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A Moon Shaped Pool

A Moon Shaped Pool é o nono álbum de estúdio da banda britânica de rock Radiohead, lançado em maio de 2016. Anunciado sob mistério do grupo, foi distribuído cinco anos após seu antecessor, The King of Limbs, e também produzido por Nigel Godrich.

Fonte: Wikipédia (pt)Atualizado em 16/07/2026
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Contexto

Durante a turnê de The King of Limbs, a banda performou várias canções novas, incluindo "Identikit" e "Ful Stop". Durante a turnê, a banda gravou uma versão de "Identikit" e uma outra canção não identificada na gravadora da Third Man Records. Após a turnê, a banda entrou em hiato e os membros trabalharam em seus projetos paralelos. Em 2013, Thom Yorke e Nigel Godrich lançaram um álbum, Amok, em conjunto com sua banda, Atoms for Peace; em 2014, Yorke e Philip Selway lançaram seus respectivos álbuns solo, Tomorrow's Modern Boxes e Weatherhouse. Jonny Greenwood compôs trilhas sonoras para filmes, incluindo o filme Inherent Vice, além de também ter performado com orquestras. Radiohead e Godrich gravaram A Moon Shaped Pool no estúdio La Fabrique, perto de Saint-Rémy-de-Provence, na França. O estúdio, originalmente um moinho do século dezenove que produzia pigmento para pinturas, já foi usado por artistas anteriormente, como Morrissey e Nick Cave, além de manter a maior coleção de vinis do mundo. Em fevereiro de 2015, Selway falou ao Drowned in Sound que o Radiohead trabalhou de Setembro até o Natal de 2014, e que terminaria o trabalho em Março. No mesmo mês, Greenwood falou ao Pitchfork que a banda mudou seus métodos, "trabalhando com limites" e usando "tecnologias muito velhas e muito novas" ao mesmo tempo. Em Junho de 2015, Greenwood disse que a banda estava indo devagar para reganhar forças após o hiato; Selway deixou claro que a banda trabalhou "aos trancos e barrancos", mas que um "cronograma completo" iria começar em Setembro.

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Música e letras

Imagem: geofroi · BY-NC-SA · Openverse

A Moon Shaped Pool é um álbum de art rock.Ele retém os elementos eletrônicos da banda, como a bateria eletrônica e sintetizadores, mas de acordo com a Rolling Stone, os sobrepõem com "um abraço de belos timbres e melodias", fazendo o uso do violão, piano, e orquestras. O álbum abusa das seções de cordas e dos coros; de acordo com a Pitchfork, "enquanto orquestra não é nada novo na banda, A Moon Shaped Pool os traz para a dianteira, e os arranjos de Greenwood pesam ainda mais do que em qualquer outro álbum." "Burn the Witch" apresenta o Col legno. "Daydreaming" apresenta um piano e vocais ao contrário que mais soam como "alguém tentando respirar". "Identikit" tem uma introdução meio jam, com "fragmentos" de vocais e guitarras, e termina num solo de guitarra "agitado". O Guardian sentiu que a seção de cordas, baixo e o ritmo Funk de "The Numbers" foram uma homenagem ao álbum Histoire De Melody Nelson de Serge Gainsbourg. "Present Tense" contém uma batida meio latina. "Tinker Tailor Soldier Sailor Rich Man Poor Man Beggar Man Thief" combina a seção de cordas de Greenwood com percussão eletrônica e um teclado distorcido. "True Love Waits" é performado em um piano, com um overdub adicional de pianos enquanto a música progride. As faixas são listadas em ordem alfabética.

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Artwork

Imagem: Stanley Donwood · BY-SA · Openverse

A artwork para A Moon Shaped Pool foi criada por Stanley Donwood, que trabalha com a banda desde 1995. Donwood trabalhou em uma fazenda próxima ao estúdio, com caixas de som conectadas ao estúdio aonde a banda gravava, permitindo que a música viesse a influenciar a arte.

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Recepção

Imagem: dwhartwig · BY · Openverse

A Moon Shaped Pool tem uma pontuação de 88 em 100 no agregador de críticas Metacritic, com base em 34 críticas, indicando "aclamação universal." Patrick Ryan do USA Today escreveu que "a ninhada, sinfônica e pungente de A Moon Shaped Pool ... a espera valeu a pena." Chris Gerard do PopMatters sentiu que o álbum foi "digno do catálogo inigualável do Radiohead." Jamieson Cox da Verge elogiou os arranjos de cordas do álbum e sua "magnanimidade emocional". Andy Beta da Rolling Stone o descreveu como "uma assombração, triunfo impressionante" e "álbum mais lindo e desolado à data" do Radiohead, elogiando seus timbres e melodias.

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Fontes consultadas

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