The American Spectator
The American Spectator é uma revista conservadora dos Estados Unidos, dedicada a notícias e política. Foi fundada em 1967 por R. Emmett Tyrrell Jr., seu editor-chefe, e é publicada pela American Spectator Foundation, uma organização sem fins lucrativos. Wladyslaw Pleszczynski trabalha na publicação desde agosto de 1980.
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A American Spectator Foundation foi criada em 1969[carece de fontes]? com o objetivo declarado de promover o jornalismo no debate político nacional. A revista havia começado dois anos antes na Universidade de Indiana, em Bloomington, com o nome The Alternative. Em novembro de 1977, adotou o título The American Spectator. A circulação aumentou cerca de dez vezes no período das reportagens sobre Bill e Hillary Clinton, que o Projeto Arkansas procurava investigar. O radialista Rush Limbaugh divulgava a revista e seus artigos gratuitamente. A publicação também comprava anúncios em seus programas de rádio e televisão, cuja audiência chegava a vinte milhões de pessoas. Depois de enfrentar dificuldades financeiras e disputas sobre os gastos do Projeto Arkansas, incluindo a resistência de Emmett a uma auditoria, a revista foi vendida a George Gilder em 2000. A nova administração demitiu funcionários e transferiu a operação para Great Barrington, em Massachusetts. Em 2001, a circulação ainda estava abaixo do pico de quase 300 mil exemplares. Em 2005, o total não ultrapassava cinquenta mil assinantes, apesar de um crescimento de 18% naquele ano.
Século XXI
Em 2011, o editor-assistente Patrick Howley participou de um protesto em Washington, D.C., contra o imperialismo americano. Num relato em primeira pessoa, afirmou que pretendia ridicularizar e enfraquecer o ato e contou como tentou entrar no Museu Nacional do Ar e Espaço. Karen McVeigh, do The Guardian, Joe Coscarelli, do New York, e Ta-Nehisi Coates, do The Atlantic, criticaram o episódio e a mistura entre reportagem e intervenção política. Matt Steinglass, do The Economist, comparou a atuação de Patrick a uma encenação política centrada nele próprio e ao programa Jackass. Em setembro de 2020, a American Spectator Foundation processou a Press Holdings Media Group num tribunal federal dos Estados Unidos. A fundação alegou que a empresa, proprietária da revista britânica The Spectator, infringia sua marca ao publicar o site Spectator USA e a edição norte-americana da revista. Em fevereiro de 2021, Andrew Neil, então presidente da The Spectator, rejeitou a acusação e classificou como "errada e absurda" a ideia de que a publicação norte-americana teria exclusividade sobre a palavra "spectator" no país. Ele citou a fundação da revista britânica em 1828, sua atuação nos Estados Unidos e a existência de outras publicações com o mesmo termo no título.
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A última edição da fase de publicação mensal impressa foi a de julho e agosto de 2014. A edição de setembro e outubro daquele ano saiu apenas em PDF, em meados de novembro, embora o expediente ainda anunciasse uma publicação mensal, com números conjuntos em janeiro e fevereiro e em julho e agosto. Wladyslaw explicou que o número estava pronto havia mais de um mês, mas que os problemas enfrentados pela publicação tinham impedido a impressão e atrasado o lançamento digital. A revista manteve a publicação de textos na internet. O retorno ao impresso ocorreu no outono de 2017, com edições no inverno e no verão.[carece de fontes]? Hannah Rowan foi editora-gerente da revista, cargo que ocupava em 2021. A lista de edições no site oficial, que reúne os números impressos e seus artigos, já incluía uma edição do verão de 2026 em outubro daquele ano. A publicação, antes apresentada como uma revista mensal impressa, também passou a operar como um site de atualização diária.
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Na edição da primavera de 2025, R. Emmett Tyrrell Jr. era o editor-chefe, Wladyslaw Pleszczynski o editor-executivo, Paul Kengor o editor, Melissa Mackenzie a responsável pela publicação e Ellie Gardey Holmes a editora da edição impressa. O expediente do verão de 2021 apresentava a seguinte equipe. Os cargos correspondem àquela edição.


