Não é preciso dizer que os livros de J.R.R. Tolkien serviram como base para a fantasia moderna. Portanto, muitas obras lançadas posteriormente se inspiraram no mundo da Terra-média, como, por exemplo, Game of Thrones, de George R.R. Martin.
É por isso que a professora Carolyne Larrington, pesquisadora da Universidade de Oxford e especialista renomada nas áreas da Europa Medieval e das mitologias nórdica e inglesa antiga, conseguiu identificar os traços nas mesmas personagens.
"Acho que o que os produtores da série estão fazendo é revisitar Tolkien e aquele momento crucial na Batalha dos Campos de Pelennor. Quando o Rei-bruxo de Angmar, essa criatura morta-viva, muito parecida com o Rei da Noite em alguns aspectos, diz: 'Nenhum homem pode me matar'. E então Éowyn tira o capacete e diz: 'Eu não sou um homem'," diz ela sobre sua interpretação de Arya durante a batalha da Longa Noite (via ScreenRant).
"É essa inesperada situação de alguém do gênero errado, por assim dizer, ser o assassino. E Éowyn é uma guerreira altamente treinada. Arya também."
Enquanto este é apenas algo que Arya faz na adaptação da HBO, não é improvável que a personagem faça o mesmo nas páginas. Isso, claro, se Martin lançar Os Ventos do Inverno e Um Sonho de Primavera.


