Nordeste, de 1985, rebatizada no ano seguinte como Criança Esperança.
Protagonistas
Zacarias no programa Os Trapalhões em 1988.
Coadjuvantes
O principal elenco de coadjuvantes, devido aos vários anos nos quais participaram do programa, era.
Outros
Houve outros coadjuvantes e convidados (participantes de alguns quadros), alguns com muitas participações ao longo dos anos, alguns deles foram: Houve também diversas homenagens a cantores no programa dos Trapalhões; alguns deles foram: Ritchie, cantando sua música Transas; Joanna, com a sua Sonho a Dois; Sidney Magal, com algumas músicas, incluindo as Meu Sangue Ferve Por Você e Sandra Rosa Madalena; Ney Matogrosso, com muitas músicas, destacando-se Pa-Ran-Pan-Pan,Bandido Corazón e Homem com H; Caetano Veloso com Superbacana e A Filha da Chiquita Bacana; e Marcos Valle com sua Estrelar.
Imagem: Nathália Faria · BY · Openverse
A direção
Vários profissionais passaram a ser diretores do programa dos trapalhões, alguns deles foram:
A supervisão de criação
Só um profissional passou a ser supervisor de criação do programa dos trapalhões, esse foi Chico Anysio.
A supervisão artística
Só um profissional passou a ser supervisor artístico do programa dos trapalhões, esse foi:
A redação e redação final
Vários profissionais passaram a ser redatores e redatores finais dos programas dos trapalhões, alguns deles foram:
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Sob direção de Paulo Araújo, em 1984, o quarteto teve uma renovação na linguagem visual para dar uma maior unidade, com a base do cenário sendo branca, mudando a cor apenas dos elementos de cena. Passaram a ser usados pela primeira vez bordões pelo grupo (Acredite, mas não é; Dez, nota dez). Em 1985, os humoristas gravaram uma série de catorze episódios em Los Angeles. A partir de 1986, Com direção geral de Walter Lacet, o programa começou a focar mais o público infantil, com quadros direcionados para essa faixa etária e uso dos efeitos especiais. Em agosto do mesmo ano, Carlos Manga passa a dirigir o programa, fazendo quadros mais curtos e interligados uns aos outros. Os Trapalhões passou a contar com uma plateia presente às gravações no Teatro Fênix, a partir de 1982, quando o programa era dirigido por Oswaldo Loureiro. Os esquetes eram encenados como se fosse um programa ao vivo, com o mínimo de pausa para a mudança de cenários e figurinos. As constantes improvisações do grupo se tornaram ainda mais frequentes diante de um público que parecia adorar o espírito anárquico dos comediantes. Mais tarde, os “cacos” que resultavam em erros e forçavam a equipe a ter que refazer as cenas – em boa parte das vezes porque o elenco se perdia em gargalhadas descontroladas – passaram a ser exibidos em edições especiais do programa no final do ano, tamanho sucesso faziam aos olhos da plateia.
Primórdios
Sua estreia ocorreu em 1966, na TV Excelsior de São Paulo, com o nome Os Adoráveis Trapalhões. Reunia na sua fórmula quatro tipos: o galã Wanderley Cardoso, o diplomata Ivon Cury, o estourado Ted Boy Marino e o palhaço Renato Aragão, o "Didi Mocó", além de Manfried Sant'Anna, o "Dedé Santana" e Roberto Guilherme, o eterno Sargento Pincel. Com a saída de alguns desses integrantes, e a entrada do sambista participante de Os Originais do Samba Antônio Carlos Bernardes Gomes (o "Mussum") em 1972 e de Mauro Faccio Gonçalves (o "Zacarias") em 1976, consolidou-se o grupo que iria mais tarde tornar-se um dos quadros mais famosos da TV brasileira. Na TV Record, estreando em 1972, o programa foi chamado de Os Insociáveis, o que desagradava Renato Aragão. Ao passar para a TV Tupi em 1974, ele fez com que o nome de Os Trapalhões se fixasse como sendo o do grupo (também incluiu Zacarias, no lugar de Roberto Guilherme, que antes completava o quarteto como "Beto"). Ali, Os Trapalhões conseguiram maior audiência em seu horário do que o quase sempre líder de audiência Fantástico, na cidade de São Paulo.[carece de fontes?] Mas a antiga emissora já apresentava muitas dificuldades financeiras, o que trouxe inúmeros problemas aos artistas. Finalmente, o programa foi para a TV Globo em 1977, onde conseguiu um sucesso duradouro até 1995, com reprises de 1996 até 1999.[carece de fontes?]
Estreia na TV Globo
Em 1977, o diretor de operações da TV Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, convidou os Trapalhões para levar seu programa para a emissora. Renato Aragão conta que temia aceitar a proposta.[carece de fontes?] Afinal, na Tupi, ele tinha toda a liberdade para ser irreverente o quanto quisesse. A Globo era conhecida pelo seu padrão de qualidade mais formal, e o humorista não tinha certeza se os Trapalhões se encaixariam nele. Para não ter que recusar formalmente a proposta, ele chegou a fazer uma lista de exigências de três páginas na qual determinava quais seriam o diretor, redator e o horário do programa. Para sua surpresa, Boni aceitou sem questionamentos as exigências. Os Trapalhões mudaram, então, de emissora. Depois de dois especiais exibidos dentro da faixa de programação Sexta super, às 21h, em janeiro e fevereiro, Os Trapalhões estreou em 13 de março de 1977, aos domingos, antes do Fantástico. O programa apresentava uma sucessão de esquetes entremeados com números musicais, exibidos sem aparente conexão, exceto a presença dos próprios Trapalhões.
Quinze anos dos Trapalhões
Foi nesse contexto de ampla aceitação que o grupo comemorou 15 anos de existência, com o especial Os Trapalhões – 15 anos, exibido no domingo, dia 28 de junho de 1981, no último domingo do mês, durante sete horas, com a participação de quase todo o elenco da TV Globo, jornalistas e músicos convidados. O especial também serviu para divulgar a campanha em favor dos portadores de deficiência visual, promovendo a doação de córneas e de bolsas de emprego em todo o país. Nesse ano, sob direção de Adriano Stuart e redação de Gilberto Garcia, Os Trapalhões já tinha um público notoriamente infantil e foi nessa época que o quarteto alcançou grande repercussão, principalmente depois dos sucessos que fizeram no Festival de Berlim. Tanto o público quanto os críticos passaram a ver os quatro integrantes do grupo como os principais representantes nacionais da comédia infanto-juvenil.
1982 e 1983
Em 1982, o programa ganhava a direção de Osvaldo Loureiro, o público passou a assistir a gravação de alguns quadros no Teatro Fênix (Rio de Janeiro). Em maio de 1983, o programa iniciou uma nova fase com Gracindo Júnior (direção) e Carlos Alberto de Nóbrega (redação). Além dos tradicionais esquetes isolados, as comédias teatrais bastante conhecidas foram adaptadas para o humor do programa. Shows eram gravados mensalmente com a participação do público. Passaram também a ser incluídas gravações externas. Ainda em 1983, foi exibida a campanha Nordeste Urgente até 1985. Na redação de 1983, que além de Renato Aragão e Carlos Alberto de Nóbrega, estavam Roberto Silveira, Wilson Vaz, Emanoel Rodrigues, Expedito Faggioni e Marcos Serrate.
Separação (1983) e a campanha SOS Nordeste
O programa passou por um período delicado quando os Trapalhões decidiram se separar. Dedé, Mussum e Zacarias romperam com a Renato Aragão Produções, empresa que cuidava dos negócios do grupo, formaram sua própria empresa (Demuza) e optaram por seguir sozinhos na carreira cinematográfica e deixar o programa. A separação durou cerca de seis meses, período em que Renato Aragão estrelou sozinho o programa. A TV Globo exibiu uma programação especial dedicada aos nordestinos, com 12 horas de duração. Renato Aragão apresentou a campanha SOS Nordeste e Os Trapalhões sem Dedé, Mussum e Zacarias, sendo que estes estavam no antigo programa humorístico "A Festa É Nossa".
Retorno
No final de 1983, por iniciativa própria, os humoristas decidiram voltar com o quarteto. Depois do período de afastamento, que Renato Aragão passou a chamar de “férias conjugais”, Os Trapalhões voltaram em grande estilo no domingo, dia 25 de março de 1984, num programa que contou com a participação de Chico Anysio. Em um cenário todo branco, exceto por alguns esparsos elementos de cena – uma árvore e alguns soldadinhos de chumbo, vivamente coloridos –, o comediante contou a história dos Trapalhões para uma pequena plateia formada por Simony, a apresentadora da Turma do Balão Mágico; Isabela Bicalho, a Narizinho do Sítio do pica-pau amarelo; e Gabriela Bicalho, atriz mirim do elenco da novela Champagne. Ilustrando a fala de Chico Anysio, imagens de arquivo relembraram o início da carreira do grupo, seus sucessos no cinema e momentos marcantes na televisão. Em seguida, Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e Zacarias entraram em cena, trajando smokings e, emocionados, se reapresentaram para o seu público.
Imagem: Nathália Faria · BY · Openverse
Em 1994, quando Mussum faleceu, a Globo passou a reprisar os "melhores momentos dos Trapalhões" dentro do próprio programa. A partir 1998, a emissora passou a exibir o Festival Trapalhões, cujas reprises eram exibidas diariamente às 11h30 da manhã, antecedendo os jornais locais de cada estado. Contudo, na TV Globo São Paulo, elas não iam ao ar devido ao aumento de duração do SPTV, implementado em março do mesmo ano. Os familiares de Mussum e Zacarias passaram a cobrar da Globo os direitos autorais das retransmissões do programa, bem como a utilização da imagem dos dois humoristas. A Globo só pagava pelas reprises no Rio de Janeiro, mas não as retransmissões no restante do Brasil. Devido a isso, as reprises foram extintas a partir de 14 de agosto de 2000, só voltando em 2010 como quadro do Aventuras do Didi, em comemoração dos 50 anos do personagem Didi Mocó. De 1 de janeiro de 2018 a 13 de janeiro de 2020, as temporadas de 1988 a 1995 foram reprisadas pelo Canal Viva, deixando as temporadas de 1977 a 1987 de lado.
O programa Os Trapalhões contou com diversas aberturas ao longo de sua história, muitas delas marcadas por criatividade e inovação técnica. Após a morte de Mussum em 31 de julho de 1994, o programa foi reformatado como "Festival Os Trapalhões", apresentando "os melhores momentos de todos os tempos". A abertura foi semelhante à de 1993, com a adição de montagens de diversas aberturas anteriores. Em 1995, o programa exibiu sua última abertura. Assim como no ano anterior, a vinheta contou com montagens das aberturas anteriores, marcando o encerramento definitivo d'"Os Trapalhões".
1973–76
A primeira abertura do programa contava com um fantoche do personagem Popeye dançando em um fundo verde. O tema de abertura era o instrumental "Country Rock Polka" de Jean-Jacques Perrey. Em 1975, mediante ao sucesso do grupo, a TV Tupi decidiu criar a primeira abertura animada dos Trapalhões e várias vinhetas, todas produzidas pelo cartunista Jal. A música de abertura era a canção instrumental "Put On a Happy Face", composta por Charles Strouse, na versão da Enoch Light Orchestra. Apesar dos traços s animação simples, foi a primeira abertura animada dos Trapalhões.
1977–84
A abertura original do programa foi criada pelo diretor de animação Joaquim 3 Rios. A pedido de Boni, a Blimp Film encomendou ao diretor a criação de um storyboard de um minuto para a abertura do programa do grupo recém-contratado pela TV Globo. O trabalho utilizava caricaturas dos personagens principais. Na ocasião, Joaquim desconhecia a trilha sonora que seria posteriormente produzida e sequer sabia o nome oficial do programa. Tratava-se de um desenho animado que mostrava Didi, Dedé, Mussum e Zacarias em uma sequência de situações cômicas e absurdas. Entre as aventuras exibidas: A animação era acompanhada por um tema instrumental que se tornaria icônico e marca registrada do programa, composto pelo diretor musical do atração, José Menezes de França. Ao longo dos anos, o instrumental foi ganhando novos arranjos.
1984–89
Em 25 de março de 1984, estreou uma nova abertura, desta vez criada por Hans Donner. Nessa versão, os quatro comediantes gravaram todas as cenas em película, contracenando como se estivessem em interação com outros personagens. Posteriormente, suas imagens foram coloridas por computador, e elementos de animação foram adicionados. A abertura apresentou situações cômicas com traços realistas que destacavam o absurdo das gags: Renato Aragão revelou que precisou repetir várias vezes a cena do chute de bicicleta sem dublê, até que o diretor aprovasse o resultado. A abertura também trouxe um destaque gráfico: as palavras "Os Trapalhões" foram exibidas com estrelas coloridas nas letras, nas cores azul, vermelha, verde e amarela.
1990–92
A abertura de 8 de abril de 1990 foi mais simples em comparação às anteriores. Pela primeira vez desde a estreia do programa, os humoristas não apareceram na vinheta, possivelmente devido ao falecimento de Zacarias em março daquele ano. A vinheta consistiu em uma animação que mostrava as letras da logomarca do programa realizando movimentos de balé até formarem as palavras "OS TRAPALHÕES" em destaque.
1992
Em 1992, o trio restante — Didi, Dedé e Mussum — retornou com uma nova abertura. Os personagens apareceram em situações cômicas: A abertura manteve o destaque visual das palavras "OS TRAPALHÕES", exibidas em tamanho grande.
1993–94
Em 1993, foi criada uma nova abertura por Hans Donner. Nessa versão, os protagonistas eram representados como marionetes manipuladas pelos próprios. Mais uma vez, as palavras "OS TRAPALHÕES" foram exibidas em destaque.
Imagem: Nathália Faria · BY · Openverse
O programa em Portugal contava apenas com Dedé Santana e Renato Aragão (Didi Mocó) e com a paricipação Roberto Guilherme. Na versão produzida pela SIC a série não contava com Zacarias e Mussum, que já tinham falecido à altura. Convidados pela SIC para repetirem a proeza que fizeram no Brasil, fizeram então "Os Trapalhões em Portugal". A série durou quatro anos, de 1995 a 1998. Para além de Didi e Dedé, o show também contava com alguns atores portugueses, como José Boavida, Carlos Sebastião, João Didelet, Raquel Almeida, Rita Aresta, Ana Luís e João Vaz.
Filmes
O primeiro filme foi realizado em 1966 e contava apenas com a dupla Didi e Dedé. Com a formação clássica (que contava ainda com Mussum e Zacarias) foram realizados vinte e três filmes, entre 1978 e 1990. Mais de cento e vinte milhões de pessoas já assistiram a filmes de Os Trapalhões, sendo que sete filmes estão na lista dos dez mais vistos na história do cinema brasileiro. São eles:
Livros
Os Trapalhões possuem três livros que retratam seu trabalho. O primeiro, lançado em 1996, tem o nome Ô Psit, o Cinema Popular dos Trapalhões, da gaúcha Fatimarley Lunardelli. A obra, com tom acadêmico, desvenda as fórmulas usadas pelo quarteto para fazer sucesso também nas salas de cinema. O segundo livro, Os Adoráveis Trapalhões, é de 2007, e foi escrito por Luís Joly, o mesmo autor de Chaves: Foi sem Querer Querendo?. A obra de Joly conta o nascimento, o auge e a separação do grupo, desde a formação original até a última fase, em Portugal. O terceiro livro, O Cinema dos Trapalhões, por quem fez e por quem viu, foi escrito por Rafael Spaca e trata da obra fílmica do quarteto. O livro reúne 132 entrevistas com profissionais que trabalharam com os Trapalhões no cinema, incluindo entrevistas inéditas com Renato Aragão e Dedé Santana. Em 2017 a Editora Estronho lançou o livro As HQs dos Trapalhões, esse livro é organizado por Rafael Spaca.
Homenagens
Em 1988, a escola de samba Unidos do Cabuçu prestou homenagem aos Trapalhões com o samba-enredo O mundo mágico dos Trapalhões Em 2015, o quarteto foi homenageado no Especial Globo 50 Anos. Renato Aragão e Dedé Santana foram surpreendidos no palco por sósias de Mussum e Zacarias, deixando-os as lágrimas.
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Ao longo de todos esses anos, fizeram parte do elenco de Os Trapalhões, entre muitos outros: Alfredo Murphy, Alba Valéria, Álvaro Aguiar, Apolo Correia, Andrea Veiga, Andréia Faria, Antônio Marcos, Átila Iório, Anderson Müller, Angelito Mello, Augusto Olímpio, Arlete Salles, Aurimar Rocha, Alessandra Aguiar, Benjamin Cattan, Bete Mendes, Bia Seidl, Carlos Alberto de Nóbrega, Carlos Eduardo Dolabella, Carlos Koppa, Carlos Kroeber, Carlos Kurt, Carlos Leite, Catalano, Catita Soares, Celso Magno Hofacker Rossatto (Baiaco), Cláudio Lisboa, Colé Santana, Conrado, Cristina Mullins, Cristina Nunes, Darcy de Souza, Dary Reis, Dayse Benvolff, Denny Perrier, Dilma Lóes, Dino Santana, Duda Little, Durval de Souza, Eduardo Conde, Edna Velho, Eliana Araújo, Eliana Ovalle, Emil Rached, Elizângela, Érica Nunes, Esmeralda Barros, Ewerton de Castro, Felipe Levy, Felipe Wagner, Fernando Multedo, Fernando Reski, Floro José, Francisco di Franco, Glória Costa, Glória Cristal, Gilliane, Hilton Cobra, Humberto Freddy, Iran Lima, Íris Bruzzi, Isaac Bardavid, Ivan Mesquita, Ivan Setta, Ivan Mesquita, Ivon Cury, Giovane Jacobs Lima, Jandir Motta, Jece Valadão, João Carlos Barroso, Jorge Cherques, Jorge Lafond, Júlio César Vieira, Aldine Müller, Alfredo Murphy, Alexandre Régis, Adriana de Broux, Amândio, Anão Quinzinho, André Sabino, Antônio Carlos Pires, Angelo Antônio, Antônio Pedro, Arthur Costa Filho, Ângela Vieira, Augusto Aloísio, Adalberto Silva, Bené, Benvindo Sequeira, Berta Loran, Brandão Filho, Brita Brazil, Castrinho, Christina Rocha, Older Cazarré, Chico Anysio, Cláudia Jimenez, Cláudia Savieto, Cláudia Freire, Cléa Simões, Costinha Dary Reis, Jorgeh Ramos, José Leonardo, José Augusto Branco, José de Abreu, Jorge Cherques, Lady Francisco, Lúcio Mauro, Luiz Armando Queiróz, Luiz Delfino, Marília Barbosa, Marina Miranda, Marcelo de Nóbrega, Márcia Cabrita, Marcelo Barauna, Mariette Detotto, Marcos Plonka, Marilu Bueno, Marli Mendes, Marta Bianchi, Marta Pietro, Maurício do Valle, Maurício Mattar, Mônica Fraga, Monique Evans, Monique Lafond, Narjara Turetta, Nelson Caruso, Orlando Drummond, Oberdan Júnior, Otávio Augusto, Olney Cazarré, Osmar Prado, Paulo Figueiredo, Paulo Nolasco, Paulo Rodrigues, Pepita Rodrigues, Roberto Guilherme, Rogério Cardoso, Roberto Lee, Rossane Campos, Reginaldo Primo, Ruth de Souza, Sandoval Motta, Sandra Barsotti, Selma Lopes, Silvia Massari, Silvino Neto, Sônia Maria, Sônia Mamede, Solange Couto, Suely Franco, Suzana Mattos, Suzy Arruda, Ted Boy Marino, Teresinha Sodré, Terezinha Elisa, Thelma Reston, Tião Macalé, Tonico Pereira, Tony Tornado, Waldemar Rocha, Walter Santos, Walter Stuart, Wanda Kosmo, Wanderley Cardoso, Wilson Grey, Xuxa Meneghel, Zezé Macedo e Zilda Cardoso.


